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A caminho da santidade

~ Blog Mariano

A caminho da santidade

Arquivos do Autor: Darlan Andrade

Oração de São Jorge

14 sexta-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Oração

≈ 7 Comentários

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Guerreiro de Cristo, oração a São Jorge, São Jorge

Ó São Jorge, meu guerreiro, invencível na Fé em Deus, que trazeis em vosso rostoSão Jorge a esperança e confiança abra os meus caminhos.

Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer algum mal.

Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrarão sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentarão sem o meu corpo amarrar.

Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça, a Virgem de Nazaré, me cubra com o seu manto sagrado e divino, protegendo-me em todas as minhas dores e aflições, e Deus, com sua divina misericórdia e grande poder, seja meu defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, em nome de Deus, estenda-me o seu escudo e as suas poderosas armas, defendendo-me com a sua força e com a sua grandeza, e que debaixo das patas de seu fiel cavalo meus inimigos fiquem humildes e submissos a vós.

Ajudai-me a superar todo o desanimo e alcançar a graça que tanto preciso: (fazei aqui o seu pedido) Dai-me coragem e esperança fortalecei minha FÉ e auxiliai-me nesta necessidade. Com o poder de Deus, de Jesus Cristo e do Divino Espírito Santo.

Amém!

São Jorge rogai por nós!

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História de Santo Antonio de Pádua

13 quinta-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Religião

≈ 9 Comentários

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A língua que não pereceu, O Santo de Pádua, Santo Antonio, Santo português

No dia 13 junho, a Igreja Católica celebra o dia de Santo Antônio de Pádua, um dossa santos mais populares, venerado não somente em Pádua, onde foi construída uma basílica que acolhe os restos mortais dele, mas no mundo inteiro. São estimadas pelos fiéis as imagens e estátuas que o representam com o lírio, símbolo da sua pureza, ou com o Menino Jesus nos braços, que lembram uma aparição milagrosa mencionada por algumas fontes literárias.

Santo Antônio Nasceu em Lisboa, em uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiramente no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.

Em Coimbra, aconteceu um fato que mudou sua vida: em 1220, foram expostas as relíquias dos primeiros cinco missionários franciscanos que haviam se dirigido a Marrocos, onde encontraram o martírio. Esse acontecimento fez nascer no jovem Fernando o desejo de imitá-los e de avançar no caminho da perfeição cristã: então, pediu para deixar os cônegos agostinianos e converter-se em frade menor. A petição foi acolhida e, tomando o nome de Antônio, também ele partiu para Marrocos. Mas a Providência divina dispôs outra coisa.

eeDevido a uma doença, Santo Antônio se viu obrigado a voltar à Itália e, em 1221, encontrou São Francisco. Depois disso, viveu por algum tempo totalmente escondido em um convento perto de Forlì, no norte da Itália. Convidado, casualmente, a pregar por ocasião de uma ordenação sacerdotal, Antônio mostrou estar dotado de tal ciência e eloquência, que os superiores o destinaram à pregação. Começou, assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a retomarem sua participação e engajamento na vida eclesial.

Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, Antônio continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Concluído o mandato de provincial, retirou-se para perto de Pádua, local em que já havia estado outras vezes. Depois de apenas um ano, morreu nas portas da cidade, no dia 13 de junho de 1231. Pádua, que o havia acolhido com afeto e veneração em vida, prestou-lhe sempre honra e devoção.

Nos “Sermões”, Santo Antônio discorre sobre a oração como uma relação de amor, que conduz o homem a conversar com o Senhor, criando uma alegria que envolve a alma em oração. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Para Santo Antônio, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis que, no latim, definem-se como: obsecratio, oratio, postulatio, gratiarum actio. Poderíamos traduzi-las assim: abrir com confiança o próprio coração a Deus, conversar afetuosamente com Ele, apresentar-lhe as próprias necessidades, louvá-lo e agradecer-lhe.

