Surgimos do amor, eis donde viemos e para onde vamos

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Vinde sobre nós, ó Espirito de amor, concede-nos a retidão que só tu nos pode dar, enche o nosso peito de amor.

Doces irmãos, muitos nos chamam a buscar a felicidade, mas nos apontam caminhos diversos, caminhos que não nos revelam Cristo, estes não querem nos ver felizes. Buscai sim, irmãos, a felicidade, e o buscai no caminho correto, percorram a via correta, ide até Jesus, eis a vossa felicidade, encontrai na felicidade dele a vossa. Se buscais a Deus teu canto será como os dos pássaros, não importará a situação em que te encontres aqui na terra, tua felicidade será enorme, pois o teu coração estará nos céus.

Caríssimos, não há nada que nos leve mais para um profundo vazio que, que é cume da infelicidade, tentar ser aquilo que não é ou, por pior, buscar naquilo que não existe a nossa essência, nós existimos e assim sempre será, não podemos buscar naquilo que não existe a resposta da nossa existência. Se fugimos da nossa essência nos tornaremos um triste e sombrio nada, à vista que, nos distanciaremos tanto daquilo que somos que acabaremos nada mais sendo. Acredite irmãos, não seremos seres adversos daquilo que somos. Fomos criados por Deus, eis o que somos: criaturas do amor. Somos em tudo amor, separar-se da nossa essência é querer buscar o desamor, mergulhar no rio dos desencantos é encontrar o mais triste grau de sofrimento, é encontrar a tristeza plena, se pode ser plena a tristeza.

Ó Doce Terna Mãe de Deus, com teus belos exemplos de serva fiel buscamos a resposta da nossa existência, através de ti descobrimos que surgimos do amor, existimos para o amor, e continuaremos existindo pelo amor. Quem isto não sabe é porque não te conhece, e nem a teu filhos conhece. Com teu terço nas mão os cantos do amor entoamos, nas margens do rio da vitória descansamos ao olhar para o infinito do horizonte que, sem nuvens para embaraçar-me o entendimento, aponta o caminho que a luz está presente.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

São Martiniano

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São Martiniano

Velai, ó Deus, sobre a vossa família com incansável amor; e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

 

Santa Eulália

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SANTA EULÁLIA

Deus, nosso Pai, Santa Eulália confessou com a própria vida que há um só Senhor e Deus. Hoje, vos pedimos humildemente: libertai-nos dos deuses que construímos, segundo a nossa imagem e semelhança. Somente vós sois digno de todo louvor, de toda honra no céu e na terra. Somente vós o Senhor da história, Aquele que é, que era e que vem. Não nos deixes, Senhor, prostituir aos ídolos do dinheiro, do poder, do ter sempre mais, mesmo à custa dos valores mais caros e mais nobres da pessoa humana. Que, a exemplo de Santa Eulália, confessemos com a nossa vida de cada dia que não temos outro Deus senão a vós, e que em vós depositamos toda a nossa confiança.

Santa Escolástica

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Santa Escolástica

Ó Deus, Pai de misericórdia, Santa Escolástica mostrou que nossa missão é servir, é carregar os fardos uns dos outros,  é promover a harmonia e a paz entre todos os homens.  Dá-nos compreender em profundidade esses teus desígnios, para que nos aproximemos de Ti,  para que Te reconheçamos nos irmãos e para que Te louvemos e bendigamos sem cessar.

Oração à Santa Josefina Bakhita

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Santa Bakhita

Ó Santa Josefina Bakhita, que, desde menina, foste enriquecida por Deus com tantos dons e a Ele correspondeste com todo o amor, olha por nós.

Intercede junto ao Senhor para que cresçamos no Seu amor e no amor a todas as criaturas humanas, sem distinção de idade, de raça, de cor ou de situação social.

Que pratiquemos sempre, como tu, as virtudes da fé, da esperança, da caridade, da humildade, da castidade e da obediência.

Pede, agora, ao Pai do Céu, oh Bakhita, as graças que mais preciso, especialmente (pedido).

Amém.

