O pão sairá do fogo no momento marcado

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   Mais uma vez coloco-me em pensamentos celestes, atravessando as águas turbulentas da ignorância com uma intocável fé de chegar até o porto da sabedoria, que é vós ó meu Amável Deus e Pai, Pai e Deus, Deus e Irmão, Irmão e Deus, Deus e Amigo, Amigo e Deus.

   Doces irmãos, são diversas as vezes em nossas vidas que sentimos os ventos baterem forte em nosso barco, ele chacoalha e chacoalha e o medo toma o nosso coração. É muito difícil, confesso, em muitos de turbulência ter esperança e, por pior, acreditar na providência divina.

   Porém, devemos saber que por momentos o que antes achávamos mau era bom,2 encontro pastoral da juventude não sabemos enxergar a bondade em algo que nos faz sofrer, entretanto é de se lembrar que mesmo a cruz se faz uma bela rosa entregue a Deus. Quando parecer mais difícil o sofrimento, acredite em Deus reze e conversando com ele vós apreendereis a saber passar calmamente pelo fogo. A massa crua não se tornará um saboroso pão se não passar pelo. Parece ser um dito motivativo até que antiquado, mais não o é, visto que poucos de nós o viveu.

   Por fim, alegre-se! Até o próprio pão que se encontra no fogo tem um momento de predeterminado para sê-lo tirado, assim também somos nós, Deus sabe até que tempo é necessário para que crescemos e nos ternemos um agradável pão, saboroso. No momento mais inesperado, Cristo vos aparecerá e vos dirás: vinde comigo, pronto tu estás para a nova vida que eu te preparei.

Ficai com Maria!

Na mais alta escuridão surge a mais forte luz

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   Nas noites mais escuras minha alma clama: vinde sobre mim Deus amável, que teu espirito seja a minha sabedoria, que eu não busque em outros mares o que eu somente encontro em teu peito.

   Quanto mais escura for a noite que assombra-me com terrível medo é que mais certo se faz o teu amor por mim. É mister relatar: em um dia escuro lagrimas cobriam o meu rosto, devido aos meus enganos que eu ousou tê-los como verdade e por puro desespero quis fazê-lo fontes de felicidade, porém não se pode tornar o que não é em algo que é; da forma mais triste tive ciência disto, sofrendo suas mágoas; quanto mais entregava-me mais a escuridão ia se aumentando ao ponto de alcançar dimensões estrondosas; gigantesca era minha infelicidade, visto que vivia uma quimera. E concluo: no momento mais alto de minha infelicidade, às três da madrugado, eis que a luz surge corrompendo todas as trevas que impossibilitava-me de ver a verdade, vendo-a nada mais fiz do que segui-la, cheio de fé e com isso feliz.

   Saibam, outrora quando a cegueira tomava-me a paz a fé não crescia em mim, porém quando a cruz veio ao meu peito fé tive, feliz sou.

Respondendo a algumas objeções

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131. Não se pode objetar que esta Devoção seja nova ou indiferente. Não é nova, pois os concílios, os Padres e vários outros autores, antigos e modernos, falam desta Devoção a Nossa Senhora, ou renovação dos votos do Batismo, como de coisa praticada antigamente, e que aconselham a todos os cristãos. Não é indiferente ou sem importância, porque a principal fonte de todas as desordens, e logo, da condenação dos cristãos, vem do esquecimento e do abandono desta prática.

132. Poderá alguém dizer que esta Devoção, fazendo-nos dar a Nosso Senhor, pelas mãos da Santíssima Virgem, o valor de todas as nossas boas obras, orações, mortificações e esmolas, nos impossibilita de socorrer as almas de nossos parentes, amigos e benfeitores. Em primeiro lugar, respondo que não é de crer que os nossos amigos, parentes ou benfeitores sejam prejudicados pelo fato de nos termos dedicado e consagrado sem reservas ao serviço de Nosso Senhor e da sua Santa Mãe. Pensá-lo seria fazer uma injúria ao poder e à bondade de Jesus e Maria, que saberão muito bem socorrer os nossos parentes, amigos e benfeitores com o nosso pequeno tesouro espiritual, ou por outros meios. Em segundo lugar, esta prática não impede que se reze pelos outros, quer sejam vivos ou mortos, embora a aplicação das nossas boas obras dependa da vontade da Santíssima Virgem. Mas, pelo contrário, levar-nos-á a orar com mais confiança, precisamente como uma pessoa rica que tivesse entregado toda a sua fortuna a um grande príncipe, para o honrar melhor, suplicaria com mais confiança a este príncipe que desse esmola a algum dos seus amigos que lha pedisse. Daria até prazer ao príncipe por proporcionar-lhe assim ocasião de mostrar seu reconhecimento para com uma pessoa que se despojou para o revestir, e que se fez pobre para o honrar. O mesmo se deve dizer de Nosso Senhor e da Santíssima Virgem: nunca se deixarão vencer em gratidão.