(Extraído e adaptado da Catequese do Papa Bento XVI no dia 10 de fevereiro de 2010)

Santo casamenteiro

Assim é invocado pelas pessoas que desejam se casar e lembrado pelo nosso folclore. Não se sabe qual a origem dessa devoção. Talvez esteja ligada a algum milagre feito pelo santo em favor das mulheres, por exemplo, quando fez um recém-nascido falar para defender a mãe acusada injustamente de infidelidade pelo pai.

Mas há outro episódio com explicação mais direta. Certa senhora, no desespero da miséria a que fora reduzida, decidiu valer-se da filha, prostituindo-a, para sair do atoleiro. Mas a jovem, bonita e decidida, não aceitou de forma alguma. Como a mãe não parava de insistir, a moça resolveu recorrer à ajuda de Santo Antônio. Rezava com grande confiança e muitas lágrimas diante da imagem quando, das mãos do Santo, caiu um bilhete que foi parar nas mãos da moça. Estava endereçado a um comerciante da cidade e dizia: “Senhor N…, queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. Deus o guarde! Assinado: Antônio”.

A jovem não duvidou e correu com o bilhete na mão à loja do comerciante. Ested achou graça. Mas, vendo a atitude modesta e digna da moça, colocou o bilhete num dos pratos da balança e no outro deixou cair uma moedinha de prata. O bilhete pesava mais! Intrigado e sem entender o que se passava, o comerciante foi colocando mais uma moeda e outras mais, só conseguindo equilibrar os pratos da balança quando as moedas chegaram a somar 400 escudos. O episódio tornou-se logo conhecido e a moça começou a ser procurada por bons rapazes propondo-lhe casamento, o que não tardou a acontecer, e o casamento foi muito feliz. Daí por diante, as moças começaram a recorrer a Santo Antônio sempre que se tratava de casamento.

Santo das coisas perdidas

Esta tradição é antiquíssima, encontrando-se menção dela no famoso responsório “Si quaeris miracula”, extraído do ofício rimado de Juliano de Espira. Popularmente, o “Siquaeris” é mencionado como uma oração para encontrar objetos perdidos. A crença pode estar ligada a episódios da vida de Santo Antônio como este: Quando ensinava teologia aos frades em Montpeilier, na França, um noviço fugiu da Ordem levando consigo o Saltério de Frei Antônio, com preciosas anotações pessoais que utilizava nas suas lições. Antônio rezou pedindo a Deus para dar jeito de reaver o livro e foi atendido deste modo: enquanto o fugitivo ia passando por uma ponte, foi subitamente tomado pelo pavor, parecendo-lhe ver o demônio na sua frente que o intimava: “Ou você devolve o Saltério ao Frei Antônio ou vou jogá-lo da ponte para o rio!” Assustado e arrependido, o jovem voltou ao convento com o saltério e confessou ao santo a culpa.

O “pão dos pobres”

Essa prática consiste em doações para prover de pão os pobres, honrando assim o “protetor dos pobres” que é Santo Antônio. Uma tradição liga essa obra ao episódio de uma mãe cujo filho se afogou dentro de um tanque, mas recuperou a vida graças a Santo Antônio. A mulher prometera que, se o filho recuperasse a vida, daria uma porção de trigo igual ao peso do menino. Por isso, no começo, esta obra foi conhecida como a obra do “pondus pueri” (peso do menino). Outra tradição relaciona a obra do pão dos pobres com uma senhora de Tbulon, chamada Luísa Bouffier. A porta do seu armazém tinha enguiçado de tal modo que não havia outro remédio senão arrombar a porta. Fez, então, uma promessa ao santo: se conseguisse abrir a porta sem arrombá-la, doaria aos pobres uma quantia de pães. E deu certo. Daí por diante, as petições ao santo foram se multiplicando em diferentes necessidades. Toda vez que alguém era atendido, oferecia certa quantia de dinheiro para o pão dos pobres. A pequena mercearia de Luísa Bouffier tornou-se uma espécie de oratório ou centro social. A benéfica obra do “pão dos pobres” teve extraordinário desenvolvimento, com diferentes modalidades, e hoje é conhecida em toda parte.

