Se prender a lei de Deus é se libertar da solidão de uma vida triste

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

   Vinde o Deus Espirito Santo, somente a ti recorreremos, somente vós tem poder, fonte de todo o poder. Somente uma coisa vós pedimos, livra-nos dos maus conselhos dos perversos.

   Doces irmãos, em tudo sede obedientes. Quantas vezes ouvimos e ouviremos essa frase, é Deus que nos pede obediência, somente isso, obedecer, como é bondoso, tudo nos dar e de nós somente exige uma coisa, obediência, sempre ser. Assim somos, aqueles que amam, nós que vivemos o amor, em tudo somos obedientes, formados pela graça salvífica de Deus. Dou-te graças, ó Pai bondoso.

   Caríssimos, como é ardente o nosso desejo de felicidade, sempre o depositamosobediência. na liberdade, sendo isto certo. Como antes dito, somente sendo livre, como assim julgamos, alcançaremos a felicidade, a grande e tão esperada felicidade. Mas, por triste ilusão, muitos acabam tendo a liberdade como algo que não se afilia as leis, seja ela, as leis, de qualquer natureza, muito errado esse pensamento. Devemos, se quisermos ser feliz, em tudo ser obedientes as leis sacras, a obediência a essas leis é o que nos tonará felizes, pois nos sentiremos completos, como um filho que se sente amado por seu pai, e, por contraprestação ama seu pai. Assim, somente assim, nos sentiremos completos, todas as lacunas que há no mais extremo do nosso ser serão preenchidas, somente por nos sentirmos amados, todavia, não somente amados, não somente como seres que são amados, alhures, seres também que sabem e praticam o amor, amor ao outro, amar o outro é o meio e consequência de se sentir feliz. Quem amam a Deus, como sempre repetido, ama seu irmão. Se prender a lei de Deus é se libertar da solidão de uma vida triste.

  Mãe querida, mãe amada, ama venerável, conduzi-nos pelos caminhos do amor, como filhos, que somos, assim te pedimos. Tu fora quem bem soubera beber deste manancial insondável, tu fora que bem soubera obedecer todos os mandamentos, assim também queremos ser. Através da oração de teu rosário vamos escutando as tuas palavras e, dia após dia, aprendendo a como ser bons filhos, servos obedientes. Obrigado mãe.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

SEXTO MANDAMENTO: NÃO COMETER O ADULTÉRIO

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487. Qual a missão da pessoa humana em relação à própria a identidade sexual?

2331-2336.

2392-2393

Deus criou o ser humano como homem e mulher, com igual dignidade pessoal, e inscreveu nele a vocação ao amor e à comunhão. Compete a cada um aceitar a sua identidade sexual, reconhecendo a sua importância para a pessoa toda, bem como o valor da especificidade e da complementaridade.

488. O que é a castidade?

2337-2338

A castidade é a integração positiva da sexualidade na pessoa. A sexualidade torna-se verdadeiramente humana quando é bem integrada na relação pessoa a pessoa. A castidade é uma virtude moral, um dom de Deus, uma graça, um fruto do Espírito.

489. O que supõe a virtude da castidade?

2339-2341

Supõe a aprendizagem do domínio de si, que é uma pedagogia de liberdade humana aberta ao dom de si. Para tal fim, é necessária uma educação integral e permanente, através de etapas graduais de crescimento.

490. Quais os meios que ajudam a viver a castidade?

2340-2347

São numerosos os meios à disposição: a graça de Deus, a ajuda dos sacramentos, a oração, o conhecimento de si, a prática duma ascese adaptada às situações, o exercício das virtudes morais, em particular da virtude da temperança, que procura fazer com que as paixões sejam guiadas pela razão.

491. Como é que todos são chamados a viver a castidade?

2348 – 2350

2394

Todos, seguindo Cristo modelo de castidade, são chamados a levar uma vida casta, segundo o próprio estado de vida: uns na virgindade ou no celibato consagrado, forma eminente de uma mais fácil entrega a Deus com um coração indiviso; os outros, se casados, vivendo a castidade conjugal; os não casados vivem a castidade na continência.

492. Quais os principais pecados contra a castidade?

2351 – 2359

2396

São pecados gravemente contrários à castidade, cada um segundo a natureza do objecto: o adultério, a masturbação, a fornicação, a pornografia, a prostituição, o estupro, os actos homossexuais. Estes pecados são expressão do vício da luxúria. Cometidos contra os menores, são atentados ainda mais graves contra a sua integridade física e moral.

