
Pelo simples fato de Nossa Senhora ter sido a Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, ela já é considerada grandiosa. Pensemos na grandeza de seu “sim”. Certamente, não foi um “sim” irresponsável: ela sabia o que estava aceitando e em que mistério estava sendo inserida. Embora não pudesse compreender tudo em plenitude, conhecia a seriedade e as consequências de sua resposta.
Deus sabe muito bem a quem escolhe. Ele não colocaria nas mãos de uma pessoa fraca uma decisão que mudaria todo o curso da história. Desde o início da criação, escolheu a Santíssima Virgem e sabia que ela seria capaz de suportar todas as consequências de sua missão, pois era uma pessoa grandiosa e de natureza nobre.
Do mesmo modo que o Divino Criador sabia que a Santíssima Virgem era capaz de cumprir sua missão, também sabia que o bom José era o homem ideal para formar a Sagrada Família. Sabia que ele teria a força necessária para exercer sua paternidade e, ao longo dos séculos, ser reconhecido como modelo supremo de masculinidade e exemplo perfeito de homem de Deus. Essas duas pessoas foram preparadas desde o início da criação; tudo foi cuidadosamente disposto.





