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A caminho da santidade

~ Blog Mariano

A caminho da santidade

Arquivos do Autor: Darlan Andrade

O SÉTIMO MANDAMENTO: NÃO ROUBAR

24 terça-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

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Tags

bens, mandamentos, não roubar, propriedade, sétimo mandamento

503. Que diz o sétimo mandamento?

2401-2402

Ele enuncia o destino, a distribuição universal e a propriedade privada dos bens, e ainda o respeito das pessoas, dos seus bens e da integridade da criação. A Igreja encontra fundada neste mandamento também a sua doutrina social, que compreende o recto agir na actividade económica e na vida social e política, o direito e o dever do trabalho humano, a justiça e a solidariedade entre as nações, o amor aos pobres.

504. Em que condições existe o direito à propriedade privada?

2403

O direito à propriedade privada existe se ela for adquirida ou recebida de modo justo e desde que seja respeitado o destino universal dos bens para a satisfação das necessidades fundamentais de todos os homens.

505. Qual é o fim da propriedade privada?

2404-2406

O fim da propriedade privada é a garantia da liberdade e da dignidade de cada uma das pessoas, ajudando-as a satisfazer as necessidades fundamentais próprias daqueles por quem se tem a responsabilidade e dos outros que vivem em necessidade.

506. O que prescreve o sétimo mandamento?

2407

2450-2451

O sétimo mandamento prescreve o respeito dos bens alheios, mediante a prática da justiça e da caridade, da temperança e da solidariedade. Em particular, exige o respeito das promessas e dos contractos estipulados; a reparação da injustiça cometida e a restituição do mal feito; o respeito pela integridade da criação mediante o uso prudente e moderado dos recursos minerais, vegetais e animais que há no universo, com especial atenção para com as espécies ameaçadas de extinção.

507. Como é que o homem se deve comportar com os animais?

2416-2418

257

O homem deve tratar os animais, criaturas de Deus, com benevolência, evitando quer o amor excessivo para com eles, quer o seu uso indiscriminado, sobretudo para experimentações científicas efectuadas para lá dos limites razoáveis e com sofrimentos inúteis para os próprios animais. ( )

508. Que proíbe o sétimo mandamento?

2408-2413 2453-2455

O sétimo mandamento, antes de mais, proíbe o furto que é a usurpação do bem alheio contra a razoável vontade do seu proprietário. É o que também sucede no pagamento de salários injustos; na especulação sobre o valor dos bens para obter vantagens com prejuízo para os outros; na falsificação de cheques ou facturas. Proíbe, além disso, cometer fraudes fiscais ou comerciais, causar um dano às propriedades privadas ou públicas. Proíbe também a usura, a corrupção, o abuso privado dos bens sociais, os trabalhos culpavelmente mal feitos e o esbanjamento.

509. Qual é o conteúdo da doutrina social da Igreja?

2419-2423

A doutrina social da Igreja, como desenvolvimento orgânico da verdade do Evangelho sobre a dignidade da pessoa humana e sobre a sua dimensão social, contém princípios de reflexão, formula critérios de juízo, oferece normas e orientações para a acção.

510. Quando é que a Igreja intervém em matéria social?

2420; 2458

A Igreja emite um juízo moral em matéria económica e social quando isto é exigido pelos direitos fundamentais da pessoa, do bem comum ou da salvação das almas.

511. Como se deve exercer a vida social e económica?

2459

Segundo os seus próprios métodos, no âmbito da ordem moral, ao serviço da pessoa humana na sua integridade e de toda a comunidade humana, no respeito da justiça social. Ela deve ter o homem como seu autor, centro e fim.

512. O que é que se opõe à doutrina social da Igreja?

2424 – 2425

Opõem-se à doutrina social da Igreja os sistemas económicos e sociais que sacrificam os direitos fundamentais das pessoas ou que fazem do lucro a sua regra exclusiva ou o seu fim último. Por isso, a Igreja rejeita as ideologias associadas, nos tempos modernos, ao «comunismo» ou às formas ateias e totalitárias de «socialismo». Rejeita, além disso, na prática do «capitalismo», o individualismo e o primado absoluto da lei do mercado sobre o trabalho humano.