133. Dirá talvez outro, se dou à Santíssima Virgem todo o valor das minhas ações para que o aplique a quem quiser, será talvez preciso que sofra muito tempo no Purgatório. Esta objeção, que nasce do amor próprio e da ignorância acerca da liberalidade de Deus e da Virgem destrói-se por si mesma. Uma alma fervorosa e generosa, que preza mais os interesses de Deus que os seus; que dá a Deus, sem reservas, tudo o que tem, sem poder dar mais; que só anseia pela glória e pelo Reino de Jesus por Maria; que se sacrifica inteiramente para o conseguir; essa alma generosa e liberal haverá de ser castigada no outro mundo por ter sido mais liberal e mais desinteressada do que as outras? De modo algum: é para com essa alma, como veremos mais adiante, que Nosso Senhor e sua Santa Mãe são mais liberais neste mundo e no outro na ordem da natureza, da graça e da glória.

134. É necessário vermos agora, o mais brevemente possível, os motivos que nos devem tornar recomendável esta Devoção, os maravilhosos efeitos que produz nas almas fiéis, e as suas práticas.

O convite

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   Nos mares da vida a minha pequena embarcação vai prosseguindo, ó bondoso Deus, em teus sonhos eu sei que tu sonhas que eu ao ter porto chegarei, porém hoje o meu rumo é diferente e mares de lagrima surgem em teu rosto: não navego neste mar. Como triste se faz minha alma, longe de teus mares estou, visto que desejo percorrer caminhos de espinhos, mas os espinhos, segundo os sábios que de nada sabem, está nos teus caminhos. Por que será que em meus caminhos há tantos espinhos? Se não há espinhos por quê minha alma tanto sangra?

   Mas como em ventos de torrentes tua voz eclode em meu peito, dizendo: os espinhos que há em meus caminhos somentemeu ser perfuram a carne e, por outro lado, alegra a alma, todavia nos teus mares os espinhos que lá existem não perfuram a carne, mas, alhures, ferem de morte a alma, por isso que lhe impele a ti tanta dor. Através destas palavras como mais turbulento fica este revolto mar que estou a prosseguir, que fortes águas, suas ondas alcançam quilômetros. Este mar é formado pelos desencantos de minha vida, águas negras.

   Vejo-te, em outro mar, milhões lá já te seguem, são felizes. E, por mais difícil que seja acreditar, vejo-te acenando para mim e chamando-me a ir aos teus mares e em tua embarcação de grande multidão prosseguir em uma nova caminhada. Porém, minha carne é vaidosa e minha alma parece que se conformou com o sofrimento, o que farei? Por mais forte se faz tua voz, o que farei?

   Não, não, não! Por quê, ó minha alma, não se curva ao teu Deus? Nestes dias tão triste tu se confortas com o sofrer, e a espera de uma força superior aos meus maus desejos eu aguardo. Horas passam e nada acontece, como é angustiante, liberta-me de mim mesmo, ó amável Deus.

   Quanto se faz mais fortes o torrente e escuridão de minha alma, eis que diante de meus olhos surge uma luz, entretanto não é a luz em si própria é uma difundidora da luz, é grandiosa. Sem muitas delongas segurou em minha mão e maternalmente disse: filho, levanta-te e vem comigo. Sem hesitar eu a seguir, secaram as águas do meu mar e em terra seca por segundo os meus sonhos ficaram, mais tarde as águas de cristo invadiram a secura que o escoamento das águas dos meus sonhos provocou em meu ser e em águas de cristo hoje se encontra a minha alma. Como eu vos agradeço, ó mãe da vitória.

Ficai em paz!

Suplemento do batismo

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Artigo Segundo: Uma Perfeita Renovação dos Votos do Santo Batismo

batismo126. Como disse, esta Devoção podia muito justamente chamar-se uma renovação perfeita dos votos ou promessas do Santo Batismo. Todo cristão, antes do Batismo, era escravo do demônio, pois lhe pertencia. Ao receber este sacramento renunciou solenemente, pela própria boca ou pelas de seu padrinho e sua madrinha, a satanás, às suas pompas e às suas obras. Assim tomou a Jesus Cristo por seu Mestre e Soberano Senhor, a fim de depender d’Ele na qualidade de escravo de amor. É o que se faz pela presente Devoção: renuncia-se (como está expresso na fórmula da consagração), ao demônio, ao mundo, ao pecado e a si mesmo, dando-se inteiramente a Jesus Cristo pelas mãos de Maria. E ainda se faz mais, porque no Batismo fala-se habitualmente pela boca de outra pessoa, isto é, do padrinho e da madrinha. A entrega a Jesus Cristo é feita por intermediários. Mas nesta Devoção damo-nos por nós mesmos, voluntariamente, com conhecimento de causa.

