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A caminho da santidade

~ Blog Mariano

A caminho da santidade

Arquivos de Categoria: Catecismo

Não podemos ser bons e zelosos cristão sem ter um minimo conhecimento de nossa fé, não poderemos. Aqueles que se entregam a Deus o espirito lhes conduzem a sempre buscar mais sobre a sua fé. De tal modo, separamos essa parte para o estudo das raízes da nossa fé

O homem

02 quinta-feira maio 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 1 comentário

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Deus criou o Homem, Deus fez a humanidade una, Deus fez o homem a sua imagem e semelhança, Deus nos fez a imagem do amor, o homem e a mulher, o homem e a mulher foram criados para ser um

66. Em que sentido o homem é criado «à imagem de Deus»?

355-358

Afirmar que o homem é criado à imagem de Deus significa que ele é capaz dehomem conhecer e amar, na liberdade, o próprio Criador. É a única criatura, nesta terra, que Deus quis por si mesma e que chamou a partilhar a sua vida divina, no conhecimento e no amor. Enquanto criado à imagem de Deus, o homem tem a dignidade de pessoa: não é uma coisa mas alguém, capaz de se conhecer a si mesmo, de se dar livremente e de entrar em comunhão com Deus e com as outras pessoas.

67. Para que fim Deus criou o homem?

358-359

Deus criou tudo para o homem, mas o homem foi criado para conhecer, servir e amar a Deus, para Lhe oferecer neste mundo toda a criação em acção de graças e para ser elevado à vida com Deus no céu. Só no mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente o mistério do homem, predestinado a reproduzir a imagem do Filho de Deus feito homem, que é a perfeita «imagem de Deus invisível» (Col 1, 15).

68. Porque é que os homens constituem uma unidade?

360-361

Todos os homens formam a unidade do género humano, graças à sua comum origem em Deus. Para além disso, Deus criou «a partir de um só homem todo o género humano» (Act 17,26). Todos têm também um único Salvador e todos são chamados a partilhar aeterna felicidade de Deus.

69. Como é que, no homem, a alma e o corpo formam uma unidade?

362-356

382

A pessoa humana é um ser ao mesmo tempo corpóreo e espiritual. O espírito e a matéria, no homem, formam uma única natureza. Esta unidade é tão profunda que, graças ao princípio espiritual que é a alma, o corpo, que é material, se torna um corpo humano e vivo e participa na dignidade de imagem de Deus.

70. Quem dá a alma ao ser humano?

366-368

383

A alma espiritual não vem dos pais, mas é criada directamente por Deus e é imortal. Separando-se do corpo no momento da morte, ela não perece; voltará a unir-se novamente ao corpo, no momento da ressurreição final.

71. Que relação Deus estabeleceu entre o homem e a mulher?

369-373

383

O homem e a mulher foram criados por Deus com uma igual dignidade enquanto pessoas humanas e, ao mesmo tempo, numa complementaridade recíproca enquanto masculino e feminino. Deus quis que fossem um para o outro, para uma comunhão de pessoas. Juntos são também chamados a transmitir a vida humana, formando no matrimónio «uma só carne» (Gn 2, 24), e a dominar a terra como «administradores» de Deus.

72. Qual era a condição originária do homem segundo o projecto de Deus?

374-379

384

Deus, criando o homem e a mulher, tinha-lhes dado uma participação especial na própria vida divina, em santidade e justiça. Segundo o projecto de Deus, o homem não deveria nem sofrer nem morrer. Além disso, reinava uma harmonia perfeita no próprio ser humano, entre a criatura e o criador, entre o homem e a mulher, bem como entre o primeiro casal humano e toda a criação.