513. Qual é o significado do trabalho para o homem?

2426-2428 2460 – 2461

O trabalho é para o homem um dever e um direito, mediante o qual ele colabora com Deus criador. Com efeito, trabalhando com empenho e competência, a pessoa põe em acção capacidades inscritas na sua natureza, exalta os dons do Criador e os talentos recebidos, sustenta-se a si e aos seus familiares, serve a comunidade humana. Além disso, com a graça de Deus, o trabalho pode ser meio de santificação e de colaboração com Cristo para a salvação dos outros.

514. A que tipo de trabalho tem direito a pessoa humana?

2429;

2433-2434

A todos deve ser possível obter um trabalho seguro e honesto, sem discriminações injustas, respeitando a livre iniciativa económica e uma justa retribuição.

515. Qual a responsabilidade do Estado acerca do trabalho?

2431

Compete ao Estado fornecer a segurança das garantias das liberdades individuais e da propriedade, para além duma moeda estável e de serviços públicos eficientes; compete-lhe ainda zelar e orientar o exercício dos direitos humanos no sector económico. A sociedade deve ajudar os cidadãos a encontrar trabalho, conforme as circunstâncias.

516. Qual a missão dos responsáveis das empresas?

2432

Os responsáveis das empresas têm a responsabilidade económica e ecológica das suas operações. Estão obrigados a ter em conta o bem das pessoas e não apenas o aumento dos lucros, embora estes sejam necessários para assegurar os investimentos, o futuro das empresas, o emprego e o bom andamento da vida económica.

517. Quais os deveres dos trabalhadores?

2435

Devem realizar o seu trabalho, com consciência, competência e dedicação, procurando resolver, com o diálogo, eventuais controvérsias. O recurso à greve não violenta é moralmente legítimo quando se apresenta como instrumento necessário, em vista dum benefício proporcionado e tendo em conta o bem comum.

518. Como realizar a justiça e a solidariedade entre as nações?

2437-2441

No plano internacional, todas as nações e instituições devem actuar na solidariedade e na subsidiariedade, com vista a eliminar, ou pelo menos reduzir, a miséria, a desigualdade dos recursos e dos meios económicos, as injustiças económicas e sociais, a exploração das pessoas, a acumulação da dívida dos países pobres, os mecanismos perversos que criam obstáculos ao progresso dos países menos desenvolvidos.

519. Como é que os cristãos participam na vida política e social?

2442

Os fiéis leigos intervêm directamente na vida política e social animando, com espírito cristão, as realidades temporais e colaborando com todos, como autênticas testemunhas do Evangelho e promotores da paz e da justiça.

520. Em que se inspira o amor aos pobres?

2443 – 2449

2462 – 2463

O amor aos pobres inspira-se no Evangelho das bem-aventuranças e no exemplo de Jesus com a sua constante atenção aos pobres. Jesus disse: «Todas as vezes que fizerdes isto a um só destes irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes» (Mt 25,40). O amor aos pobres manifesta-se na acção contra a pobreza material e contra as numerosas formas de pobreza cultural, moral e religiosa. As obras de misericórdia, espirituais e corporais e as numerosas instituições de beneficência que surgiram ao longo dos séculos, constituem um concreto testemunho do amor preferencial pelos pobres que caracteriza os discípulos de Jesus.

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Deus não desampara nenhum dos seus filhos.

23 segunda-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Números

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Tags

a culpa é nossa, Deus pai bondoso, distribuição, ganancia, maus pensamentos, nossa liberdade

Salve Maria!

Vamos Jovens!

  Mais uma vez, por todo o sempre, te pedimos, vem, vem, vinde sobre nós, conforta-nos, cura-nos, livra-nos. Somente a ti recorreremos, ó Espirito de graça.

  Doces irmãos, tenham a santa certeza de que por todo o sempre somos convidados a viver uma vida de graça, Deus é o nosso pai bondoso, pai este que nos torna em uma só família. Bondoso, assim chamamos esse pai, pai único, pai de nossos pais, pai, Deus é o nosso pai, ele tudo nos dá.

   Caríssimos, tenham a certeza que tudo Deus nos dá, concede diante de nossosPOVERTY. olhos humanos as coisas visíveis e, no mais íntimo do nosso ser as coisas invisíveis, tudo ele nos dá, a nós tudo foi dado, como bem diz o evangelho, somos instituídos como administradores, devemos ser bons, espertos, administradores. Tudo nos foi dado, Deus sabe o número dos seus filhos, conforme a proporção da quantidade de filhos seus ele mede a distribuição dos seus bens, ele não desampara ninguém. Mas, nós por nossa perversão, por muitas vezes, acabamos furtando aquilo que Deus entregou nas mãos do pequenino, isso é terrível. Devemos viver conforme aquilo que é justo. Com efeito, dai a cada um o que lhe pertence.