Trezena

É uma “novena” de 13 dias, lembrando a data da morte de Santo Antônio. Também se lembra o dia 13 de cada mês, porque “dia 13 não é dia de azar, é dia de Santo Antônio”. Outros lembram Santo Antônio nas quartas-feiras, dia em que foi sepultado.

(Extraído e adaptado dos Cadernos Franciscanos, “Santo Antônio e a devoção Popular”, de Frei Adelino Pilonetto, Ofmcap).

Texto retira do Site O Diário.

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No caminho da graça Maria conosco vai.

12 quarta-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Levítico

≈ 10 Comentários

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a vitória, estar com o vencedor, força no caminho, Levítico 7. 1 38, Maria anda conosco., não há nada que nis derrotará, perdão, reconciliação, redimidos, se entregar ao pecado

Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, a fé, eis a nossa fortaleza, dele poderemos tirar nosso sustentofé para as dificuldades da vida, sempre esperar e confiar em Deus, os cristãos não podem deixar se abater por simples mazelas que invadem e balançam as nossas estruturas, muitas tempestades sobrevirão em nossa vida e para eles devemos estar preparados cingidos, revestidos da armadura da vitória. Como bons soldados devemos lutar por amor a nossa pátria e por nosso capitão, dar nossa vida sem reserva é a nossa força, e a fé nos conduzirá por caminhos belos se a ela nos entregarmos. Mas devemos estar cientes que por nossas fraquezas haverá momentos que nos sentiremos abandonados e acabaremos pecando se não nos esquivarmos dos pensamentos de frustação. Sentir-se em estado de abandono nos faz crescer, se separar do mundo é mais um motivo para crescimento na fé. Escutar o que há de mais intimo em nosso peito nos eleva ao um estado de crescimento, pois descobriremos nossos erros e encontraremos possibilidades para aniquila-los.

Caríssimos, o sentir-se sozinho, abandonado, se deixamos tal sentimento nos aconselhar, acabaremos nos afastando da graça, não há nada mais contrários a graça do que sentir-se derrotado. Amigos, nunca seremos derrotados, a vitória, se com o vencedor estamos, é a coisa mais certa que temos. Se o pecado invadiu a tua vida e hoje tu se sentes totalmente preso a ele – sendo essa a única derrota que existe, entregar-se ao pecado – lute para desta condição sair, Deus por sua infinita bondade já nos perdoo antes mesmo de praticarmos tamanha imundície nosso bom Pai já havia nos perdoado, agora só nos resta aceitar tal perdão, aceitar pedindo-lhe perdão, tentando se reconciliar com tão santo amor. Entretanto devemos ter como certeza que ao sermos perdoados temos que procurar o caminho dos redimidos, aqueles que agora estão nos caminho da graça não podem ter as mesmas praticas de antes, sua vida deve ser uma oferta perfeita, não se pode servi-lo pela metade, se largou a vida de ilusões tem que abandona-la por inteiro. Muitas das coisas que este mundo pratica não pertencem aos cristãos. Como redimidos devemos agir como redimidos.

Ó Mãe, como tu bem soubera praticar somente as coisas que compraz o teu Deus, nunca o desobedecerá, tua fidelidade foi maior até que a do próprio Abraão, dentre as criaturas não existira outra mais fiel. Sempre soubera acreditar, até mesmo quando era impossível para tua inocência tua acreditastes. Sempre soubera praticar as coisas que pertence aos que caminho rumo a santidade. Em macha lenta cantando e rezando teu Rosário nos dirigirmos para nossa casa eterna, obedecendo, perdoando e sendo perdoados contigo andamos e alegres adoramos nosso Deus.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

 

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Quando celebrar?