493. Porque é que o sexto mandamento, que diz «não cometerás adultério», proíbe todos os pecados contra a castidade?

2336

Embora no texto bíblico se leia «não cometerás adultério» (Ex 20,14), a Tradição da Igreja segue complexivamente todos os ensinamentos morais do Antigo e Novo Testamento, e considera o sexto mandamento como englobando todos os pecados contra a castidade.

494. Qual a missão das autoridades civis em relação à castidade?

2354

As autoridades civis, obrigadas a promover o respeito pela dignidade da pessoa, devem contribuir para criar um ambiente favorável à castidade, mesmo impedindo, com leis apropriadas, a difusão de algumas das chamadas graves ofensas à castidade, para proteger sobretudo os menores e os mais débeis.

495. Quais os bens do amor conjugal a que a sexualidade se ordena?

2360-2361;

2397-2398

Os bens do amor conjugal, que para os baptizados é santificado pelo sacramento do matrimónio, são: a unidade, a fidelidade, a indissolubilidade e a abertura à fecundidade.

496. Qual o significado do acto conjugal?

2362-2367

O acto conjugal tem um duplo significado: unitivo (a mútua doação dos esposos) e procriador (a abertura à transmissão da vida). Ninguém deve quebrar a conexão inquebrável que Deus quis entre os dois significados do acto conjugal, excluindo um deles.

497. Quando é que a regulação dos nascimentos é moral?

2368-2369

2399

A regulação dos nascimentos, que é uma componente da paternidade e maternidade responsáveis, é objectivamente conforme à moralidade quando é realizada pelos esposos sem imposições externas, nem por egoísmo, mas com base em motivos sérios e o recurso a métodos conformes aos critérios objectivos da moralidade, isto é, com a continência periódica e o recurso aos períodos infecundos.

498. Quais os meios imorais na regulação dos nascimentos?

2370 – 2372

É intrinsecamente imoral toda a acção – como, por exemplo, a esterilização directa ou a contracepção – que, na previsão do acto conjugal ou na sua realização ou no desenvolvimento das suas consequências naturais, se proponha, como objectivo ou como meio, impedir a procriação.

499. Porque é que a inseminação e a fecundação artificiais são imorais?

2373-2377

São imorais porque dissociam a procriação do acto com que os esposos se entregam mutuamente, instaurando assim um domínio da técnica sobre a origem e o destino da pessoa humana. Além disso, a inseminação e a fecundação heteróloga, com o recurso a técnicas que envolvem uma pessoa estranha ao casal dos esposos, prejudicam o direito do filho a nascer dum pai e duma mãe conhecidos por ele, ligados entre si pelo matrimónio e tendo o direito exclusivo a tornarem-se pais, só um através do outro.

500. Como deve ser considerado um filho?

2378

O filho é um dom de Deus, o maior dom do matrimónio. Não existe um direito a ter filhos («o filho exigido, a todo o custo»). Existe, ao contrário, o direito do filho a ser o fruto do acto conjugal dos seus progenitores e o direito a ser respeitado como pessoa desde o momento da sua concepção.

501. Que devem fazer os esposos sem filhos?

2379

No caso em que o dom do filho não lhes tivesse sido concedido, os esposos, esgotados os recursos médicos legítimos, podem mostrar a sua generosidade, mediante o cuidado ou a adopção, ou então realizando serviços significativos em favor do próximo. Deste modo, realizarão uma preciosa fecundidade espiritual.

502. Quais são as ofensas contra a dignidade do matrimónio?

2380-2391

2400

São: o adultério, o divórcio, a poligamia, o incesto, a união de facto (convivência, concubinato) e o acto sexual antes ou fora do matrimónio.

Obedecei aquele que tudo domina.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

A ti pedimos, ó Espirito de sabedoria, vinde sobre nós, enche-nos com as tuas belezas, pelos teus caminhos queremos andar. Vinde sobre nós, queremos pertencer somente a ti.

Doces irmãos, vivei retamente, cuidado com as falsas doutrinas que, dia e noite, a todo o momento, tenta-nos a abandonar o caminho da felicidade. Somente as palavras de vida que são nos apresentadas pelo livro de Deus, pelo livro que é Deus, é que nos conduzirá para aquilo que mais desejamos, a vida eterna.

