AS EXÉQUIAS CRISTÃS

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354. Que relação existe entre os sacramentais e a morte do cristão?

1680

1683

O cristão que morre em Cristo chega, no termo da sua existência terrena, à consumação da nova vida iniciada com o Baptismo, revigorada pela Confirmação e alimentada pela Eucaristia, antecipação do banquete celeste. O sentido da morte do cristão manifesta-se à luz da Morte e da Ressurreição de Cristo, nossa única esperança; o cristão que morre em Cristo Jesus, vai «habitar junto do Senhor» (2 Cor 5,8).

355. O que exprimem as exéquias?

1684 – 1685

As exéquias, embora celebradas segundo diferentes ritos correspondentes às situações e às tradições de cada uma das regiões, exprimem o carácter pascal da morte cristã na esperança da ressurreição e o sentido da comunhão com o defunto particularmente mediante a oração pela purificação da sua alma.

356. Quais os momentos principais das exéquias?

1686 – 1690

Habitualmente as exéquias compreendem quatro momentos principais: o acolhimento da urna pela comunidade, com palavras de conforto e de esperança; a liturgia da Palavra; o sacrifício eucarístico; e «a encomendação», com o qual a alma do defunto é confiada a Deus, fonte de vida eterna, enquanto o seu corpo é sepultado na expectativa da ressurreição

Deus não abandona nenhum dos seus filhos.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, cantai de alegria, vivos estamos e nada nos poderá atormentar,ceu Deus deu-nos a vida e ninguém nos poderá nos retirar esta grande graça, a maior graça, não somos mais escravos do não ser, aquele que não é não tem nenhum poder sobre nós. Cantai, amigos, somos livres, Deus não nos abandonou no deserto, ele é o nosso caminho, não andamos errantes, temos um destino, que para lá chegar felizes vamos, cantando e confiantes andamos com a certeza de que no final desta estrada cantaremos as vitórias de nosso Deus, jubilosos lá estaremos no alto da mais sublime gloria.

Caríssimos, quem entre os escolhido poderá dizer que Deus esqueceu-se dele? Se isto falares dará testemunho que não pertencente ao número dos que se salvarão, sua mancha é terrível, pois blasfema contra Deus. Deus nunca abandonou e nunca abandonará ninguém, até aqueles que o ofende abandonando-o virando as costas para sua grandiosa realiza são chamados ao arrependimento, e mais, não somos nós, aqueles que vos ofendemos, que temos a iniciativa de ir ao seu encontra e buscar a reconciliação, mas Deus por ser puro amor é quem vem ao nosso encontro, é ele que tem a iniciativa, ele é quem nos convida. Como grandioso e bondoso é o nosso Deus. Puro amor. Irmãos, buscais nos exemplos da Santíssima virgem a suma forma de bem servir a Deus, servidão desprendida, desinteressa, que só busca agradar o seu Deus, sua recompensa é agradar, fazer feliz, dar a gloria digna de sua realeza. Assim devemos ser nós, com o exemplo amável de nosso amadíssima mãe, devemos em tu imitar Maria, na sua bondade, no seu desprendimento, no seu silencia, na sua entrega total a seu Deus. Confiai também, amigos, sua vida a este mãe tão bondosa, pois ele é o nosso penhor seguro, garantia certa de nossa Salvação.

Como lindo é o canto da brisa que vais em direção ao novo dia, uma luz de calor, fonte de graça e renovação. Como são belos os novos raios de sol que nasce desta manhã eterna, não mais sucederá a noite, os tempos de trevas foram instintos, não mais cairá à noite em nosso peito, ó mãe, pois rezamos o terço, luz que vem da luz, luz que não é a luz, mais que nos conduz seguramente a luz e, com a luz bem perto da luz estaremos, mui mais perto dos que os outros que se utilizarão de outros meios, pois nãos há meio que tenha mais luz para ir a luz como este. Oh, como doce é a alegria daqueles que gozão desta benção. Todos são chamados, mais somente os de gosto refinado sabem escolhe-lo, pois um bom vinho não é bem apreciado por todos.

Ficai em paz!