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O céu e a terra

01 quarta-feira maio 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 4 Comentários

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Deu é o tudo, Deus é o principio e fim, Deus criou a terra, Deus criou o céu, Deus criou o mar, Deus criou os anjos, Deus criou tudo, os Anjos são dotados de sabedoria e liberdade

 

59. O que é que Deus criou?

325-327

céu

A Sagrada Escritura diz: «No princípio Deus criou o céu e a terra» (Gn 1,1). A Igreja, na sua profissão de fé, proclama que Deus é o criador de todas as coisas visíveis e invisíveis: de todos os seres espirituais e materiais, isto é, dos anjos e do mundo visível, e em particular do homem.

60. Quem são os anjos?

328-333

350-351

Os anjos são criaturas puramente espirituais, incorpóreas, invisíveis e imortais, seres pessoais dotados de inteligência e de vontade. Estes, contemplando incessantemente a Deus face a face, glorificam-no, servem-no e são os seus mensageiros no cumprimento da missão de salvação, em prol de todos os homens.

61. Como é que os anjos estão presentes na vida da Igreja?

334-336

352

A Igreja une-se aos anjos para adorar a Deus, invoca a sua assistência e celebra liturgicamente a memória de alguns. «Cada fiel tem ao seu lado um anjo como protector e pastor, para o conduzir à vida» (S. Basílio Magno).

62. Que ensina a Sagrada Escritura sobre a criação do mundo visível?

337-344

Ao narrar os «seis dias» da criação, a Sagrada Escritura dá-nos a conhecer o valor dos seres criados e a sua finalidade de louvor a Deus e serviço ao homem. Todas as coisas devem a sua existência a Deus, de quem recebem a sua bondade e perfeição, as suas leis e o lugar no universo.

63. Qual é o lugar do homem na criação?

343-344

353

O homem é o vértice da criação visível, pois é criado à imagem e semelhança de Deus.

64. Que tipo de relação existe entre as coisas criadas?

342-354

Entre as criaturas existe uma interdependência e uma hierarquia queridas por Deus. Ao mesmo tempo, existe uma unidade e solidariedade entre as criaturas, uma vez que todas têm o mesmo Criador, são por Ele amadas e estão ordenadas para a sua glória. Respeitar as leis inscritas na Criação e as relações derivantes da natureza das coisas é portanto um princípio de sabedoria e um fundamento da moral.

65. Qual a relação entre a obra da criação e a da redenção?

345-349

A obra da criação culmina na obra ainda maior da redenção. Com efeito, esta dá início à nova criação, na qual tudo reencontrará o seu pleno sentido e o seu acabamento.

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CREIO EM DEUS, PAI OMNIPOTENTE, CRIADOR DO CÉU E DA TERRA

30 terça-feira abr 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 1 comentário

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A igreja professa um Deus trindade que é uno, Criador de tudo, Deus é aquilo que é, Deus é eu sou, Deus é um só, Deus não gosta do mau, Deus pai, fomos criados por Deus pai Deus filho e Deus espirito Santo, o mau se faz bem, onipotente

36. Porque é que a profissão de fé começa com «Creio em Deus»?

198-199

Porque a afirmação «Creio em Deus» é a mais importante, a fonte das outras verdades respeitantes ao homem, ao mundo e à nossa vida de crentes n’Ele.

37. Porque professamos um só Deus?

200-202

228

Porque Ele se revelou ao povo de Israel como o Único, quando disse: «Escuta Israel, o Senhor é um só» (Dt 6,4), «não há outros» (Is 45,22). O próprio Jesus o confirmou: Deus é «o único Senhor» (Mc 12,29). Professar que Jesus e o Espírito Santo são também eles Deus e Senhor, não introduz nenhuma divisão no Deus Uno.

38. Com que nome Deus se revela?

203-205

230-231

Deus revela-se a Moisés como o Deus vivo, «o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Mao-iluminadaDeus de Jacob» (Ex 3,6). Ao mesmo Moisés, Deus revela também o seu nome misterioso: «Eu Sou aquele que Sou (YHWH)». O nome inefável de Deus, já nos tempos do Antigo Testamento, foi substituído pela palavra Senhor. Assim, no Novo Testamento, Jesus, chamado Senhor, aparece como verdadeiro Deus.