Caríssimos, somos chamados à obediência, a servir fielmente o nosso mestre,Transfiguração do Senhor somos filhos da graça, chamados a vida eterna, devemos obedecer aquele que tudo domina, aquele que tem presciência de tudo, que criou tudo, quer material, quer espiritual, meio e fim. Somente a esse Deus-bondade devemos obedecer, somente a ele. Aqueles que se oporem aos santos mandamentos terão como triste fim a condenação eterna. Somente os fiéis servos encontraram a felicidade de para todo o sempre louvar o Deus-amor.

Doce Mãe, guia-nos, sempre guiai-nos para que não nos perdíamos nesses caminhos, ora longos, ora curtos, bem curtos são para aqueles que tem conhecimento, que sabem sentir os tempos, tempo que não há tempo, dias que são minutos, assim são os minutos que nos resta, escassos. Ensina-nos a andar para que bom possamos aproveitar os últimos passos que nos resta. Com teu terço, sempre felizes, vamos confiantes na vitória.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

Deixai para Deus o que só pertence a Deus.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

A ti, ó graça escondida, ó rebento mais forte, sempre te pediremos a vir ao nosso encontro. Enche-nos de tua sabedoria.

“Como poderei amaldiçoar a quem Deus não amaldiçoa? Como encolerizar-me, se o Senhor não se encolerizou?” (Números 23, 8).

Doces irmãos, como felizes somos, a felicidade é a nosso essência, mil e milhões de vezes isso repetiremos, pois, como bem sabemos, é verdadeiro, não cansamos de falar a verdade, a verdade é doce, conforta a alma. Cada vez que da verdade falamos nosso coração se enche do Espirito de Deus e, por consequência, nossa voz fica mais forte e alcança multidões. Como bom é falar de Deus, como é bom ser de Deus, como é bom ser feliz.

Caríssimos, por que julgar? Por que alguns perdem seus escassos minutos julgando e maldizendo outrem? Fazem isso porque não conhecem a beleza e a paz que há na sabedoria. Devemos, amados, aprender, dia e noite, a como ouvir nosso interior, de lá retiraremos todas as repostas que precisamos para sermos felizes, uma das respostas que por primeiro descobriremos é que somente a Deus pertence o poder de julgar, somente ele pode julgar. Não podemos julgar, mesmo tendo a verossimilhança de quem julgamos é culpado, não nos pertence o poder de julgar, somos indignos, aquele que julgamos não é menos indigno que nós, e nós nãos somos mais digno que ele, todos nos encontramos num mesmo patamar. Quem de nós julgar, poderemos ter a certeza, que esse, é duma ignorância terrível. Amigos, se não podemos julgar aqueles que sabemos que merecem, como nós, o que falar daqueles que foram separados por escolha de Deus.

Mãe da sabedoria, nós vos pedimos, guia-nos, queremos a felicidade, somente seguindo-te mais facilmente e sem tantas lagrimas encontraremos, somente seguindo-te. Tu és quem bem sabe onde se encontra a verdade encarnada, no teu coração, no nosso coração, somente com a tua ajuda lá chegaremos com mais facilidade, não é um lugar de fácil aceso, para aqueles que se encontram cegos, somente com o teu auxilio lá chegaremos e, por fim, por doce fim, contigo estaremos felizes, para todo o sempre, debruçados nos lindos e felizes bosques da Felicidade.bonsque

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

O QUINTO MANDAMENTO: NÃO MATAR

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466. Porque respeitar a vida humana?

2258-2262

2318-2320

Porque é sagrada. Desde o seu início ela supõe a acção criadora de Deus e mantém-se para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. A ninguém é lícito destruir directamente um ser humano inocente, pois é um acto gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador. «Não causarás a morte do inocente e do justo» (Ex 23, 7).

467. Porque é que a legítima defesa das pessoas e das sociedades não vai contra tal norma?

2263-2265

Porque com a legítima defesa se exerce a escolha de defender e valorizar o direito à própria vida e à dos outros, e não a escolha de matar. Para quem tem responsabilidade pela vida do outro, a legítima defesa pode até ser um dever grave. Todavia ela não deve comportar um uso da violência maior que o necessário.

468. Para que serve uma pena?

2266

A pena, infligida por uma legítima autoridade pública, tem como objectivo compensar a desordem introduzida pela culpa, preservar a ordem pública e a segurança das pessoas, e contribuir para a emenda dos culpados.

469. Que pena se pode aplicar?

2267

A pena infligida deve ser proporcionada à gravidade do delito. Hoje, na sequência das possibilidades do Estado para reprimir o crime tornando inofensivo o culpado, os casos de absoluta necessidade da pena de morte «são agora muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes» (Evangelium vitae). Quando forem suficientes os meios incruentos, a autoridade deve limitar-se ao seu uso, porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum, são mais conformes à dignidade da pessoa humana e não retiram definitivamente ao culpado a possibilidade de se redimir.