Ficai com Maria

Não final da batalha nós, unidos ao coração de Maria, triunfaremos.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, quão admirável é a coragem, a força e predisposição que os filhos daVai dar tudo certo luz têm, eles não medem esforços para por ti lutar. Quem são esses de beleza tão admirável? Onde o encontraremos? Onde estes estão acampados? Irmãos, somos nós, nós é que somos os filhos da graça, da luz, da verdade, em fim, os filhos do eterno, nós encontraremos esse super-nós em nós mesmo, o espirito está acampado em nosso ser, o espirito de Deus, sim, o espirito de Deus, tenha a certeza que tua força é inalcançável, teus inimigos não poderão te destruir, não há este que possa te vencer. Se em nós habitasse o espirito do mundo, aí sim, que seriamos facilmente derrotados. Temos que liberar essa força que há dentro de nós, para que com os outros, possamo-nos ajuntar e batalhar, combater o bom combate.

Caríssimos, fies soldados, devemos sempre estar a ouvidos esperando o chamado, chamado este que nos guiará até a batalha, e lá lutaremos, e pela graça, indubitavelmente, venceremos. Amados, pertencemos a um exército ativo e operante que não desiste, pertencemos ao exército de Maria, que em tudo luta para que seu filho seja reconhecido por todos, e a nossa Rainha, pela qual dia e noite nos arriscamos, de bom grado, em duras batalhas, nos exorta: que em tudo escutamos o seu filho. E seu filho com o puro amor, pois ele é o amor, o Pai, ele e o espirito que nos auxilia formam o sumo amor, formam o amor, o amor é o sumo bem, não há maior bem do que o amar, que ama vive a felicidade, a cidade de Deus é formada pelos cidadãos do amor, o amar a todos, só podemos dizer que amamos se amamos a todos de forma uniforme, isto que o Homem-Deus nos manda, ele nos manda amar a todos. Caríssimos, é essa a nossa tenda, a tenda de Maria, a tenda do amor, estamos defronte ao santuário sacrossanto que dia e noite jorra, como um rio de águas transbordantes, o sumo amor. Sede soldados fies, vão a luta, batalhem e ganhem para está Rainha o maior numero de novos fies soldados, para que mais e mais, infinitamente mais, nosso Deus Triúno seja glorificado, honrado e adorado.

Ó Mãe nossa, Rainha dos anjos, porta do céu, espelho de justiça, e os outros nomes de amor, vai em nossa frente a nos guiar até Jesus. Ó Mãe, como falar de ti e não falar de Jesus, como falar de Jesus e não falar de ti, é mais do que impossível, pois o nosso Deus do impossível não nos permite falar de seu Filho sem falar de sua amada serva, e não nos permite falar de ti, ó Maria de méritos incalculáveis, e não falar de Jesus, não se separa o perfume das rosas, não se separa o brilho do cristal, não se separa a amor da verdade. Ó Mãe como alegres vamos nesta estrada, com teu terço na mãe, sem cansar vamos entoando cantos, cantos que falam de tuas glorias, glorias que falam do poder de Deus, poder que nos ensina a amar, amar que nos leva a te amar. Assim vamos, confiantes e alegres, pois no final da batalha com teu coração triunfaremos.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

No sofrimento, eis o momento em que Deus nos revela o quanto ele nos ama.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, quem poderá nos derrotará? Quem sairá em nosso encalço e noságuas da vida oprimirá? Amados, quão fácil é responder isto, simplesmente ninguém! Se estivermos com aquele que é, aquele que não é não nos fara mal nenhum, ao estarmos com ele nós tomamo-nos invencíveis. Se a luz está conosco não haverá trevas a nos assombrar, tudo será vencido, possa que sobrevenha sobre a nossa vida terríveis tormentas, mas seus fortes ventos não nos afligirão, pois temos em nosso coração a mansa brisa, ela sempre nos acalmará, nos momentos mais difíceis é que ele se mostrará.

