
Clamar por misericórdia é algo típico do ser humano quando se encontra diante de Deus. Nem sempre pedimos misericórdia para que Ele nos liberte de nossos pecados; muitas vezes pedimos para que nos livre de nossos sofrimentos, que por vezes atribuímos aos nossos próprios erros. Mas quantas são as vezes em que concedemos misericórdia àqueles que a pedem a nós?
Ser agraciado é algo bom, pois o peso dos nossos pecados nos maltrata bastante. Porém, melhor ainda é quando somos nós que concedemos misericórdia — quando olhamos para o nosso irmão e dizemos: “Eu lhe perdoo de todo o meu coração, de toda a minha alma, com toda a minha existência.” Isso é o que nos torna fortes.
Muitas são as dores que nos atormentam e, por vezes, nem sabemos de onde vêm. Perturbamo-nos com tantas coisas, mas apenas uma é realmente necessária: que nos perdoemos mutuamente, que estejamos sempre abertos ao perdão. Isso aliviará nossas dores e nos fará pessoas mais felizes, capazes de prosseguir toda esta caminhada com um sorriso no rosto.