No Batismo não nos damos a Jesus Cristo pelas mãos de Maria, ao menos de maneira expressa, e não damos a Jesus Cristo o valor das nossas boas obras. Ficamos, depois de recebido o sacramento, com plena liberdade de aplicar aquele valor a quem quisermos ou de o reservarmos para nós. Por esta Devoção, porém, damo-nos expressamente a Nosso Senhor pelas mãos de Maria, e consagramos-lhe o valor de todas as nossas ações.

127. Diz Santo Tomás: “Os homens fazem no Batismo voto de renunciar ao demônio e às suas pompas”. E, segundo Santo Agostinho, é este o maior e mais indispensável dos votos, em que prometemos permanecer em Cristo. O mesmo dizem os canonistas: “O principal voto é aquele que fazemos no Batismo”. No entanto, quem é que guarda este grande voto? Quem cumpre fielmente as promessas do Santo Batismo? Não é verdade que quase todos os cristãos quebram a fidelidade prometida a Jesus Cristo no seu Batismo? Donde provirá este desregramento universal, senão do esquecimento em que se vive das promessas e compromissos do Batismo, e do fato de que quase ninguém ratifica por si mesmo o contrato de aliança que fez com Deus por meio de seus padrinhos!

128. Isto é muito verdade. O Concílio de Sens foi convocado por ordem de Luís, o Bondoso, para remediar as grandesdevoção à Santíssima Virgem desordens dos cristãos. Ora, este concílio entendeu que a principal causa dessa corrupção de costumes provinha do esquecimento e da ignorância em que se vivia das promessas do Batismo. E não encontrou melhor meio para remediar tão grande mal que o de levar os cristãos a renovar os votos e promessas do Santo Batismo.

129. O Catecismo do Concílio de Trento, fiel intérprete das intenções deste santo concílio, exorta os párocos a fazer o mesmo: “Levem os seus fiéis a recordar e crer que estão ligados e consagrados a Nosso Senhor Jesus Cristo como escravos ao seu Redentor e Senhor”.

130. Ora, os concílios, os Padres da Igreja e até a experiência mostram-nos que o melhor meio para remediar os desregramentos dos cristãos é lembrar-lhes as obrigações do seu Batismo e fazer-lhes renovar os votos que nele emitiram. Portanto, não é bastante razoável que o façamos agora duma maneira perfeita, mediante esta Devoção e consagração a Nosso Senhor por meio de sua Mãe Santíssima? Digo duma maneira perfeita porque, ao consagrarmo-nos a Jesus Cristo, nos servimos do mais perfeito de todos os meios, que é a Santíssima Virgem.

A felicidade se encontra na riqueza?

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   Doces irmãos, hoje vos convido a debruçar-se em vossos pensamentos com fim de refletir sobre os problemas deste século, algo não tão fácil se observarmos que também nos estamos inseridos neste assunto, também somos seculares. Por primeiro devemos ter em mente que observando e identificando os grandes problemas deste tempo devemos ter como objetivo criar uma saída uma solução para tal enfermidade(s).

   Vejam, caros, hoje nos preocupamos de forma demasiada com o nosso crescimento econômico, onde desejamos possuir o máximo de riquezas que conseguirmos. Muitos tomam como algo desprezível sonhar ferozmente com a posse em grande quantidade de riquezas. Porém sim não o vemos, conquanto não vemos problema no sonhar com possuir riquezas, vemos como algo bom, mas sim no que estes que sonham têm como riqueza.

   Resumidamente hoje sabemos que o sonho com riquezas é feraz em si este não é o problema, mas em que empregamos o conceito de riqueza. Este sim é o problema: em verdade o que é riqueza? Sem embaraços, riqueza temos como algo bom e desejável como tal não pode ser limitado e nem perecível, desde de sempre aquilo que tomamos como bom é algo durável e não encontra limites, não podemos nos desfazer dos conhecimentos dos antigos.

   Hodiernamente o que conhecemos como riquezas não passam de quimeras, e, com isso, não são riquezas, visto que aqueles que o possuem não passam de miseráveis. Alcançar a verdadeira riqueza é alcançar a paz consigo mesmo. Vemos a riqueza – não incomodai-vos com a excessiva repetição da palavra riqueza, é o nosso método – como tudo aquilo que é bom, como o receptáculo que sustenta a felicidade.

   Enfim, a junção de todos os bens que existem em um só círculo, eis o conceito de riqueza. Em uma pala: Deus é a riqueza, imperecível e ilimitado. Quem o alcança é feliz, pois tem a verdade. Deve ser desejável e procurado por todos nós, suas criaturas. Quem o alcançou, em sua plenitude, foi a santíssima Virgem, onde até hoje não houve nenhuma outra criatura que se deliciou tanto da riqueza como nossa augusta mãe. Sigais o exemplo da virgem, buscai a riqueza.