   Ó Mãe amável, conduzi-nos, assim sempre repetiremos, conduzi-nos, esse é o nosso único pedido, ó mãe de sabedoria, mãe santa, nós confiamos em teus ensinamentos, que somente nos convida a obedecer teu filho. Como os pássaros nos céus assim cantamos teus méritos, te honramos por ter sido e é uma fiel serva. Com teu terço nas mãos dizemos: Bendita és tu. Abençoai-nos, ó Mãe bondosa.

Ficai em paz

Ficai com Maria

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Se prender a lei de Deus é se libertar da solidão de uma vida triste

20 sexta-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Números

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Tags

bons filhos, bons servos, confiar em Deus, falsas felicidade, Libertinagem, Mãe querida, Números 25. 1 18, obediencia

Salve Maria!

Vamos Jovens!

   Vinde o Deus Espirito Santo, somente a ti recorreremos, somente vós tem poder, fonte de todo o poder. Somente uma coisa vós pedimos, livra-nos dos maus conselhos dos perversos.

   Doces irmãos, em tudo sede obedientes. Quantas vezes ouvimos e ouviremos essa frase, é Deus que nos pede obediência, somente isso, obedecer, como é bondoso, tudo nos dar e de nós somente exige uma coisa, obediência, sempre ser. Assim somos, aqueles que amam, nós que vivemos o amor, em tudo somos obedientes, formados pela graça salvífica de Deus. Dou-te graças, ó Pai bondoso.

   Caríssimos, como é ardente o nosso desejo de felicidade, sempre o depositamosobediência. na liberdade, sendo isto certo. Como antes dito, somente sendo livre, como assim julgamos, alcançaremos a felicidade, a grande e tão esperada felicidade. Mas, por triste ilusão, muitos acabam tendo a liberdade como algo que não se afilia as leis, seja ela, as leis, de qualquer natureza, muito errado esse pensamento. Devemos, se quisermos ser feliz, em tudo ser obedientes as leis sacras, a obediência a essas leis é o que nos tonará felizes, pois nos sentiremos completos, como um filho que se sente amado por seu pai, e, por contraprestação ama seu pai. Assim, somente assim, nos sentiremos completos, todas as lacunas que há no mais extremo do nosso ser serão preenchidas, somente por nos sentirmos amados, todavia, não somente amados, não somente como seres que são amados, alhures, seres também que sabem e praticam o amor, amor ao outro, amar o outro é o meio e consequência de se sentir feliz. Quem amam a Deus, como sempre repetido, ama seu irmão. Se prender a lei de Deus é se libertar da solidão de uma vida triste.

  Mãe querida, mãe amada, ama venerável, conduzi-nos pelos caminhos do amor, como filhos, que somos, assim te pedimos. Tu fora quem bem soubera beber deste manancial insondável, tu fora que bem soubera obedecer todos os mandamentos, assim também queremos ser. Através da oração de teu rosário vamos escutando as tuas palavras e, dia após dia, aprendendo a como ser bons filhos, servos obedientes. Obrigado mãe.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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SEXTO MANDAMENTO: NÃO COMETER O ADULTÉRIO

19 quinta-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

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Tags

a graça de Deus, castidade, Dons, filhos, O Matrimonio, os esposos, temperança

487. Qual a missão da pessoa humana em relação à própria a identidade sexual?

2331-2336.

2392-2393

Deus criou o ser humano como homem e mulher, com igual dignidade pessoal, e inscreveu nele a vocação ao amor e à comunhão. Compete a cada um aceitar a sua identidade sexual, reconhecendo a sua importância para a pessoa toda, bem como o valor da especificidade e da complementaridade.

488. O que é a castidade?

2337-2338

A castidade é a integração positiva da sexualidade na pessoa. A sexualidade torna-se verdadeiramente humana quando é bem integrada na relação pessoa a pessoa. A castidade é uma virtude moral, um dom de Deus, uma graça, um fruto do Espírito.