Devemos esvaziar-nos do que há de mau em nós

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78. Terceira Verdade. As nossas melhores ações são ordinariamente manchadas e corrompidas pelo mau fundo que há em nós. Quando se deita água límpida e clara numa vasilha que não tem bom cheiro, ou vinho numa pipa cujo interior está azedado por outro vinho, que teve anteriormente, a água clara e o vinho bom ficam estragados e ganham facilmente o mau cheiro. Do mesmo modo, quando Deus infunde em nossa alma, corrompida pelo pecado original e atual, as suas graças e orvalhos celestes, ou o vinho delicioso do seu Amor, assim também os Seus dons são ordinariamente manchados e estragados pelo mau fermento e mau fundo que o pecado deixou em nós. Os nossos atos, mesmo as virtudes mais sublimes, disso se ressentem. É, pois, da mais alta importância, para adquirir a perfeição – que só se alcança pela união com Jesus Cristo – esvaziarmo-nos do que há de mau em nós. Doutra forma, Nosso Senhor, que é infinitamente puro e que odeia infinitamente a menor mancha que vê na alma, afastar-nos-á de Seus olhos e não se unirá a nós.

79. Para nos despojar de nós mesmos é preciso:

Em primeiro lugar, conhecer bem, pela luz do Espírito Santo, o nosso fundo mau, a nossa incapacidade para qualquer bem útil à salvação, a nossa fraqueza em todas as coisas, a nossa permanente inconstância, a nossa indignidade de toda a graça, a nossa iniqüidade em toda a parte. O pecado dos nossos primeiros pais arruinou-nos a todos quase por completo, azedou-nos, corrompeu-nos, fez-nos inchar como o fermento faz à massa em que é lançado. Os pecados atuais que cometemos, quer mortais, quer veniais, embora tenham sido perdoados, aumentaram-nos a concupiscência, a fraqueza, a inconstância e corrupção, deixando maus vestígios na nossa alma. O nosso corpo é tão corrupto que é chamado pelo Espírito Santo corpo de pecado (Rm 6, 6; Sl 50, 7), concebido no pecado, alimentado no pecado, capaz de todo pecado e sujeito a mil enfermidades. Corrompe-se de dia a dia, e gera somente sarna, vermes e corrupção. A nossa alma, unida ao corpo, tornou-se tão carnal que chega a ser chamada carne: “Toda a carne tinha corrompido o seu caminho” (Gn 6, 12). A nossa única herança é o orgulho e a cegueira de espírito, o endurecimento do coração, a fraqueza e a inconstância da alma, a concupiscência, a revolta das paixões e as doenças do corpo. Somos, naturalmente, mais orgulhosos que os pavões, mais apegados à Terra que os sapos, piores que os bodes, mais invejosos que as serpentes, mais gulosos que os porcos, mais coléricos que os tigres e mais preguiçosos que as tartarugas, mais fracos que caniços e mais inconstantes que os cata-ventos. De nosso só temos o nada e o pecado, e só merecemos a ira de Deus e o inferno eterno.

80. Depois disto, será para admirar que Nosso Senhor tenha dito que quem o quisesse seguir devia renunciar a si mesmo e odiar a sua própria alma? (Mt 16, 24). Que aquele que amasse a sua alma a perderia, e o que a odiasse a salvaria? (Jo 12, 25). Esta Sabedoria infinita, que não impõe mandamentos sem razão, não nos manda odiarmo-nos a nós mesmos senão porque somos sumamente dignos de ódio. Nada há tão digno de amor como Deus, e nada tão digno de ódio como nós.

São Ricardo

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São Ricardo

São Ricardo, vós que soubestes com tanto a amor e responsabilidade encaminhar vossos filhos pela senda da virtude da santidade com vossas palavras, ensinamentos, exemplos de vida, intercedei junto a Deus para que as crianças e jovens de hoje possam obter, por vossa graça, pais com esse mesmo amor pelas almas de seus filhos, pois a única e maior herança que podemos dar a eles é o caminho que os conduza aos Céus. Por Cristo Nosso Senhor. Amém!