Caríssimos, como dói ver este mundo que persegue os que promovem a paz, este mundo, quanta hipocrisia, os que pedem a paz são os mesmo que impõem suplícios aos promotores desta. Oh, Mundo, quando tu acordarás, não será com armas, com gritos e, com desprezo que alcançaremos a felicidade almejada, não será com riquezas que não duram um dia que compraremos a paz, não será com belas praças, não será com belas palavras, mas com as nossas obras, obras que aprenderemos a fazer com aqueles que já a fazem. Irmãos, a perseguição que teremos que suportar é o preço de escolher e andar com a verdade, o mundo que vive mais não vive, o mundo que é difundidor da mentira não compreenderá nossas palavras, pois falamos da verdade, e estes tristes, acham que a mentira é a verdade, quando a ouvem, a verdade, pesam que é a mentira, que triste confusão que só os arrastam para uma ilha de triste gritos tenebrosos. Filhos, mesmo vivendo em meio a perseguição, em meio as calunias, em meios aos flagelos, nós venceremos, já somos vencedores, aquele que escolheu viver a verdade pelo simples fato desta escolha – tão imensa riqueza – já é por excelência vencedor, isto comprova-se pelo decorrer da historia, mesmo com tantas adversidades o povo cresce e cresce.

Ó Mãe da fé, ensina-nos a crer, crer em meio a descrença de todos, crer em meio a derrotar. Ó Mãe, quando nosso trabalho não render frutos, ensina-nos a esperar até que possamos crescer e produzir cem por um, não que nossos trabalhos logo de inicio não redão, mas sabemos que só conseguiremos produzir frutos visíveis ao passar dos dias, pois uma árvore não começa a produzir logo quando a semente cai no chão, mais leve dia e anos, para que ele alcança o estado adulto e comece a produzir, assim somos nós, temos que crescer na fé para podermos produzir. Ó Mãe, professora nossa, ensina-nos, ensina-nos, ensina-nos a contigo sempre andar.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

Nossos votos, ó Deus, ajuda-nos a cumpri-los.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, tomem posse comigo das próximas palavras que falaremos, não será este que vos escreve, nem a vos que estais a lê, mas será todos nós em uma só voz que falaremos as seguintes palavras. Oxalá, que nosso Deus as escute e nos conceda o que nós o iremos pedir, sim, também invocaremos, por primeiro, a proteção e a intercessão da nossa Mãe amadíssima, proteção, para que não nos permita pedir coisas insanas, e, se pedirmos que com todo amor, que lhe é próprio, contenha a cólera de Deus, intercessão, para que não seja através de nossas mãos que estás palavras cheguem até Deus, mas que sejam pelas mãos virginais desta tão gloriosa serva. Assim digamos:

Oh, Deus terrível de Israel, que vencera o que para nós era invencível, que mudastes aquilo que para nós era imutável, que fizestes aquilo que para nós não era possível que fosse feito, que fez brotar amor onde achávamos que lá só habitava a morte, que destes a vida a aquele que nós já jugávamos perecido. Ouvi, o meu tudo, tudo que para os cegos é nada, nada, pois tu assim se quer mostrar, não fazes de tua gloria meio para oprimir, sim, tu podes obrigar-nos a te honrar, a te seguir, a te respeitar, mas tu és bondade, e a bondade não se confunde com a opressão, a bondade é libertadora, por isto que tu não nos obriga a te seguir, tu queres que nossa alma nos conduza e nos leve a transcender, sim,ANDAR o sair de nós mesmo para descobrir o nosso eu, o eu que está no eu do outrem, no nosso próximo é onde encontraremos o nosso eu, o eu que não é egoísta, mais que se dá para que o outro passa falar, a fala que não se cala, mas que nos permite ouvir, o eu é o estar no outro, o viver para o outro. Como queríamos, concede-nos, ó Deus que tudo criastes, tudo tu fizestes na mais profunda e perfeita ordem, na ordem do amor, que é tudo que é bom e justo. Concede-nos, ó Pai bondoso, que cumpramos todos os nossos votos, votos, que em verdade é voto, única voto, que é amar.