489. O que supõe a virtude da castidade?

2339-2341

Supõe a aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia de liberdade humana aberta ao dom de si. Para tal fim, é necessária uma educação integral e permanente, através de etapas graduais de crescimento.

490. Quais os meios que ajudam a viver a castidade?

2340-2347

São numerosos os meios à disposição: a graça de Deus, a ajuda dos sacramentos, a oração, o conhecimento de si, a prática duma ascese adaptada às situações, o exercício das virtudes morais, em particular da virtude da temperança, que procura fazer com que as paixões sejam guiadas pela razão.

491. Como é que todos são chamados a viver a castidade?

2348 – 2350

2394

Todos, seguindo Cristo modelo de castidade, são chamados a levar uma vida casta, segundo o próprio estado de vida: uns na virgindade ou no celibato consagrado, forma eminente de uma mais fácil entrega a Deus com um coração indiviso; os outros, se casados, vivendo a castidade conjugal; os não casados vivem a castidade na continência.

492. Quais os principais pecados contra a castidade?

2351 – 2359

2396

São pecados gravemente contrários à castidade, cada um segundo a natureza do objecto: o adultério, a masturbação, a fornicação, a pornografia, a prostituição, o estupro, os actos homossexuais. Estes pecados são expressão do vício da luxúria. Cometidos contra os menores, são atentados ainda mais graves contra a sua integridade física e moral.

493. Porque é que o sexto mandamento, que diz «não cometerás adultério», proíbe todos os pecados contra a castidade?

2336

Embora no texto bíblico se leia «não cometerás adultério» (Ex 20,14), a Tradição da Igreja segue complexivamente todos os ensinamentos morais do Antigo e Novo Testamento, e considera o sexto mandamento como englobando todos os pecados contra a castidade.

494. Qual a missão das autoridades civis em relação à castidade?

2354

As autoridades civis, obrigadas a promover o respeito pela dignidade da pessoa, devem contribuir para criar um ambiente favorável à castidade, mesmo impedindo, com leis apropriadas, a difusão de algumas das chamadas graves ofensas à castidade, para proteger sobretudo os menores e os mais débeis.

495. Quais os bens do amor conjugal a que a sexualidade se ordena?

2360-2361;

2397-2398

Os bens do amor conjugal, que para os baptizados é santificado pelo sacramento do matrimónio, são: a unidade, a fidelidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade.

496. Qual o significado do acto conjugal?

2362-2367

O acto conjugal tem um duplo significado: unitivo (a mútua doação dos esposos) e procriador (a abertura à transmissão da vida). Ninguém deve quebrar a conexão inquebrável que Deus quis entre os dois significados do acto conjugal, excluindo um deles.

497. Quando é que a regulação dos nascimentos é moral?

2368-2369

2399

A regulação dos nascimentos, que é uma componente da paternidade e maternidade responsáveis, é objectivamente conforme à moralidade quando é realizada pelos esposos sem imposições externas, nem por egoísmo, mas com base em motivos sérios e o recurso a métodos conformes aos critérios objectivos da moralidade, isto é, com a continência periódica e o recurso aos períodos infecundos.

498. Quais os meios imorais na regulação dos nascimentos?

2370 – 2372

É intrinsecamente imoral toda a acção – como, por exemplo, a esterilização directa ou a contracepção – que, na previsão do acto conjugal ou na sua realização ou no desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como objectivo ou como meio, impedir a procriação.

499. Porque é que a inseminação e a fecundação artificiais são imorais?

2373-2377

São imorais porque dissociam a procriação do acto com que os esposos se entregam mutuamente, instaurando assim um domínio da técnica sobre a origem e o destino da pessoa humana. Além disso, a inseminação e a fecundação heteróloga, com o recurso a técnicas que envolvem uma pessoa estranha ao casal dos esposos, prejudicam o direito do filho a nascer dum pai e duma mãe conhecidos por ele, ligados entre si pelo matrimónio e tendo o direito exclusivo a tornarem-se pais, só um através do outro.

500. Como deve ser considerado um filho?

2378

O filho é um dom de Deus, o maior dom do matrimónio. Não existe um direito a ter filhos («o filho exigido, a todo o custo»). Existe, ao contrário, o direito do filho a ser o fruto do acto conjugal dos seus progenitores e o direito a ser respeitado como pessoa desde o momento da sua concepção.

