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Viva a Nossa Senhora do Rosário!

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Os casais, fiel instrumento da graça de Deus.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Vinde sobre nós, ó Espirito de calma, o doce vento que enxuga as nossas lagrimas, ó Brisa suave, tu és a alegria da nossa calmaria, somente em ti temos a paz, as tempestades não nos assusta quando perto de ti estamos, belo é o canto daqueles que te seguem, eles são felizes, também nós queremos ser felizes. Dai-nos a tua felicidade,

Doces irmãos, procurai no vosso lar a tua paz, somente entre os nossos encontraremos a felicidade de uma vida sem tormentos, somente na graça de Deus santificaremos a nossa família, somente na casa paterna bem exerceremos a nossa missão, somente lá, teremos, de forma mais inefável forças para continuar a lutar. Obrigado, ó Bondoso Deus, por nos ter dado uma família.

Caríssimos, ao falar dos casais sempre devemos ter um enorme cuidado, sempre,Santa Paz em todas as ocasiões, devemos, por primeiro, invocar o Santo Espirito, para que, possamos falar palavras sabias, aqui não estamos a falar de um tema qualquer – não que existam temas insignificantes, mas esse ocupa um ligar de honra – estamos a falar da família, dos casais, somente através deles a sociedade encontrará a paz, somente através das famílias, Deus encontrará repouso, somente através desta, os saldados de Deus conseguirão construir o reino de seu Mestre. Exponhamos aqui uma exortação: Homem e mulher, tentem viver de forma harmônica, erigidos pela graça de Deus. Essa admoestação deve ser seguida arrisca, deve ser seguida, seguida por aqueles que almejam a felicidade.

Mãe, somente em vós confiamos a paz dos casais, como tu bem sabe que este mundo só alcançará a paz quando os casais também a alcançarem. Deus nos quis revelar esta verdade através de ti e de José, nosso Irmão-Deus, através de ti e José, nos revelou a essencialidade dos casais para a construção de um mundo novo. Com o teu terço na mãe, somente, e tão-somente, uma coisa vós pedimos: Vela pelos nossos casais.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

DÉCIMO MANDAMENTO: NÃO COBIÇAR AS COISAS ALHEIAS

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531. Que exige e que proíbe o décimo mandamento?

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Este mandamento completa o precedente e exige uma atitude interior de respeito em relação à propriedade alheia. Proíbe a avidez, a cupidez desregrada dos bens dos outros e a inveja, que consiste na tristeza que se experimenta perante os bens alheios e o desejo imoderado de deles se apoderar.

532. Que pede Jesus com a pobreza de coração?

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Jesus requer aos seus discípulos que O prefiram a tudo e a todos. O desprendimento das riquezas – segundo o espírito da pobreza evangélica – e o abandono à providência de Deus, que nos liberta da preocupação pelo amanhã, preparam-nos para a bem-aventurança dos «pobres em espírito, porque deles é já o reino dos céus» (Mt 5, 3).

533. Qual é o maior desejo do homem?

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O maior desejo do homem é ver a Deus. Este é o grito de todo o seu ser: «Quero ver a Deus!». De facto, o homem realiza a verdadeira e perfeita felicidade na visão e na bem-aventurança d’Aquele que o criou por amor e o atrai a Si no seu infinito amor. «Aquele que vê a Deus, obteve todos os bens que se podem imaginar» (S. Gregório de Nisa)

Viva a São Francisco de Assis

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No dia 4 de outubro celebramos São Francisco de Assis, que nasceu na cidade desaofcoassis Assis, na Itália, em 1181 (ou 1182). Filho de um rico comerciante de tecidos, Francisco tirou todos os proveitos de sua condição social vivendo entre os amigos boêmios.

Tentou, como o pai, seguir a carreira de comerciante, mas a tentativa foi em vão.

Sonhou então, com as honras militares. Aos vinte anos alistou-se no exército de Gualtieri de Brienne que combatia pelo papa, mas em Spoleto teve um sonho revelador: Foi convidado a trabalhar para “o Patrão e não para o servo”.

Suas revelações não parariam por aí. Em Assis, o santo dedicou-se ao serviço de doentes e pobres. Um dia do outono de 1205, enquanto rezava na igrejinha de São Damião, ouviu a imagem de Cristo lhe dizer: “Francisco, restaura minha casa decadente”.

O chamado, ainda pouco claro para São Francisco, foi tomado no sentido literal e o santo vendeu as mercadorias da loja do pai para restaurar a igrejinha. Como resultado, o pai de São Francisco, indignado com o ocorrido, deserdou-o.

Com a renúncia definitiva aos bens materiais paternos, São Francisco deu início à sua vida religiosa, “unindo-se à Irmã Pobreza”.

A Ordem dos Frades Menores teve início com a autorização do papa Inocêncio III e Francisco e onze companheiros tornaram-se pregadores itinerantes, levando Cristo ao povo com simplicidade e humildade.