39. Só Deus «é»?

212-213

Enquanto as criaturas receberam d’Ele tudo o que são e têm, só Deus é em si mesmo a plenitude do ser e de toda a perfeição. Ele é «Aquele que é», sem origem e sem fim. Jesus revela que também Ele é portador do nome divino: «Eu sou» (Jo 8, 28).

40. Porque é importante a revelação do nome de Deus?

206-213

Ao revelar o seu Nome, Deus dá a conhecer as riquezas do seu mistério inefável: só Ele é, desde sempre e para sempre, Aquele que transcende o mundo e a história. Foi Ele que fez o céu e aterra. Ele é o Deus fiel, sempre próximo do seu povo para o salvar. É o Santo por excelência, «rico de misericórdia» (Ef 2,4), sempre pronto a perdoar. É o Ser espiritual, transcendente, omnipotente, eterno, pessoal, perfeito. É verdade e amor. «Deus é o ser infinitamente perfeito que é a Santíssima Trindade» (S. Turíbio de Mongrovejo).

41. Em que sentido Deus é a verdade?

214-217

231

Deus é a própria Verdade e como tal não se engana e não pode enganar. Ele «é luz e n’Ele não há trevas» (1 Jo 1,5). O Filho eterno de Deus, Sabedoria encarnada, foi enviado ao mundo «para dar testemunho da Verdade» (Jo 18, 37).

42. De que maneira Deus revela que é amor?

218-221

Deus revela-se a Israel como Aquele que tem um amor mais forte que o pai ou a mãe pelos seus filhos ou o esposo pela sua esposa. Ele, em Si mesmo, «é amor» (1 Jo 4,8.16), que se dá completa e gratuitamente, «que tanto amou o mundo que lhe deu o seu próprio Filho unigénito, para que o mundo seja salvo por seu intermédio» (Jo 3,16-17). Enviando o seu Filho e o Espírito Santo, Deus revela que Ele próprio é eterna permuta de amor.

43. O que implica crer em um só Deus?

222-227

229

Crer em Deus, o Único, implica: conhecer a sua grandeza e majestade; viver em acção de graças; confiar sempre n’Ele, até nas adversidades; reconhecer a unidade e a verdadeira dignidade de todos os homens, criados à imagem de Deus; usar rectamente as coisas por Ele criadas.

44. Qual é o mistério central da fé e da vida cristã?

232-237

O mistério central da fé e da vida cristã é o mistério da Santíssima Trindade. Os cristãos são baptizados no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

45. O mistério da Santíssima Trindade pode ser conhecido só pela razão humana?

237

Deus deixou alguns traços do seu ser trinitário na criação e no Antigo Testamento, mas a intimidade do seu Ser como Trindade Santa constitui um mistério inacessível à razão humana sozinha, e mesmo à fé de Israel, antes da Encarnação do Filho de Deus e do envio do Espírito Santo. Tal mistério foi revelado por Jesus Cristo e é a fonte de todos os outros mistérios.

46. O que nos revela Jesus Cristo sobre o mistério do Pai?

240-242

Jesus Cristo revela-nos que Deus é «Pai», não só enquanto é Criador do universo e do homem, mas sobretudo porque, no seu seio, gera eternamente o Filho, que é o seu Verbo, «resplendor da sua glória, e imagem da sua substância» (Heb1, 3).

47. Quem é o Espírito Santo que Jesus Cristo nos revelou?

243-248

É a terceira Pessoa da Santíssima Trindade. Ele é Deus, uno e igual ao Pai e ao Filho. Ele «procede do Pai» (Jo 15, 26), o qual, princípio sem princípio, é a origem de toda a vida trinitária. E procede também do Filho (Filioque), pelo dom eterno que o Pai faz de Si ao Filho. Enviado pelo Pai e pelo Filho encarnado, o Espírito Santo conduz a Igreja «ao conhecimento da Verdade total» (Jo 16, 13).