501. Que devem fazer os esposos sem filhos?

2379

No caso em que o dom do filho não lhes tivesse sido concedido, os esposos, esgotados os recursos médicos legítimos, podem mostrar a sua generosidade, mediante o cuidado ou a adopção, ou então realizando serviços significativos em favor do próximo. Deste modo, realizarão uma preciosa fecundidade espiritual.

502. Quais são as ofensas contra a dignidade do matrimónio?

2380-2391

2400

São: o adultério, o divórcio, a poligamia, o incesto, a união de facto (convivência, concubinato) e o acto sexual antes ou fora do matrimónio.

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Obedecei aquele que tudo domina.

18 quarta-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Números

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Tags

Dominador, filhos da graça, graça de Deus, Luz, Números 24. 1 25., presciência, rei, vitoria

Salve Maria!

Vamos Jovens!

A ti pedimos, ó Espirito de sabedoria, vinde sobre nós, enche-nos com as tuas belezas, pelos teus caminhos queremos andar. Vinde sobre nós, queremos pertencer somente a ti.

Doces irmãos, vivei retamente, cuidado com as falsas doutrinas que, dia e noite, a todo o momento, tenta-nos a abandonar o caminho da felicidade. Somente as palavras de vida que são nos apresentadas pelo livro de Deus, pelo livro que é Deus, é que nos conduzirá para aquilo que mais desejamos, a vida eterna.

Caríssimos, somos chamados à obediência, a servir fielmente o nosso mestre,Transfiguração do Senhor somos filhos da graça, chamados a vida eterna, devemos obedecer aquele que tudo domina, aquele que tem presciência de tudo, que criou tudo, quer material, quer espiritual, meio e fim. Somente a esse Deus-bondade devemos obedecer, somente a ele. Aqueles que se oporem aos santos mandamentos terão como triste fim a condenação eterna. Somente os fiéis servos encontraram a felicidade de para todo o sempre louvar o Deus-amor.

Doce Mãe, guia-nos, sempre guiai-nos para que não nos perdíamos nesses caminhos, ora longos, ora curtos, bem curtos são para aqueles que tem conhecimento, que sabem sentir os tempos, tempo que não há tempo, dias que são minutos, assim são os minutos que nos resta, escassos. Ensina-nos a andar para que bom possamos aproveitar os últimos passos que nos resta. Com teu terço, sempre felizes, vamos confiantes na vitória.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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Deixai para Deus o que só pertence a Deus.

17 terça-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Números

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a sabedoria, Deus sabedoria, julgar, não devemos julgar, Números 23. 1 30, poder de julgar, só o néscio faz o que não lhe é permitido, somos convidados a sermos sábio

Salve Maria!

Vamos Jovens!

A ti, ó graça escondida, ó rebento mais forte, sempre te pediremos a vir ao nosso encontro. Enche-nos de tua sabedoria.

“Como poderei amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoa? Como encolerizar-me, se o Senhor não se encolerizou?” (Números 23, 8).

Doces irmãos, como felizes somos, a felicidade é a nosso essência, mil e milhões de vezes isso repetiremos, pois, como bem sabemos, é verdadeiro, não cansamos de falar a verdade, a verdade é doce, conforta a alma. Cada vez que da verdade falamos nosso coração se enche do Espirito de Deus e, por consequência, nossa voz fica mais forte e alcança multidões. Como bom é falar de Deus, como é bom ser de Deus, como é bom ser feliz.

Caríssimos, por que julgar? Por que alguns perdem seus escassos minutos julgando e maldizendo outrem? Fazem isso porque não conhecem a beleza e a paz que há na sabedoria. Devemos, amados, aprender, dia e noite, a como ouvir nosso interior, de lá retiraremos todas as repostas que precisamos para sermos felizes, uma das respostas que por primeiro descobriremos é que somente a Deus pertence o poder de julgar, somente ele pode julgar. Não podemos julgar, mesmo tendo a verossimilhança de quem julgamos é culpado, não nos pertence o poder de julgar, somos indignos, aquele que julgamos não é menos indigno que nós, e nós nãos somos mais digno que ele, todos nos encontramos num mesmo patamar. Quem de nós julgar, poderemos ter a certeza, que esse, é duma ignorância terrível. Amigos, se não podemos julgar aqueles que sabemos que merecem, como nós, o que falar daqueles que foram separados por escolha de Deus.