470. Que proíbe o quinto mandamento?

2268-2283

2321-2326

O quinto mandamento proíbe como gravemente contrários à lei moral: O homicídio directo e voluntário e a cooperação nele;

O aborto directo, querido como fim ou como meio, e também a cooperação nele, crime que leva consigo a pena de excomunhão, porque o ser humano, desde a sua concepção, deve ser, em modo absoluto, respeitado e protegido totalmente;

A eutanásia directa, que consiste em pôr fim à vida de pessoas com deficiências, doentes ou moribundas, mediante um acto ou omissão duma acção devida;

O suicídio e a cooperação voluntária nele, enquanto ofensa grave ao justo amor de Deus, de si e do próximo: a responsabilidade pode ser ainda agravada por causa do escândalo ou atenuada por especiais perturbações psíquicas ou temores graves.

471. O que é consentido, medicamente, quando a morte é tida como iminente?

2278-2279

Os cuidados habitualmente devidos a uma pessoa doente não podem ser legitimamente interrompidos. São legítimos o uso de analgésicos, que não têm como fim a morte, e também a renúncia ao «excesso terapêutico», isto é, à utilização de tratamentos médicos desproporcionados e sem esperança razoável de êxito positivo.

472. Porque é que a sociedade deve proteger o embrião?

2274

O direito inalienável à vida de cada ser humano, desde a sua concepção, é um elemento constitutivo da sociedade civil e da sua legislação. Quando o Estado não coloca a sua força ao serviço dos direitos de todos e em particular dos mais fracos, e entre eles dos concebidos ainda não nascidos, passam a ser minados os próprios fundamentos do Estado de direito.

473. Como se evita o escândalo?

2284-2287

O escândalo, que consiste em levar alguém a fazer o mal, evita-se respeitando a alma e o corpo da pessoa. Se alguém induz deliberadamente outro a pecar gravemente, comete uma culpa grave.

474. Que deveres temos em relação ao corpo?

2288-2291

O dever dum razoável cuidado da saúde física, da nossa e da dos outros, evitando todavia o culto do corpo e toda a espécie de excessos. Evitar o uso de estupefacientes, com gravíssimos danos para a saúde e a vida humana e também o abuso dos alimentos, do álcool, do tabaco e dos remédios.

475. Quando são moralmente legítimas as experiências científicas, médicas ou psicológicas, sobre pessoas ou grupos humanos?

2292-2295

São moralmente legítimas se estão ao serviço do bem integral da pessoa e da sociedade e não trazem riscos desproporcionados à vida e à integridade física e psíquica dos indivíduos, que devem ser oportunamente esclarecidos e dar o seu consentimento.

476. São consentidos a transplantação e doação de órgãos, antes e depois da morte?

2296

A transplantação de órgãos é moralmente aceitável com o consentimento do doador e sem riscos excessivos para ele. Para o acto nobre da doação de órgãos depois da morte, deve acertar-se plenamente a morte real do doador.

477. Quais as práticas contra o respeito à integridade corpórea da pessoa humana?

2297-2298

São: os raptos e sequestros de pessoas, o terrorismo, a tortura, as violências, a esterilização directa. As amputações e as mutilações duma pessoa só são moralmente consentidas para indispensáveis fins terapêuticos da mesma.

478. Que cuidado ter com os moribundos?

2299

Os moribundos têm direito a viver com dignidade os últimos momentos da sua vida terrena, sobretudo com a ajuda da oração e dos sacramentos que preparam para o encontro com o Deus vivo.

479. Como tratar os corpos dos defuntos?

2300 – 2301

Os corpos dos defuntos devem ser tratados com respeito e caridade. A sua cremação é permitida, se não puser em causa a fé na ressurreição dos corpos.

480. Que pede o Senhor a cada um em ordem à paz?

2302 – 2303

O Senhor, que proclama «bem-aventurados os obreiros da paz» (Mt 5, 9), pede a paz do coração e denuncia a imoralidade da ira, que é desejo de vingança pelo mal recebido, e do ódio, que leva a desejar o mal ao próximo. Estas atitudes, se voluntárias e consentidas em matéria de grande importância, são pecados graves contra a caridade.