48. Como é que a Igreja exprime a sua fé trinitária?

249-256

266

A Igreja exprime a sua fé trinitária confessando um só Deus em três Pessoas: Pai e Filho e Espírito Santo. As três Pessoas divinas são um só Deus, porque cada uma delas é idêntica à plenitude da única e indivisível natureza divina. Elas são realmente distintas entre si, pelas relações que as referenciam umas às outras: o Pai gera o Filho, o Filho é gerado pelo Pai, o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.

49. Como operam as três Pessoas divinas?

257-260

267

Inseparáveis na sua única substância, as Pessoas divinas são inseparáveis também no seu operar: a Trindade tem uma só e mesma operação. Mas no único agir divino, cada Pessoa está presente segundo o modo que lhe é próprio na Trindade. «Ó meu Deus, Trindade que eu adoro… pacificai a minha alma; fazei dela o vosso céu, vossa morada querida e o lugar do vosso repouso. Que eu não vos deixe nunca só, mas que esteja lá, com todo o meu ser, toda vigilante na minha fé, toda em adoração, toda oferecida à vossa acção criadora» (Beata Isabel da Trindade).

50. O que significa que Deus é omnipotente?

268-278

Deus revelou-se como «o Forte, o Potente» (Sal 24, 8-10), Aquele para quem «nada é impossível» (Lc 1,37). A sua omnipotência é universal, misteriosa, e manifesta-se na criação do mundo a partir do nada e na criação do homem por amor, mas sobretudo na Encarnação e na Ressurreição do Seu Filho, no dom da adopção filial e no perdão dos pecados. Por isso a Igreja dirige a sua oração ao «Deus omnipotente e eterno» («Omipotens sempiterne Deus»).

51. Porque é importante afirmar: «No princípio criou Deus o céu e a terra» (Gn 1,1)?

279-289

315

Porque a Criação é o fundamento de todos os projectos divinos de salvação; manifesta o amor omnipotente e sapiente de Deus; é o primeiro passo para a Aliança do Deus único com o seu povo; é o início da história da salvação que culmina em Cristo; é uma primeira resposta às questões fundamentais do homem acerca da sua própria origem e do seu fim.

52. Quem criou o mundo?

290-292

316

O Pai, o Filho e o Espírito Santo são o princípio único e indivisível do mundo, ainda que a obra da criação do mundo seja particularmente atribuída ao Pai.

53. Para que foi criado o mundo?

293-294

319

O mundo foi criado para a glória de Deus, que quis manifestar e comunicar a sua bondade, verdade e beleza. O fim último da criação é que Deus, em Cristo, possa ser «tudo em todos» (1 Cor 15,28), para a sua glória e para a nossa felicidade. «A Glória de Deus é o homem vivo e a vida do homem é a visão de Deus» (Santo Ireneu).

54. Como é que Deus criou o universo?

295-301

317-320

Deus criou o universo livremente, com sabedoria e amor. O mundo não é o produto duma necessidade, dum destino cego ou do acaso. Deus criou «do nada» (ex nihilo: 2Mac 7,28) um mundo ordenado e bom, que Ele transcende infinitamente. Deus conserva no ser a sua criação e sustenta-a, dando-lhe a capacidade de agir, e conduzindo-a à sua realização, por meio do seu Filho e do Espírito Santo.

55. Em que consiste a Providência divina?

302-306

321

A Providência divina consiste nas disposições com as quais Deus conduz as suas criaturas para a perfeição última, à qual Ele as chamou. Deus é o autor soberano do seu desígnio. Mas para a realização do mesmo serve-se também da cooperação das suas criaturas. Ao mesmo tempo, dá às criaturas a dignidade de agirem por si mesmas, de serem causas umas das outras.

