
O homem, sempre em busca de algo novo, por vezes ousa até querer mudar aquilo que Deus estabeleceu para vigorar durante toda a existência humana. Nem sempre aquilo que é novo traz algo de bom, pois há novidades que são nocivas e que não devem ser praticadas. Nem sempre o velho é algo ruim; há vezes em que o velho guarda mais virtudes do que a novidade.
Não podemos aceitar algo unicamente porque é novo, porque nunca antes foi praticado ou porque promete tornar nossa vida mais prática. Permanecer nas práticas antigas não quer dizer que não estamos progredindo; se a prática é boa, devemos cultivá-la para que ela se desenvolva até se tornar algo grandioso.
Rechaçar algo novo que não está de acordo com os mandamentos celestes é uma das atitudes mais sensatas que podemos tomar. A destruição, por vezes, vem de algo novo, de algo que nunca foi praticado e que se apresenta como bom e puro, mas que, em sua essência, está carregado de destruição e mazelas; por isso, é digno de ser esquecido por nós e jamais realizado.





