
Aquele que pratica o mal, na maioria das vezes, é visto como alguém grandioso, uma pessoa capaz de realizar grandes coisas. Muitas vezes, o mal praticado não é reconhecido como maldade, mas como perspicácia, como sinal de uma inteligência admirável, tendo em vista que costumamos enxergar como maldade apenas matar e roubar; tudo o que está fora disso nem sempre é visto como mal.
Quantos são aqueles que não cometem grandes crimes diante dos homens e até são aplaudidos por seus semelhantes, mas que, para Deus, são vistos como pessoas deploráveis. Aqueles que viram as costas para o mendigo e para a viúva praticam uma grande maldade, visto que têm condições de ajudar, mas se negam a fazê-lo.
Quem enxerga somente a si mesmo e não procura ajudar aquele que necessita, ainda que seja com uma ajuda singela, comete o grande crime da omissão. Quando podemos fazer o bem e não o fazemos, entristecemos o nosso Pai e deixamos de agir como bons cristãos. Devemos ajudar todos aqueles que estão ao nosso alcance, sem exceção.