56. Como é que o homem colabora com a Providência divina?

307-308

323

Ao homem, Deus concede e requer, respeitando a sua liberdade, a colaboração através das suas acções, das suas orações e mesmo com os seus sofrimentos, suscitando nele «o querer e o operar segundo os seus benévolos desígnios» (Filp 2,13).

57. Se Deus é omnipotente e providente porque é que existe o mal?

309-310

324. 400

A esta pergunta, tão dolorosa quanto misteriosa, só o conjunto da fé cristã pode dar resposta. Deus não é de maneira nenhuma, nem directamente nem indirectamente, a causa do mal. Ele ilumina o mistério do mal no seu Filho Jesus Cristo, que morreu e ressuscitou para vencer aquele grande mal moral que é o pecado dos homens e que é a raiz dos outros males.

58. Porque é que Deus permite o mal?

311-314

324

A fé dá-nos a certeza de que Deus não permitiria o mal se do próprio mal não extraísse o bem. Deus realizou admiravelmente isso mesmo na morte e ressurreição de Cristo: com efeito, do maior mal moral, a morte do Seu Filho, Ele retirou os bens maiores, a glorificação de Cristo e a nossa redenção.

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CAPÍTULO PRIMEIRO: CREIO EM DEUS PAI. OS SÍMBOLOS DA FÉ

29 segunda-feira abr 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 13 Comentários

Tags

A igreja professa sua fé, Concílio de Constantinopola, Concílios de Niceia, Credo, Primeiro simbolo da fé é o batismal, Profissão de fé

33. O que são os Símbolos da Fé?

185-188

192. 197

São fórmulas articuladas, também chamadas «profissões de fé» ou «Credo», mediante as quais a Igreja, desde as suas origens, exprimiu resumidamente e transmitiu a própria fé, numa linguagem normativa e comum a todos os fiéis.

34. Quais são os mais antigos Símbolos da fé?

189-191

São os Símbolos baptismais. Porque o Baptismo é administrado «em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28,19), as verdades de fé neles professadas estão articuladas segundo a sua referência às três Pessoas da Santíssima Trindade.

35. Quais são os mais importantes Símbolos da fé?

193-195

São o Símbolo dos Apóstolos, que é o antigo Símbolo baptismal da Igreja de Roma, e o Símbolo niceno-constantinopolitano, fruto dos primeiros dois Concílios Ecuménicos de Niceia (325) e de Constantinopola (381), e que é, ainda hoje, comum a todas as grandes Igrejas do Oriente e do Ocidente.

 (CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, Compêndio, PRIMEIRA PARTE, SEGUNDA SECÇÃO, CAPÍTULO PRIMEIRO)

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NÓS CREMOS

26 sexta-feira abr 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 1 comentário

Tags

a fé é importante, A fé é individual e coletiva, a igreja é nossa mãe, ao ponto que é individual é coletivo, devemos amar a igreja, Eu creio nós cremos, Fómulas da fé, Nós cremos, sem fé não agrada a Deus, somos um só

30. Porque é que a fé é um acto pessoal e ao mesmo tempo eclesial?

166-169

181

A fé é um acto pessoal, enquanto resposta livre do homem a Deus que se revela. Mas é ao mesmo tempo um acto eclesial, que se exprime na confissão: «Nós cremos». De facto, é a Igreja que crê: deste modo, ela, com a graça do Espírito Santo, precede, gera e nutre a fé do indivíduo. Por isso a Igreja é Mãe e Mestra. «Não pode ter a Deus por Pai quem não tem a Igreja por Mãe» (S. Cipriano)

31. Porque é que as fórmulas da fé são importantes?Unidade

170-171

As fórmulas da fé são importantes porque permitem exprimir, assimilar, celebrar e partilhar, juntamente com outros, as verdades da fé, utilizando uma linguagem comum.