481. O que é a paz no mundo?

2304-2305

A paz no mundo, a qual é exigida para o respeito e desenvolvimento da vida humana, não é a simples ausência de guerra ou equilíbrio entre as forças em contraste, mas é «a tranquilidade da ordem» (S. Agostinho), «fruto da justiça» (Is 32, 17) e efeito da caridade. A paz terrena é imagem e fruto da paz de Cristo.

482. O que exige a paz no mundo?

2304;

2307–2308

Exige a distribuição equitativa e a tutela dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito da dignidade das pessoas e dos povos, a assídua prática da justiça e da fraternidade.

483. Quando é moralmente consentido o uso da força militar?

2307-2310

O uso da força militar é moralmente justificado pela presença contemporânea das seguintes condições: certeza de um dano permanente e grave; ineficácia doutras alternativas pacíficas; fundadas possibilidades de êxito; ausência de males piores, considerado o poder actual dos meios de destruição.

484. A quem compete a avaliação rigorosa dessas condições, em caso de guerra?

2309

Compete ao juízo prudente dos governantes, aos quais compete também o direito de impor aos cidadãos a obrigação da defesa nacional, salvo o direito pessoal à objecção de consciência, a realizar-se com outra forma de serviço à comunidade humana.

485. O que exige a lei moral, em caso de guerra?

2312-2314

2328

A lei moral permanece sempre válida, mesmo em caso de guerra. Devem tratar-se com humanidade os não combatentes, os soldados feridos e os prisioneiros. As acções deliberadamente contrárias ao direito dos povos e as disposições que as impõem são crimes que a obediência cega não pode desculpar. Devem-se condenar as destruições em massa, bem como o extermínio de um povo ou duma minoria étnica, que são pecados gravíssimos e obrigam moralmente a resistir às ordens de quem os ordena.

486. O que se deve fazer para evitar a guerra?

2315-2317

2327-2330

Devemos fazer tudo o que é razoavelmente possível para evitar de qualquer modo a guerra, devido aos males e injustiças que ela provoca. É necessário, em especial, evitar a acumulação e comércio de armas não devidamente regulamentadas pelos poderes legítimos; as injustiças sobretudo económicas e sociais; as discriminações étnicas e religiosas; a inveja, a desconfiança, o orgulho e o espírito de vingança. Tudo quanto se fizer para eliminar estas e outras desordens ajudará a construir a paz e a evitar a guerra.

Gigantesco é numero dos escolhidos.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Vinde sobre nós, ó Espirito de Poder, traze-nos o teu fogo, tuas chamas que nos enche com o teu ardor, que nos conduz até o teu calor, em ti, totalmente nos entregaremos, só em teu fogo nos queimaremos, a santidade buscaremos em ti, pois, só vós nos trareis tamanha benção.

Doces irmãos, acreditai, somos um numero infinito, os filhos, o números dos que serão salvos não tem fim, todos somos chamados, cada filho é convidado a se sentar na mesa da gloria, e, degustar deste santo banquete. Amando e sendo amados, assim nós andamos, fomos criados somente para o amor, e conforme a nossa natureza, assim agimos. Domos graças a ti, o Deus-bondade.

Caríssimos, não se coloquem contra os filhos da graça, sigam os filhos da luz, nãoceu tentes prevalecer contra eles, pois, é mais do que certo, que tua derrota será proclamada. Os filhos da luz, Israel, sempre será, serão, os vencedores, aqueles que se oporem ao ser poder serão derrotados, nunca prevaleceram, nunca cataram vitórias. Devemos, sempre, por todo o sempre, seguir a luz, seguir a Cristo, junto com Maria, nosso Mãe amado e, com todos os seus filhos, e, se assim procedermos teremos a vida, teremos, por todo o sempre, a vitória. Todos aqueles que se colocaram contra os eleitos foram derrotados e, por triste fim, foram considerados como joio e foram lançados na fornalha. Fracassados são aqueles que não seguem os santos preceitos, e por pior, perseguem aqueles que são fiéis, estes sim, terão uma dura pena, mormente, se eles foram chamados e tiveram contato com a palavra, mas, por rebeldia, não quiseram ouvi-la.

Bendita és tu, ó Mãe amada, assim sempre cataremos, como, dantes, os nossos pais cantaram, assim, também nós, pobres escravos teu, cantamos e cantamos. Bendita, bendita, bendita, nunca caçaremos de repetir essas doces palavras, doce, por vir daquele que em tudo obedeceu às santas palavras, doce, por ser verdadeira, claro, quem mais merecia a não ser a Mãe de Deus, Deus-filho, Deus-amoro. Para todo o sempre, seguros em teu rosário, assim sempre cantaremos: Bendita, bendita, tu és bendita, ó Santa Maria!

