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Foto por Ega Morgan em Pexels.com

Certamente, Nosso Senhor Jesus Cristo amava sua família e devia tê-la em grande consideração, visto que isso é o que pedem os ensinamentos da Bíblia e o que a Igreja ensina: devemos amar nossa família. Como poderia Nosso Mestre, fiel cumpridor da Lei, não amar sua família? Mesmo assim, seus familiares não ocupavam lugar de destaque em suas pregações; permaneciam à distância.

Nosso Mestre ensina, de modo prático, que não devemos fazer acepção de pessoas. Mesmo que alguém nos seja muito querido, não devemos tratá-lo de maneira privilegiada, mas com o mesmo amor e respeito que dedicamos à multidão. Devemos amar, porém não como se nossos entes queridos estivessem acima dos demais; devemos amá-los de modo justo e piedoso.

Aqueles que gostam de tratar os poderosos de modo honroso porque esperam receber deles algum favor tornam sua atitude ainda pior. Quando tratamos bem alguém por ser do nosso sangue, ainda demonstramos alguma consideração; mas, quando tratamos alguém bem apenas porque desejamos uma retribuição, cometemos uma falta grave, que deve ser firmemente repreendida.