Mãe da sabedoria, nós vos pedimos, guia-nos, queremos a felicidade, somente seguindo-te mais facilmente e sem tantas lagrimas encontraremos, somente seguindo-te. Tu és quem bem sabe onde se encontra a verdade encarnada, no teu coração, no nosso coração, somente com a tua ajuda lá chegaremos com mais facilidade, não é um lugar de fácil aceso, para aqueles que se encontram cegos, somente com o teu auxilio lá chegaremos e, por fim, por doce fim, contigo estaremos felizes, para todo o sempre, debruçados nos lindos e felizes bosques da Felicidade.bonsque

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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O QUINTO MANDAMENTO: NÃO MATAR

12 quinta-feira set 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

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Tags

a vida, aborto, dignidade humana, embrião, Não matar, pena de morte, penas, vida embrionária

466. Porque respeitar a vida humana?

2258-2262

2318-2320

Porque é sagrada. Desde o seu início ela supõe a acção criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. A ninguém é lícito destruir directamente um ser humano inocente, pois é um acto gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador. «Não causarás a morte do inocente e do justo» (Ex 23, 7).

467. Porque é que a legítima defesa das pessoas e das sociedades não vai contra tal norma?

2263-2265

Porque com a legítima defesa se exerce a escolha de defender e valorizar o direito à própria vida e à dos outros, e não a escolha de matar. Para quem tem responsabilidade pela vida do outro, a legítima defesa pode até ser um dever grave. Todavia ela não deve comportar um uso da violência maior que o necessário.

468. Para que serve uma pena?

2266

A pena, infligida por uma legítima autoridade pública, tem como objectivo compensar a desordem introduzida pela culpa, preservar a ordem pública e a segurança das pessoas, e contribuir para a emenda dos culpados.

469. Que pena se pode aplicar?

2267

A pena infligida deve ser proporcionada à gravidade do delito. Hoje, na sequência das possibilidades do Estado para reprimir o crime tornando inofensivo o culpado, os casos de absoluta necessidade da pena de morte «são agora muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes» (Evangelium vitae). Quando forem suficientes os meios incruentos, a autoridade deve limitar-se ao seu uso, porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum, são mais conformes à dignidade da pessoa humana e não retiram definitivamente ao culpado a possibilidade de se redimir.

470. Que proíbe o quinto mandamento?

2268-2283

2321-2326

O quinto mandamento proíbe como gravemente contrários à lei moral: O homicídio directo e voluntário e a cooperação nele;

O aborto directo, querido como fim ou como meio, e também a cooperação nele, crime que leva consigo a pena de excomunhão, porque o ser humano, desde a sua concepção, deve ser, em modo absoluto, respeitado e protegido totalmente;

A eutanásia directa, que consiste em pôr fim à vida de pessoas com deficiências, doentes ou moribundas, mediante um acto ou omissão duma acção devida;

O suicídio e a cooperação voluntária nele, enquanto ofensa grave ao justo amor de Deus, de si e do próximo: a responsabilidade pode ser ainda agravada por causa do escândalo ou atenuada por especiais perturbações psíquicas ou temores graves.

471. O que é consentido, medicamente, quando a morte é tida como iminente?

2278-2279

Os cuidados habitualmente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. São legítimos o uso de analgésicos, que não têm como fim a morte, e também a renúncia ao «excesso terapêutico», isto é, à utilização de tratamentos médicos desproporcionados e sem esperança razoável de êxito positivo.

472. Porque é que a sociedade deve proteger o embrião?

2274

O direito inalienável à vida de cada ser humano, desde a sua concepção, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação. Quando o Estado não coloca a sua força ao serviço dos direitos de todos e em particular dos mais fracos, e entre eles dos concebidos ainda não nascidos, passam a ser minados os próprios fundamentos do Estado de direito.

473. Como se evita o escândalo?

2284-2287

O escândalo, que consiste em levar alguém a fazer o mal, evita-se respeitando a alma e o corpo da pessoa. Se alguém induz deliberadamente outro a pecar gravemente, comete uma culpa grave.

474. Que deveres temos em relação ao corpo?

2288-2291

O dever dum razoável cuidado da saúde física, da nossa e da dos outros, evitando todavia o culto do corpo e toda a espécie de excessos. Evitar o uso de estupefacientes, com gravíssimos danos para a saúde e a vida humana e também o abuso dos alimentos, do álcool, do tabaco e dos remédios.