Leva-a, ó Mãe do Rosário, mesmo, sabemos, que é humilde bastante, nossas palavras não são belas, não são eloquentes, mais fora falada com toda a nossa alma, essa é a nossa humilde canção que entoamos ao nosso Rei, canções de esperança, nós cremos e acreditamos, que um dia com os anjos viveremos, honraremos e adoraremos, contigo, sim sempre contigo mãe, o amor. Nas noites de frio estamos com teu terço a nos aquecer, nos momentos de medo, com teu terço, o nosso coração se enche de coragem que nos renova e nos faz crescer, por tanto confiar em ti, pois sabemos que teus méritos são gloriosas, confiantes nisto te pedimos o mãe: Leva ao nosso Deus esta prece.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

Dúvida e Fé – Situação do homem frente ao problema “Deus”

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 mestres

Quem tentar falar hoje sobre o problema da fé cristã diante de homens não familiarizados com a linguagem eclesiástica por vocação ou convenção, depressa sentirá o estranho e surpreendente de semelhante iniciativa. Provavelmente depressa descobrirá que a sua situação encontra uma descrição exata no conhecido conto de Kierkegaard sobre o palhaço e a aldeia em chamas, conto que Harvey Cox retomou há pouco em seu livro A Cidade do Homem1. A estória conta como um circo ambulante na Dinamarca pegou fogo. O diretor manda à aldeia vizinha o palhaço, já caracterizado para a representação, em busca de auxílio, tanto mais que havia perigo de alastrarem-se as chamas através dos campos secos, alcançando a própria aldeia. O clown corre à aldeia e suplica aos moradores que venham com urgência ajudar a apagar as chamas do circo incendiado. Mas os habitantes tomam os gritos do palhaço por um formidável truque de publicidade para aliciá-los ao espetáculo; aplaudem-no e riem a bandeiras despregadas. O palhaço sente mais vontade de chorar do que de rir. Debalde [8] tenta conjurar os homem e esclarecer-lhes de que não se trata de propaganda alguma, nem de fingimento ou truque, mas de coisa muito séria, porquanto o circo realmente está a arder. Seu esforço apenas aumenta a hilaridade até que, por fim, o fogo alcança a aldeia, tornando excessivamente tardia qualquer tentativa de auxílio; circo e aldeia tornam-se presa das chamas.

  Cox conta esta estória como símile da situação do teólogo hodierno e vê a figura do teólogo no clown incapaz de transmitir aos homens a sua mensagem. Em sua roupagem de palhaço medieval ou de outro remoto passado qualquer, o teólogo não é tomado a sério. Pode dizer o que quiser, continua como que etiquetado e fichado pelo papel que representa. Qualquer que seja o seu comportamento e seu esforço de falar seriamente, sempre se sabe de antemão que ele é um clown. Já se adivinha qual o assunto de sua mensagem e se sabe que apenas está dando uma representação com pouco ou nenhum nexo com a realidade. Por isso pode ser ouvido sossegadamente, sem inquietar a ninguém com as coisas que afirma. Sem dúvida existe algo de angustiante neste quadro, algo da angustiada realidade em que a teologia e formulação teológica de hoje se encontram; algo da pesada impossibilidade de quebrar chavões do pensamento e da expressão rotineiros e de tornar reconhecível o problema da teologia como assunto sério da vida humana.