32. De que maneira a fé da Igreja é uma só?

172-175

182

A Igreja, embora formada por pessoas de diferentes línguas, culturas e ritos, professa, unânime e a uma só voz, a única fé, recebida dum só Senhor e transmitida pela única Tradição Apostólica. Professa um só Deus – Pai, Filho e Espírito Santo – e manifesta uma única via de salvação. Portanto, nós acreditamos, num só coração e numa só alma, tudo o que está contido na Palavra de Deus, transmitida ou escrita, e nos é proposto pela Igreja como divinamente revelado.

(CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, Compêndio, PRIMEIRA PARTE, PRIMEIRA SECÇÃO, CAPÍTULO TERCEIRO)

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CAPÍTULO TERCEIRO: A RESPOSTA DO HOMEM A DEUS. EU CREIO

25 quinta-feira abr 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 8 Comentários

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como bela é a fé de nosso mãe, como querer, Devemos sempre crer, Faça-se, Fiat, nossa Senhor e Abraão foram e são os maiores exemplo de fé, nosso fé é o único modo de agradarmos a Deus, quais são exemplo de fé

25. Como responde o homem a Deus que se revela?

142- 43

Sustentado pela graça divina, o homem responde a Deus com a obediência da fé, que consiste em confiar-se completamente a Deus e acolher a sua Verdade, enquanto garantida por Ele que é a própria Verdade.

26. Na Sagrada Escritura, quais são os principais testemunhos de obediência da fé?

144-149

Há muitos testemunhos, mas particularmente dois: Abraão, que, colocado à prova, «teve fé em Deus » (Rm 4,3) e obedeceu sempre ao seu chamamento, tornando-se por isso «pai de todos os crentes» (Rm 4,11.18 ); e a Virgem Maria, que realizou de modo mais perfeito, durante toda a sua vida, a obediência da fé: «Fiat mihi secundum Verbum tuum– Faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1, 38).

27. Que significa, de facto, para o homem crer em Deus?

150-152

176-178

Significa aderir ao próprio Deus, entregando-se a Ele e dando assentimento a todas as verdades por Ele reveladas, porque Deus é a verdade. Significa crer num só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

28. Quais as características da fé?

153-165

179-180

183-184

A Fé, dom gratuito de Deus e acessível a quantos a pedem humildemente, é umamisterio1 virtude sobrenatural necessária para a salvação. O acto de fé é um acto humano, isto é, um acto da inteligência do homem que, sob decisão da vontade movida por Deus, dá livremente o seu assentimento à verdade divina. Além disso, a fé é certa porque fundada sobre a Palavra de Deus; é operante «por meio da caridade» (Gal 5,6); é em contínuo crescimento, graças, em especial, à escuta da Palavra de Deus e à oração. Ela faz-nos saborear, de antemão, a alegria celeste.

29. Porque não há contradições entre a fé e a ciência?

159

Embora a fé supere a razão, não poderá nunca existir contradição entre a fé e a ciência porque ambas têm origem em Deus. É o mesmo Deus que dá ao homem seja a luz da razão seja a luz da fé. «Crê para compreender: compreende para crer» (Santo Agostinho)

(CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, Compêndio, PRIMEIRA PARTE, PRIMEIRA SECÇÃO, CAPÍTULO TERCEIRO)

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A SAGRADA ESCRITURA

24 quarta-feira abr 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 7 Comentários

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27 livros o novo testamento e 46 o velho testamento, a sagrada escritura é verdadeiramente a palavra de Deus, a sagrada escritura só fala de nossa salvação, a verdade se encontra nas sagradas escrituras, Antigo testamento, as sagrada escritura é una, As Sagradas Escrituras, As sagradas escrituras contém 73 livros, Deus é a verdade, Jesus é o centro de toda a historia, Novo Testamento

18. Porque é que a Sagrada Escritura ensina a verdade?

105-108

135-136

Porque o próprio Deus é o autor da Sagrada Escritura: por isso ela é dita inspiradaBíblia-Sagrada-AA e ensina sem erro aquelas verdades que são necessárias para a nossa salvação. Com efeito, o Espírito Santo inspirou os autores humanos, os quais escreveram aquilo que Ele nos quis ensinar. No entanto, a fé cristã não é «uma religião do Livro», mas da Palavra de Deus, que não é «uma palavra escrita e muda, mas o Verbo Encarnado e vivo» (S. Bernardo de Claraval).

