Comentário Diário | A paz esteja convosco. – Evangelho (Jo 20.19-23)

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Qual seria o maior sinal de que estamos totalmente enxarcados do Espírito Santo? 

Será quando falamos palavras eloquentes? Certamente não.

Será quando conseguimos converter multidões? Também não.

Será quando podemos falar em línguas estranhas? Não é por aí.

Quando estamos verdadeiramente embriagados pelo Espírito Santo, o sinal mais claro é a paz.

Aqueles que caminham com o Espírito Paráclito conseguem permanecer firmes mesmo em momentos de grandes turbulências. Quando a barca estiver balançando pelas ondas agitadas, permaneceremos descansando calmamente, pois sabemos que temos um Deus que vela por nós. Esta é a maior graça do Espírito: saber que Deus sempre está conosco.

Quando estamos muito agitados e sentimos que nossa alma já não encontra calma, devemos suplicar pelo Espírito Santo. Devemos dizer:

“Ó Espírito do Alto, enche-me novamente. Por causa dos meus erros, deixei que o vinho da fé secasse no meu odre, mas somente a tua santidade pode fazer-me voltar à Galileia da minha fé, onde tudo começou e onde me tornei uma criatura nova. Vem, ó Espírito.”

Comentário Diário | sabemos que o seu testemunho é verdadeiro. – Evangelho (Jo 21,20-25)

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Foto por MART PRODUCTION em Pexels.com

A pureza está em acreditar em uma pessoa por causa daquilo que ela defende. Muitas vezes acreditamos em alguém por esse mesmo motivo, mas nem sempre as causas defendidas são justas ou realmente importantes. Não estamos neste mundo para perder tempo; devemos tornar cada segundo útil e, em tudo, procurar extrair o máximo.

Quantas foram as horas que jogamos fora por nos deter em atividades que não têm nenhuma utilidade para uma vida de santificação. Não queremos dizer com isso que devemos estar sempre realizando tarefas diretamente ligadas à Igreja, mas que, em tudo, devemos oferecer uma oblação ao nosso Deus. Todos os nossos atos devem ser uma prova de amor.

Se estamos trabalhando, devemos ser honestos — não apenas por sermos honestos, mas porque isso agrada ao nosso Deus. Quando formos nos divertir, devemos fazê-lo com santidade — não para parecermos melhores que os outros, mas porque isso agrada ao nosso Deus. Quando formos estudar, devemos fazê-lo para crescer em coerência com nossa missão na terra.

Comentário Diário | Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo. – Evangelho (Jo 21,15-19)

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Foto por Anderson mendes em Pexels.com

A relação com Cristo exige um amor mútuo para que nossa afinidade com Ele possa crescer. Nosso Senhor Jesus Cristo nos ama independentemente de O amarmos de volta, mas, para que possamos prosseguir na vida espiritual e alcançar os Céus, precisamos retribuir esse amor. Se permanecermos apenas em um amor unilateral, morreremos em nosso pecado.

Seremos prisioneiros deste amor — não por opressão, mas porque ele é profundamente cativante. Não conseguiremos mais nos imaginar longe desse afago que aquece nossa alma. Não é uma escravidão que oprime; ao contrário, é um sentimento tão forte que nos torna capazes de erguer montes apenas para estar ao Seu lado. Nós O amamos, e Ele nos ama.

Os que preferem viver uma vida desenfreada e não se entregam a esse amor não sabem o que estão deixando de experimentar. Viver em Cristo é algo inexplicável: é um amor puro e santo que nos eleva às alturas, livre de todas as correntes, e faz nascer em nossos lábios sorrisos que não se acabam. Vivemos uma alegria verdadeira, que brota do mais profundo do nosso ser.

Comentário Diário | Pai santo, eu não te rogo somente por eles, mas também por aqueles que vão crer em mim pela sua palavra. – Evangelho (Jo 17,20-26)

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Foto por Google DeepMind em Pexels.com

Desde que nós nascemos, já estávamos marcados para sermos de Cristo. Não fomos nós que o escolhemos, mas Ele quem nos retirou do meio do mundo e nos escolheu. Nossa pertença a Cristo vai muito além de acreditarmos que seus pensamentos são certeiros; pertence à nossa própria natureza. Viemos de Deus e para Deus devemos voltar.