12 quarta-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 1 comentário

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Ano Litúrgico, celebração, dia santo, oração das horas

241. Qual é o centro do tempo litúrgico?

1163-1167

1193

O centro do tempo litúrgico é o Domingo, fundamento e núcleo de todo o ano litúrgico, que tem o seu cume na Páscoa anual, a festa das festas.

242. Qual é a função do ano litúrgico?

1168–1173.

1194–1195

No ano litúrgico, a Igreja celebra todo o Mistério de Cristo, da Encarnação até à sua vinda gloriosa. Nos dias estabelecidos, a Igreja venera com especial amor a bem-aventurada Virgem Maria Mãe de Deus e também faz memória Santos, que por Cristo viveram, com Ele sofreram e com Ele são glorificados.

243. O que é a liturgia das horas?

1174 – 1178

1196

A liturgia das horas, oração pública e comum da Igreja, é a oração de Cristo com o seu Corpo, a Igreja. Por ela, o Mistério de Cristo, que celebramos na Eucaristia, santifica e transfigura o tempo de cada dia. Ela compõe-se principalmente de Salmos e de outros textos bíblicos, e também de leituras dos Padres e dos mestres espirituais.

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Oração pelos namorados.

12 quarta-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Oração

≈ 4 Comentários

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Namorados, oração pelos namorados, que santo seja os casais desde o namoro

m

Santo Antônio, que sois invocado

como protetor dos namorados,

olhai por mim nesta fase importante da minha vida,

para que não pertube este tempo bonito com futilidades

e sonhos sem consistência, mas o aproveite

para um melhor e maior conhecimento

daquele ser que Deus colocou ao meu lado

e para que ele também melhor me conheça.

Assim juntos preparemos o nosso futuro

onde nos aguarda uma família que,

como vossa proteção, queremos cheia de amor,

felicidade, e sobretudo de bençãos de Deus.

Santo Antônio, abençoai este nosso namoro,

para que trancorra no amor, na pureza,

na compreensão, na sinceridade

e na aprovação de Deus.

Amém.

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A luz que brota do altar é inextinguível.

11 terça-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Levítico

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a luz é eterna, a luz do altar, a luz não se extingui, a luz sem sempre derrotará as trevas, as chamas que aquece o mundo, as trevas do prevalecerá sobre a luz, chamas do altar, Devemos animar a lutar com a luz, Levítico 6. 1 23, Luz

Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, perseverai na graça, vivei conforme os mandamentos da vida emluz do altar abundancia, desvia-te das pedras que poderão te derrubar, não se junte com os escarnecedores, guarda-te dos prazeres deste mundo, afasta-te das ideologias perversas e no final nos últimos momento a grande vitória a tua coroa será entregue em tuas maus e poderás delas se deliciar por toda a eternidade. As coisas que esta geração praticam não durarão mais que um sim respirar, é rápido o prazer que este mundo proporciona não passa de uma ligeira ilusão que após esgotar-se a dor e as lamúrias vem de forma terrível. Vivei conforme a verdade, faça de tua vida um sinal da graça de Deus, para que aqueles que vivem ludibriados possa encontrar em ti o caminho para largar as ilusões da carne, prazeres que, em verdade, não são prazeres, mas desprazeres. Como lindas são as vestes daqueles que pregam a boa nova.