19. Como ler a Sagrada Escritura?

109-119

137

A Sagrada Escritura deve ser lida e interpretada com a ajuda do Espírito Santo e sob a condução do Magistério da Igreja segundo três critérios: 1) atenção ao conteúdo e à unidade de toda a Escritura; 2) leitura da Escritura na Tradição viva da Igreja; 3) respeito pela analogia da fé, isto é, da coesão entre si das verdades da fé.

20. O que é o cânone das Escrituras?

120

138

O Cânone das Escrituras é a lista completa dos escritos sagrados, que a Tradição Apostólica levou a Igreja a discernir. O Cânone compreende 46 escritos do Antigo Testamento e 27 do Novo.

21. Que importância tem o Antigo Testamento para os cristãos?

121-123

Os cristãos veneram o Antigo Testamento como verdadeira Palavra de Deus: todos os seus escritos são divinamente inspirados e conservam um valor permanente. Eles dão testemunho da divina pedagogia do amor salvífico de Deus. Foram escritos sobretudo para preparar o advento de Cristo Salvador do universo.

22. Que importância tem o Novo Testamento para os cristãos?

124-127

139

O Novo Testamento, cujo objecto central é Jesus Cristo, entrega-nos a verdade definitiva da Revelação divina. Nele, os quatro Evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, enquanto são o principal testemunho da vida e da doutrina de Jesus, constituem o coração de todas as Escrituras e ocupam um lugar único na Igreja.

23. Que unidade existe entre o Antigo e o Novo Testamento?

128-130

140

A Escritura é una, uma vez que única é a Palavra de Deus, único é o projecto salvífico de Deus, única a inspiração divina dos dois Testamentos. O Antigo Testamento prepara o Novo e o Novo dá cumprimento ao Antigo: os dois iluminam-se mutuamente.

24. Qual a função da Sagrada Escritura na vida da Igreja?

131-133

141

A Sagrada Escritura dá sustento e vigor à vida da Igreja. É para os seus filhos firmeza da fé, alimento e fonte de vida espiritual. É a alma da teologia e da pregação pastoral. Diz o Salmista: ela é «lâmpada para os meus passos, luz no meu caminho» (Sal 119,105). Por isso, a Igreja exorta à leitura frequente da Sagrada Escritura, uma vez que «a ignorância das Escrituras é ignorância de Cristo» (S. Jerónimo).

(CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA, Compêndio, PRIMEIRA PARTE, PRIMEIRA SECÇÃO, CAPÍTULO SEGUNDO)

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Bendita e louvada seja no céu a divina luz./ E nós, também na terra, louvemos a Santa Cruz! Os céus cantam a vitória de nosso Senhor Jesus./ Cantemos nós igualmente, louvores a Santa Cruz! Humildes e confiantes, levemos a nossa cruz./ Seguindo sublime exemplo de nosso Senhor Jesus! Cordeiro Imaculado por todos morreu Jesus./ Pagando as nossas culpas é Rei pela sua Cruz! É arma em qualquer perigo, é raio de eterna luz./ Bandeira vitoriosa, o Santo sinal de Cruz! Ao povo, aqui reunido, daí graça, perdão e luz!/ Salvai-nos ó Deus clemente em nome da Santa Cruz!

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Nossa Senhora de Fatima. Consacração: Ó minha Senhora, ó minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós, e em prova de minha devoção para convosco, eu vos consagro neste dia meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meu coração e inteiramente todo o meu ser. E como assim sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e, defendei-me como coisa e propriedade vossa. Amém!

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