O trabalho foi tão bem realizado que, por toda Itália, os irmãos chamavam o povo à fé e à penitência. A sede da Ordem, localizada na capela de Porciúncula de Santa Maria dos Anjos, próxima a Assis, estava superlotada de candidatos ao sacerdócio. Para suprir a necessidade do espaço, foi aberto outro convento em Bolonha.

Um fato interessante entre os pregadores itinerantes foi que poucos, dentre eles, tomaram as ordens sacras. São Francisco de Assis, por exemplo, nunca foi sacerdote.

Em 1212, São Francisco fundou com sua fiel amiga Santa Clara, a Ordem das Damas Pobres ou Clarissas. Já em 1217, o movimento franciscano começou a se desenvolver como uma ordem religiosa. E como já havia ocorrido anteriormente, o número de membros era tão grande que foi necessária a criação de províncias que se encaminharam por toda a Itália e para fora dela, chegando inclusive à Inglaterra.

Sua devoção a Deus não se resumiria em sacrifícios, mas também em dores e chagas. Enquanto pregava no Monte Alverne, nos Apeninos, em 1224, apareceram-lhe no corpo as cinco chagas de Cristo, no fenômeno denominado “estigmatização”.

Os estigmas não só lhe apareceram no corpo, como foram sua grande fonte de fraqueza física e, dois anos após o fenômeno, São Francisco de Assis foi chamado ao Reino dos Céus.

Autor do Cântico do Irmão Sol, considerado um poeta e amante da natureza, São Francisco foi canonizado dois anos após sua morte.

Em 1939, o papa Pio XII tributou um reconhecimento oficial ao “mais italiano dos santos e mais santo dos italianos”, proclamando-o padroeiro da Itália.

Texto extraído do site: Angelfire

NONO MANDAMENTO: GUARDAR CASTIDADE NOS PENSAMENTOS E NOS DESEJOS

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527. O que exige o nono mandamento?

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O nono mandamento exige vencer a concupiscência carnal nos pensamentos e nos desejos. A luta contra a concupiscência passa pela purificação do coração e pela prática da virtude da temperança.

528. Que proíbe o nono mandamento?

2517-2519;

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O nono mandamento proíbe cultivar pensamentos e desejos relativos às acções proibidas pelo sexto mandamento.

529. Como chegar à pureza do coração?

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O baptizado, com a graça de Deus, em luta contra os desejos desordenados, chega à pureza do coração mediante a virtude e o dom da castidade, a pureza de intenção e do olhar exterior e interior, com a disciplina dos sentidos e da imaginação e pela oração.

530. Quais as outras exigências da pureza?

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A pureza exige o pudor, que, preservando a intimidade da pessoa, exprime a delicadeza da castidade e orienta os olhares e os gestos em conformidade com a dignidade das pessoas e da sua comunhão. Ela liberta do erotismo difuso e afasta de tudo aquilo que favorece a curiosidade mórbida. Requer uma purificação do ambiente social, mediante uma luta constante contra a permissividade dos costumes, que assenta numa concepção errónea da liberdade humana.

Somente os bons atos, transformaram, de forma eficaz, a nossa má sociedade.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

No teu amor queremos mergulhar, nos teus belos ensinamentos queremos viver, viver banhados pelas tuas palavras amorosas. Somente a ti adoraremos, quando perto de ti estamos, duvidas não há, teu amor, amor que são transmitidas em palavras, palavras de amor que nos faz amar, amor, palavras de amor, amor que renova nosso amor. Só amando-te nós amaremos e, por conseguinte, amaremos os nossos irmãos. Vinde sobre o nosso peito, ó Amor que nos nutri, para que possamos ser em tudo, somente, amor.

Doces irmãos, não podemos desejar grandes coisas, não podemos sonhar ossemear sonhos que este mundo sonha, pois, sem duvida nenhuma, eles são perversos, maldosos, nada de agradável poderemos extrair dos sonhos deste mundo. Não deveras desejar o desejo deste mundo. Não podemos esperar a paz deste mundo, ela é falha, somente existe em poucos momentos que não duram mais do que alguns segundos. Devemos, sim, sonhar com o infinito, com aquilo que não tem fim, aquilo que não conhece o fim, que o fim somente é o começo daquilo que não tem fim, somente os que se desprende deste mundo conseguirão sonhar com o que não fim. Nosso Bondoso Pai é o que não tem fim, ele é o infinito, o Deus do infinito, se nele estamos saberemos, por todo o sempre, sonhar e viver o infinito, a infinidade dos nossos sonhos.

Caríssimos, muitos, não são poucos, proclamam ao mundo que a paz não mais existe, dizem ainda que, nada podemos fazer nada o mundo todo se perverteu. Triste. Não que isso não tenha um pouquinho de sensatez, sim há neste pensamento sensatez, mas ele padece de um terrível desvairo, assim existe uma grande moléstia neste pensamento, porque, não podemos perder nosso tempo dizendo que o mundo está pervertido que não há mais saída, devemos, sim e muito sim, lutar para reverter essa situação. Devemos ser ofertas, ofertas para o nosso Deus, para que, possamos, através desta oferta, que somos nós mesmos, agradar o nosso Deus para que ele toque no peito destes (o mundo pervertido), e possa com seu amor terno, infinitamente terno, dar a paz para esse que não a conhece. Se nos dispusermos a trabalhar, por natural, conseguiremos influenciar outras pessoas a também começar a trabalhar, pois, a boa vontade é contagiante. Do pequeno as grandes coisas surgem.