Caríssimos, as trevas a cada dia mais ousam contaminar os corações, o brilho que este mundo tinha a cada dia está sendo desfigurado, as luzes que pareciam frutos legítimos desta terra estão se diminuindo. Isto se dá pelo falta de fé dos Cristãos, nos filho da salvação não podemos esmorecer ao ver tamanha maldade, pelo contrario se o mal ousa crescer devemos ter mais ânimo para lutar e lutar, para destruí-lo, seu crescimento, o mal, deve ser o nosso motivo para lutar em dobro, para rezar mais e mais, nunca devemos nos esconder ao ver as trevas crescerem. As trevas nunca dominará a luz, a luz sempre vencerá, a luz imediatamente extirpa as trevas, e a luz brilhará para sempre, nunca esgotará as chamas da luz, chamas que aquece o mundo e faz seus filhos fortes. “O fogo se conservará perpetuamente aceso no altar, sem jamais se apagar.” (Levítico 6, 6). Nunca se esgotará as chamas que brilham no altar, é luz que iluminará para sempre, é uma lei irrevogável. Como nós filhos e seguidores da luz podemos ter medo diante as dificuldade que o crescimento das trevas nos impõe, se as trevas crescem, eis o motivo de nossa força ser renovada.

Mãe, sempre firme a verdade, sempre sinal forte e certo da luz, a luz em ti é tão forte que parece ser tua própria luz, sabemos que a luz que te envolve vem de Deus que não é tua, mas tua unidade com ela faz-nos entender que por tu ser tão fiel a ela não conseguimos distinguir a luz de ti. As próprias crianças em Fátima, quando a eles vós aparecestes, eles declararam para o mundo que tua veste era como se fosse tecida pela luz, tecida pela a luz com a luz. Ó Mãe, ensina-nos a permanecer fies mesmo diante das dificuldades, de acreditar mesmo quando ninguém mais acredita, viver a vitória mesmo quando a derrota parecer ter-nos domado. Ó Mãe da fé ensina-nos a ter fé.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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Como celebrar?

11 terça-feira jun 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 7 Comentários

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a imposição das mãos, as consagrações, água, óleo, Celebrar, como celebrar, Fogo, lavar, Luz, os ritos da Páscoa, os sacrifícios, partir o pão, pão, ungir, vinho

236. Como é celebrada a liturgia?

1145

A celebração litúrgica é tecida de sinais e de símbolos, cujo significado, radicado nacelebrar criação e nas culturas humanas, se esclarece nos acontecimentos da Antiga Aliança e se revela plenamente na Pessoa e na obra de Cristo.

237. Donde provêm os sinais sacramentais?

1146 – 1152 1189

Alguns provêm da criação (luz, água, fogo, pão, vinho, óleo); outros da vida social (lavar, ungir, partir o pão); outros da história da salvação na Antiga Aliança (os ritos da Páscoa, os sacrifícios, a imposição das mãos, as consagrações). Estes sinais, alguns dos quais são normativos e imutáveis, assumidos por Cristo tornam-se portadores da acção salvífica e de santificação.

238. Qual o nexo entre as acções e as palavras, nas celebração sacramental?

1153- 1155

1190

Na celebração sacramental, acções e palavras estão intimamente ligadas. Mesmo que as acções simbólicas sejam já em si uma linguagem, é todavia necessário que as palavras do rito acompanhem e vivifiquem estas acções. Enquanto sinais e ensino, as palavras e os gestos são inseparáveis, uma vez que realizam aquilo que significam.

239. Quais os critérios do canto e da música na celebração litúrgica?

1156 – 1158

1191

Uma vez que o canto e a música estão intimamente conexos com a acção litúrgica, eles devem respeitar os seguintes critérios: a conformidade à doutrina católica dos textos, tomados de preferência da Escritura e das fontes litúrgicas; a beleza expressiva da oração; a qualidade da música; a participação da assembleia; a riqueza cultural do Povo de Deus e o carácter sacro e solene da celebração. «Quem canta reza duas vezes» (S. Agostinho).

240. Qual a finalidade das imagens sagradas?

1159 – 1161

1192

A imagem de Cristo é o ícone litúrgico por excelência. As outras, que representam Nossa Senhora e os santos, significam Cristo, que nelas é glorificado. Elas proclamam a mesma mensagem evangélica que a Sagrada Escritura transmite através da palavra e ajudam a despertar e a alimentar a fé dos fiéis.

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