
Temos orgulho de andar com Cristo, pois nos sentimos pessoas desprendidas de erros asquerosos que são cometidos pelos pagãos, por não andarmos em bebedeiras ou orgias, mas temos uma vida alinhada com Deus. Todavia, antes que fôssemos atrás de Cristo, ele já nos tinha avistado de longe, quando ainda estávamos debaixo da figueira.
Não devemos fazer do fato de ser de Cristo um privilégio, pois, caso contrário, estaríamos menosprezando a graça que há em ser de Cristo, teríamos como se fosse algo próprio de nossas forças, realidade que não se confirma. A única coisa que temos e que é própria de nós e não nos foi cedida por ninguém são os nossos erros, isto que é próprio nosso.
Aqueles que menosprezam os outros que não são do nosso redil, verdadeiramente não aprenderam nada. Não devemos concordar com seus erros, mas não podemos fazer deles pessoas menores, como se fossem uma raça inferior. Quando na Sagrada Escritura diz que somos a raça do Reino, não nos dá o direito de levantar o calcanhar, mas nos obriga a estender a mão.