Mãe, a ti queremos dedicar nossas preces, somente em teu lado queremos seguir, adorando, canto e rendendo hinos de louvor ao teu filho. Queremos ser uma perfeita oblação, queremos nos ofertar ao nosso Deus, pelas tuas mãos queremos ser entregues ao teu filho, assim sabemos, que será de grande estima, por ser entregue por nossa rainha, mãe de nosso Rei. Com o teu terço na mão, isto, dia e noite, te imploramos.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

A História da Santa Terezinha do Menino Jesus

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Santa Terezinha com 13 anos Desde muito cedo Teresa Martin iniciou sua devoção ao Menino Jesus. Aos seis anos e meio, começa a se preparar para a primeira comunhão, sendo catequizada por sua irmã Paulina. Graças a esta catequese, o amor ao Menino Jesus vai aumentando em seu coração.  Ao falar deste período, nossa santa afirma que “amava-o muito” (A 31v). Não é, pois, de se estranhar que à época de seu primeiro chamado à vida carmelitana, tenha aceitado com entusiasmo a proposta de Madre Gonzaga de se chamar “Teresa do Menino Jesus” quando ingressasse no Carmelo. Após prepará-la para a primeira comunhão, Paulina, já Irmã Inês de Jesus no Carmelo de Lisieux, convida a menina a considerar sua alma como um jardim de delícias no qual é preciso cultivar as flores de virtudes que Jesus virá colher em sua primeira visita.

 No ano de 1887 se oferece ao Menino Jesus para ser seu brinquedo (A 64r), desejando abandonar-se sem reservas à sua misericórdia. Isto ocorre por ocasião da célebre audiência com o papa Leão XIII. Teresa esperava que o papa autorizasse sua entrada imediata no Carmelo, apesar da pouca idade. Enorme decepção! Recebe palavras ternas e não a resposta desejada. Por isso não fica perturbada. Não havia se oferecido para ser a “bolinha” de Jesus e não dissera que ele poderia fazer o que quisesse com ela?

Santa TerezinhaA partir do dia 9 de abril de 1888, data de seu ingresso no Carmelo de Lisieux, Teresa pode, finalmente, realizar seu sonho de menina: assina suas cartas durante todo o postulantado como “Teresa do Menino Jesus” (Ct 46-79). No dia 10 de janeiro de 1889, dia em que recebe o hábito, assinará pela primeira vez “Irmã Teresa do Menino Jesus e da Santa Face”, que será seu nome definitivo de Carmelita (Ct 80). Quando entra na clausura, a primeira coisa que lhe chama a atenção é o sorriso de seu “Menino cor de rosa” (A 72v), que a acolhe. Ela se encarregará de colocar-lhe flores desde a Natividade de Maria: “era a Virgenzinha recém-nascida que apresentava sua florzinha ao Menino Jesus”. (A 77r).

Teresa dedica muitas poesias, recreações piedosas e orações ao Menino Jesus, ao mistério do Natal e aos primeiros anos da infância de Cristo. No dia 21 de janeiro de 1894 cria e oferece à Madre Inês, em sua primeira festa como priora, uma pintura a óleo do Menino Jesus, a que intitula como “O sonho do Menino Jesus”. Este quadro mostra o Menino Jesus de olhos abaixados, brincando com as flores que lhe são oferecidas. Ao fundo aparece sob a claridade da lua a Sagrada Face debaixo da cruz e cerca dos instrumentos da paixão. Em uma carta enviada no mesmo dia (Ct 156), Teresa comenta seu quadro: longe de temer os sofrimentos futuros, o Menino Jesus conserva um olhar sereno e até sorri, pois sabe que sua esposa (Irmã Inês) permanecerá sempre ao seu lado para amá-lo e consolá-lo. Quanto aos olhos baixos, estes mostram sua atitude quanto à própria Teresa: “Ele está quase sempre dormindo”. Neste último detalhe já vislumbramos uma prefiguração da grande prova de fé que irá acompanhá-la em seus últimos dias.

Nos finais de 1894, a jovem carmelita descobre sua “Pequena Via”. A infância espiritual do cristão, feita de confiança e abandono, deverá se moldar na própria infância de Jesus, em seu caráter de Filho, tão particularmente representado nos traços de sua infância. No dia 7 de junho de 1897, Teresa se deixa fotografar, tendo nas mãos as estampas do Menino Jesus e da Sagrada Face. Sobre a imagem do Menino Jesus, conhecido como “de Messina”, Teresa copia o versículo de Pr 9,4: “Quem for pequenino, venha a mim”.

Texto retira integralmente do site: Santuário Santa Terezinha do Menino Jesus e da Sagrada Face