Muitos lutam para caminhar por um caminho que não é o seu. Nosso lugar não é longe de Deus, pois Ele nos criou para sermos d’Ele, e somente teremos felicidade se estivermos ao seu lado. Isso não nos aprisiona; pelo contrário, é o que nos torna livres. Quando colocamos um peixe fora da água, ele não pensa que está livre da água — ele simplesmente se sente sufocado.

É da nossa natureza, pertence à forma como fomos criados. Temos um início e uma origem na criação, e devemos prestar contas a Ele. Quando nos afastamos, perdemos nossa própria característica e vamos nos tornando algo que não somos. Voltem para casa: sua casa é o braço de Deus, e não uma vida de pecado e desilusões. Voltem para Deus e sejam felizes.

Comentário Diário | Eu guardei-os e nenhum deles se perdeu, a não ser o filho da perdição. – Evangelho (Jo 17,11b-19)

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Foto por Manuel Bartsch em Pexels.com

Ficamos felizes quando vemos uma história que dá certo, quando possui um final bom. Acreditamos que isso nos ensina muito: ensina a não desistir, a ter força mesmo quando as coisas estão contrárias, a confiar que tudo vai dar certo no final — e isso é bom. Mas e quando a história não dá certo? Quando o final é triste, como foi o de Judas Iscariotes?

Certamente, nosso método costuma ser descartar esse final triste. Nós o desprezamos totalmente, porque ele não nos agrada e realmente não deve nos agradar, pois é algo mau. Porém, os finais tristes servem para nos alertar. Quantas vezes Nosso Mestre diz: “olhem, para que não terminem iguais a eles”. Isso é algo que devemos considerar. Precisamos olhar para os finais tristes e identificar os erros.

Certamente, a traição não começou na noite da última ceia. Foi algo que nasceu aos poucos no coração dele, e ele não foi zeloso em aniquilar esse mau pensamento. Quando vamos nutrindo o mal, ele cresce e toma conta de nós, até o ponto de fazermos algo que não condiz com nossa índole — mas, nesse momento, nossa índole já foi totalmente modificada.

Comentário Diário | Manifestei o teu nome aos homens que tu me deste do meio do mundo. – Evangelho (Jo 17,1-11ª)

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Foto por Leandro Rossi em Pexels.com

Nossa pertença não é deste mundo, nós nascemos do Céu e pertencemos a Ele. Nosso desejo é retornar à nossa casa. Quando uma inquietação nos bate e desejamos algo que não sabemos, mas sabemos que nossa alma clama por isto, na verdade é nossa natureza com sede da natureza divina, estamos desejando contemplar a face de Deus.

Quantas tristezas poderíamos estar evitando ao abraçar tudo aquilo que a fé nos exige. Quando nos entregamos à vontade divina, nossas forças são renovadas e temos coragem para desafiar as batalhas que somos chamados a vencer. Temos sede de Deus e estar ao seu lado é o que nossa natureza pede. Não desejamos coisas pequenas, mas desejamos a grandeza de estar com Deus.

Nós pertencemos ao Pai, desde que nascemos fomos escolhidos por Ele para estar ao seu lado. Ele quer estar junto a nós, nossa ausência faz nossa alma sofrer e também faz nosso Deus sofrer, visto que Ele nos ama ternamente. Muitas vezes não precisamos navegar contra os ventos de nossa vida, por muitas vezes eles somente estão querendo nos levar para casa.

Comentário Diário | Por isto cremos que vieste da parte de Deus – Evangelho (Jo 16,29-33)

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Temos muitos conceitos sobre Nosso Senhor Jesus Cristo. Vemo-lo como nosso norte, como alguém que devemos seguir, como uma alternativa salvadora nos momentos de dificuldade. Mas quantas vezes o classificamos como uma verdade da parte de Deus? Nosso Mestre é Deus e nos exige que vivamos uma vida diferente, uma vida ligada à graça celeste.

Quando sabemos que Cristo vem da parte de Deus e é Deus, isso nos exige que tenhamos outra vida, pois seus ensinamentos não podem somente mudar nossa vida, mas são a força que nos faz continuar. Como nosso Mestre é Deus, não temos mais motivos para não mudar de vida. Ele mesmo é a força; aqueles que vivem no erro o fazem por escolha própria.

Quem escolhe estar ao lado de Cristo deve mudar também seus hábitos. Não podemos estar do lado errado e do lado certo ao mesmo tempo, mas temos que ter um posicionamento. Se queremos a Luz, devemos andar conforme a claridade; se queremos andar nas trevas, devemos abandonar tudo aquilo que é da Luz, visto que são coisas incompatíveis.