  Contudo, talvez o nosso exame de consciência deva mesmo ser mais radical. Talvez tenhamos de reconhecer que esse quadro excitante – por muito verdadeiro e digno de consideração que seja – ainda simplifica em excesso as coisas. Pois, dentro dele, tem-se a impressão de que o palhaço, ou seja o teólogo, é quem sabe perfeitamente que traz uma mensagem muito clara. Os aldeões, aos quais acorre, isto é, os homens sem fé, seriam, pelo contrário, completamente ignorantes, os que devem ser instruídos sobre o que lhes é desconhecido. E ao palhaço, em si, bastar-lhe-ia mudar de roupagem, retirar a maquilagem – e tudo estaria em ordem. Mas, por acaso a questão é tão simples assim? Bastar-nos-ia um simples apelo ao aggiornamento, uma mera retirada da maquilagem e uma reformulação em termos de linguagem do mundo ou de um cristianismo arreligioso para recolocar tudo nos eixos? Bastará uma mudança espiritual ou metafórica de vestes para que os homens acorram animados e ajudem a apagar o incêndio que o teólogo afirma estar lavrando com sério perigo para todos? Vejo-me compelido a afirmar que a teologia de fato desmaquilada e revestida de moderna embalagem profana, tal como hoje surge em muitos lugares, torna muito simplória essa esperança. Sem dúvida cumpre reconhecer: quem tenta explicar a fé no meio de homens mergulhados na vida moderna e imbuídos da moderna mentalidade, de fato pode ter a impressão de ser um palhaço ou alguém surgido de um antigo sarcófago, que penetrou no mundo hodierno, revestido de trajes e pensamentos da antiguidade, incapaz de compreender este mundo e de ser por ele compreendido. Todavia, se quem tentar anunciar a fé exercer bastante autocrítica, em breve notará não se tratar apenas de uma forma, de uma crise do revestimento em que a teologia se apresenta. Na estranha aventura teológica frente aos homens de hoje, quem tomar a sério a sua tarefa há de reconhecer e experimentar não só a dificuldade da interpretação, mas também a insegurança da própria fé, o poder arrasador da descrença dentro de sua própria vontade de crer. Por isso quem tentar honestamente prestar contas da fé cristã a si e a outros, aprenderá, a duras penas, não ser ele em absoluto o mascarado ao qual bastaria depor o disfarce para poder ensinar eficazmente aos outros. Compreenderá que a sua situação não se diversifica muito da situação dos outros, como talvez inicialmente tivesse pensado. Terá consciência de que de ambos os lados estão presentes as mesmas forças, muito embora de maneiras diversas.

Fonte: 

RATZINGER, Joseph. Introdução ao Cristianismos: Preleções sobre o Símbolo Apostólico. 1ª. ed. São Paulo: Editora Herder, 1970.

Os que se abandonam, são os que, verdadeiramente, se encontram.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, não se preocupem com o cansaço, não olhem para traz, nada do quea solidão deixamos é mais valioso que as coisas que receberemos se continuarmos fies, nossa sede de paz será saciada no momento em que acalmarmos nossa alma, com as palavras de nosso Deus nossa alma repousará, tão belos são os seus ensinamentos, tão doce são suas leis, doce na boca, mas amarga ao passar pela garganta, é o amargor que faz ser o mais sublime dos doces.

Caríssimos, como santo é o nosso Deus escondido, Deus de amor, que só se revela para aqueles que conhecem e que procuram o amor, somente os que sabem amar veem Deus, Deus está nos simples atos que por compaixão fazemos pelos nossos irmãos. Não o veremos se as nossas praticas somente resumirem-se em sujas mentiras, não o veremos se não nos despojarmos de nós mesmo, abandonarmos na cruz de Jesus e pelo ensinamento de sua Mãe o seguirmos, tão grandioso ensinamento que sempre, dia e noite, a cada minuto, segundo, milésimos, em fim, devemos com ela repetir: Fazei tudo o que ele vos disser. Fazei e fazei com a mais profunda alegria, alegria que só sentimos quando não mais sentimos nossas vontades sendo transferidas em nossos atos, mas a vontade de Deus, só quando a vontade de Deus for realizada de forma plena em nossa humilde vida.

Oh, como se alegra minha alma, tão feliz ela canta as glorias de Deus, como doce é estar aqui, servindo-te, ó Maria, sim servindo-te, e sem duvida nenhuma, verdadeiramente servindo vosso filho. Como é bom, ser o mais pequeno dos escravos daquela que foi a mais pequena serva, e por ser pequena é que ela é Grande. Como ti adoramos e ti bendizemos, ó Magnifico Deus, tu amas os pequeninos, tu nutri-nos sem termos trabalhado, não por ser complacente com a injustiça, mas por ser misericordioso e saber, ó santa, mais excelsa sabedoria, que se nós sem teu alimento não conseguiríamos sobreviver. Pela tu serva, por tua Mãe, ó Deus, perdoa os nossos pecados, e guia-nos pelos teus caminhos.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!