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

CAPÍTULO SEGUNDO: «AMARÁS O TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO»

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O QUARTO MANDAMENTO: HONRAR PAI E MÃE

455. O que nos manda o quarto mandamento?

2196 –2200

2247 – 2248

Manda honrar e respeitar os nossos pais e aqueles que Deus, para o nosso bem, revestiu com a sua autoridade.

456. Qual é a natureza da família no plano de Deus?

2201-2205

2249

Um homem e uma mulher, unidos em matrimónio, formam com os filhos uma família. Deus instituiu a família e dotou-a da sua constituição fundamental. O matrimónio e a família são ordenados ao bem dos esposos e à procriação e educação dos filhos. Entre os membros da família estabelecem-se relações pessoais e responsabilidades primárias. Em Cristo, a família torna-se igreja doméstica, porque ela é comunidade de fé, de esperança e de amor.

457. Que lugar ocupa a família na sociedade?

2207-2208

A família é a célula originária da sociedade humana e precede qualquer reconhecimento da autoridade pública. Os princípios e os valores familiares constituem o fundamento da vida social. A vida de família é uma iniciação à vida da sociedade.

458. Quais os deveres da sociedade em relação à família?

2209-2213

2250

A sociedade tem o dever de sustentar e consolidar o matrimónio e a família, no respeito também do princípio de subsidiariedade. Os poderes públicos devem respeitar, proteger e favorecer a verdadeira natureza do matrimónio e da família, a moral pública, os direitos dos pais e a prosperidade doméstica.

459. Quais os deveres dos filhos para com os pais?

2214-2220

2251

Em relação aos pais, os filhos devem respeito (piedade filial), reconhecimento, docilidade e obediência, contribuindo assim, também com as boas relações entre irmãos e irmãs, para o crescimento da harmonia e da santidade de toda a vida familiar. Se os pais se encontrarem em situação de indigência, de doença, de solidão ou de velhice, os filhos adultos devem-lhes ajuda moral e material.

460. Quais os deveres dos pais para com os filhos?

2252 – 2253

Os pais, participantes da paternidade divina, são os primeiros responsáveis da educação dos filhos e os primeiros anunciadores da fé. Têm o dever de amar e respeitar os filhos como pessoas e filhos de Deus e, dentro do possível, de prover às suas necessidades materiais e espirituais, escolhendo para eles uma escola adequada e ajudando-os com prudentes conselhos na escolha da profissão e do estado de vida. Em particular, têm a missão de educá-los na fé cristã.

461. Como é que os pais educam os filhos na fé cristã?

2252-2253

Principalmente com o exemplo, a oração, a catequese familiar e a participação na vida eclesial.

462. Os laços familiares são um bem absoluto?

2232-2233

Os laços familiares são importantes, mas não absolutos, porque a primeira vocação do cristão é seguir Jesus, amando-o: «Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; quem ama a filha ou o filho mais do que a Mim não é digno de Mim» (Mt 10,37). Os pais devem, com alegria, ajudar os filhos no seguimento de Jesus, em todos os estados de vida, mesmo na vida consagrada ou no ministério sacerdotal.

463. Como exercer a autoridade nos diferentes âmbitos da sociedade civil?

2234-2237

2254

A autoridade deve ser exercida, como um serviço, respeitando os direitos fundamentais da pessoa humana, uma justa hierarquia de valores, as leis, a justiça distributiva, e o princípio de subsidiariedade. No exercício da autoridade, cada um deve procurar o interesse da comunidade em vez do próprio e deve inspirar as suas decisões na verdade acerca de Deus, do homem e do mundo.

464. Quais os deveres dos cidadãos em relação às autoridades civis?

2238-2241

2255

Os que estão submetidos à autoridade vejam os superiores como representantes de Deus e colaborem lealmente no bom funcionamento da vida pública e social. Isto comporta o amor e o serviço da pátria, o direito e o dever de votar, o pagamento dos impostos, a defesa do país e o direito a uma crítica construtiva.

465. Quando é que o cidadão não deve obedecer à autoridade civil?

2242-2243

2256

Em consciência, o cidadão não deve obedecer quando os mandamentos das autoridades civis se opõem às exigências da ordem moral: «É necessário obedecer mais a Deus do que aos homens» (Act 5,29).