
Somos bons arautos de comportamentos honrosos, de boas práticas civis e de ensinamentos grandiosos, porém, muitas vezes, apenas quando se trata dos outros. Quando nós mesmos devemos fazer algo, somos laxos; achamos que não é necessário tanto rigor, visto que já praticamos muitas boas obras e, sendo assim, um erro ou outro não prejudicará em nada. Pura hipocrisia.
Preocupamo-nos com o que os outros fazem e nos esquecemos do que devemos fazer. Antes de querermos ajustar a vida do nosso irmão, temos de olhar para nós mesmos e ver se estamos fazendo algo digno, ou se estamos nos comportando como pagãos. O bom conselho é aquele que damos a nós mesmos, principalmente quando ele é bem rígido.
Peçamos sempre, em nossas orações, que sejamos pessoas capazes de reconhecer os próprios erros e corrigi-los. Que saibamos sempre olhar para os nossos passos e perceber em que momento eles estão saindo da trilha, para que possamos nos corrigir e voltar ao caminho do justo e do amável. Sejamos pessoas que se corrigem e julgam menos.