A paz de Maria!

Uma Perfeita e Total Consagração de si mesmo à Santíssima Virgem Maria

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Artigo Primeiro: Uma Perfeita e Total Consagração de si mesmo à Santíssima Virgem Maria

121. Como fica dito, esta Devoção consiste em nos darmos inteiramente à Santíssima Virgem, para que por Ela pertençamos inteiramente a Jesus Cristo. É preciso que dar-lhe:

1º. Nosso corpo, com todos os seus sentidos e membros;

2º. Nossa alma, com todas as suas potências;

3º. Nossos bens exteriores, chamados de fortuna, presentes e futuros;

4º. Nossos bens interiores e espirituais, que são os nossos méritos, virtudes e boas obras passadas, presentes e futuras.

Numa palavra, devemos dar tudo o que temos na ordem da natureza e na ordem da graça, e tudo o que podemos vir a ter no futuro, na ordem da natureza, da graça ou da glória. E isto sem excetuarmos nada, nem um centavo, nem um cabelo ou a menor boa ação, e por toda a eternidade, sem pretendermos esperar outra recompensa pelo nosso oferecimento e serviços, além da honra de pertencer a Jesus Cristo por Ela e n’Ela, ainda que esta amável Senhora não fosse, como é sempre, a mais liberal e agradecida de todas as criaturas.

122. É preciso notar, neste ponto, que há dois aspectos nas boas obras que fazemos, a saber: a satisfação e o mérito, ou para melhor dizer, o valor satisfatório ou impetratório e o valor meritório. O valor satisfatório ou impetratório duma boa ação consiste em satisfazer a pena devida pelo pecado, ou em alcançar uma nova graça. O valor meritório, ou mérito, consiste em uma boa ação merecer a graça e a glória eterna. Ora, nesta consagração de nós mesmos à Santíssima Virgem, damos-lhe todo o valor satisfatório ou impetratório e o valor meritório, ou seja, as satisfações e os méritos de todas as nossas boas obras. Damos-lhe os nossos méritos, as graças e virtudes, não para comunicá-los a outrem, mas para que, como depois diremos, Ela no-los conserve, aumente e aperfeiçoe. Os méritos, graças e virtudes, são, pois, propriamente falando, inalienáveis. Só Jesus Cristo, tornando-se a nossa garantia junto do Pai, nos pode comunicar os Seus méritos. Damos-lhe as nossas satisfações para as comunicar a quem entender para a maior glória de Deus.

123. Daqui segue:

1º. Que por esta Devoção damos a Jesus Cristo tudo o que lhe podemos dar. Fazemo-lo da maneira mais perfeita, visto ser pelas mãos de Maria. E damos assim muito mais do que pelas outras devoções, em que lhe consagramos parte do nosso tempo, ou parte das nossas boas obras, ou parte das nossas satisfações e mortificações. Aqui tudo fica dado e consagrado, até mesmo o direito de dispor dos bens interiores, e das satisfações que se ganham com as boas obras de cada dia. Isto não se pede nem mesmo numa ordem religiosa. Na vida religiosa, dão-se a Deus os bens de fortuna pelo voto de pobreza, os bens do corpo pelo voto de castidade, a vontade própria pelo voto de obediência e, às vezes, a liberdade física pelo voto de clausura. Mas não se lhe dá a liberdade ou o direito de dispor do valor das boas obras, não se renuncia, tanto quanto é possível, ao que o cristão tem de mais precioso e mais querido que são os seus méritos e satisfações.

124. 2º. Segue ainda que uma pessoa assim, voluntariamente consagrada e sacrificada a Jesus Cristo por Maria, já não pode dispor do valor de qualquer das suas boas ações. Tudo o que sofre, tudo o que pensa, diz e faz de bom, tudo isso pertence a Maria. Ela pode empregá-lo segundo a vontade de seu Filho e para a sua maior glória, sem que, todavia, esta dependência prejudique de algum modo as obrigações do estado a que essa pessoa atualmente ou no futuro pertença. Por exemplo, as obrigações dum sacerdote que, por seu ofício ou por outra razão, deve aplicar o valor satisfatório e impetratório da Santa Missa a um particular. Pois esta doação total só se faz conforme a ordem que Deus estabeleceu e os deveres de estado.

125. 3º. Enfim, segue-se que esta Consagração é feita conjuntamente à Santíssima Virgem e a Jesus Cristo: à Santíssima Virgem como ao meio perfeito que Jesus Cristo escolheu para se unir a nós e nos unir a Ele; a Nosso Senhor como ao nosso fim último, a quem devemos tudo o que somos, como a nosso Redentor e nosso Deus.