475. Quando são moralmente legítimas as experiências científicas, médicas ou psicológicas, sobre pessoas ou grupos humanos?

2292-2295

São moralmente legítimas se estão ao serviço do bem integral da pessoa e da sociedade e não trazem riscos desproporcionados à vida e à integridade física e psíquica dos indivíduos, que devem ser oportunamente esclarecidos e dar o seu consentimento.

476. São consentidos a transplantação e doação de órgãos, antes e depois da morte?

2296

A transplantação de órgãos é moralmente aceitável com o consentimento do doador e sem riscos excessivos para ele. Para o acto nobre da doação de órgãos depois da morte, deve acertar-se plenamente a morte real do doador.

477. Quais as práticas contra o respeito à integridade corpórea da pessoa humana?

2297-2298

São: os raptos e sequestros de pessoas, o terrorismo, a tortura, as violências, a esterilização directa. As amputações e as mutilações duma pessoa só são moralmente consentidas para indispensáveis fins terapêuticos da mesma.

478. Que cuidado ter com os moribundos?

2299

Os moribundos têm direito a viver com dignidade os últimos momentos da sua vida terrena, sobretudo com a ajuda da oração e dos sacramentos que preparam para o encontro com o Deus vivo.

479. Como tratar os corpos dos defuntos?

2300 – 2301

Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade. A sua cremação é permitida, se não puser em causa a fé na ressurreição dos corpos.

480. Que pede o Senhor a cada um em ordem à paz?

2302 – 2303

O Senhor, que proclama «bem-aventurados os obreiros da paz» (Mt 5, 9), pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da ira, que é desejo de vingança pelo mal recebido, e do ódio, que leva a desejar o mal ao próximo. Estas atitudes, se voluntárias e consentidas em matéria de grande importância, são pecados graves contra a caridade.

481. O que é a paz no mundo?

2304-2305

A paz no mundo, a qual é exigida para o respeito e desenvolvimento da vida humana, não é a simples ausência de guerra ou equilíbrio entre as forças em contraste, mas é «a tranquilidade da ordem» (S. Agostinho), «fruto da justiça» (Is 32, 17) e efeito da caridade. A paz terrena é imagem e fruto da paz de Cristo.

482. O que exige a paz no mundo?

2304;

2307–2308

Exige a distribuição equitativa e a tutela dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito da dignidade das pessoas e dos povos, a assídua prática da justiça e da fraternidade.

483. Quando é moralmente consentido o uso da força militar?

2307-2310

O uso da força militar é moralmente justificado pela presença contemporânea das seguintes condições: certeza de um dano permanente e grave; ineficácia doutras alternativas pacíficas; fundadas possibilidades de êxito; ausência de males piores, considerado o poder actual dos meios de destruição.

484. A quem compete a avaliação rigorosa dessas condições, em caso de guerra?

2309

Compete ao juízo prudente dos governantes, aos quais compete também o direito de impor aos cidadãos a obrigação da defesa nacional, salvo o direito pessoal à objecção de consciência, a realizar-se com outra forma de serviço à comunidade humana.

485. O que exige a lei moral, em caso de guerra?

2312-2314

2328

A lei moral permanece sempre válida, mesmo em caso de guerra. Devem tratar-se com humanidade os não combatentes, os soldados feridos e os prisioneiros. As acções deliberadamente contrárias ao direito dos povos e as disposições que as impõem são crimes que a obediência cega não pode desculpar. Devem-se condenar as destruições em massa, bem como o extermínio de um povo ou duma minoria étnica, que são pecados gravíssimos e obrigam moralmente a resistir às ordens de quem os ordena.

486. O que se deve fazer para evitar a guerra?

2315-2317

2327-2330

Devemos fazer tudo o que é razoavelmente possível para evitar de qualquer modo a guerra, devido aos males e injustiças que ela provoca. É necessário, em especial, evitar a acumulação e comércio de armas não devidamente regulamentadas pelos poderes legítimos; as injustiças sobretudo económicas e sociais; as discriminações étnicas e religiosas; a inveja, a desconfiança, o orgulho e o espírito de vingança. Tudo quanto se fizer para eliminar estas e outras desordens ajudará a construir a paz e a evitar a guerra.

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