Oração a Santa Rita de Cássia

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Ó poderosa e gloriosa Santa Rita,

Eis a vossos pés um alma desamparada que,

Necessitando de auxílio,

A vós recorre com a doce esperança

De ser atendida por vós

Que tendes o incomparável título

De SANTA DOS CASOS IMPOSSÍVEIS E DESESPERADOS.

Ó cara Santa, interessai-vos pela minha causa,

Intercedei junto a Deus

Para que me conceda a graça

De que tanto necessito (dizer a graça que deseja).

Não permitais que tenha de me afastar

Dos vossos pés sem ser atendido.

Se houver em mim algum obstáculo

Que me impeça de obter a graça que imploro,

Auxiliai-me para que o afaste.

Envolvei o meu pedido

Em vosso preciosos méritos

E apresentai-o a vosso celeste esposo, Jesus,

Em união com a vossa prece.

Ó Santa Rita,

Eu ponho em vós toda a minha confiança;

Por vosso intermédio,

Espero tranquilamente a graça que vos peço.

 

Santa Rita, advogada dos impossíveis, rogai por nós.

Doar, gesto que santifica o mundo.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Doces irmãos, como assusta a ignorância daqueles que se afastam da verdade, osimagesCAXTQD3K que buscam deliberadamente a perdição são pobres néscios, pessoas confusas que não entende que se obedecerem a carne terão que sofrer um terrível e triste desalente que durará por toda a eternidade. Pobre dos avarentos que confia em demasia nossos bens matérias, coisas perecíveis que não lhes trará beneficio nenhum. Nada nos pertence, somos somente criaturas, nosso Criador por ser infinitamente bom nos confio tudo, somos dignificados a reinar sobre todas as outras criaturas terrestres, marítimas e aéreas, nosso Deus nos confio tudo, somos o centro da criação, mas isso não nos permite encher-nos de vaidade e querer tomar como se tivéssemos a posse total de tudo. Nosso Deus que é dono, contém a propriedade e exerce sua posse, aqui não temos nada nem nosso própria vida é nossa.

Caríssimos, tudo foi criado por Deus – para sua honra e gloria – tudo pertence a Deus, devemos sempre agradecer a Deus por sua bondade, por nos dar o ar, a chuva, o sol, a natureza. Tudo que precisamos para nossa existência Deus nos concede, mas nós por nossa rebeldia não nos sentimos gratos por tamanha bondade, achamos que tudo que existe é porque existe, que não devemos dia e noite agradecer, como somos enganados. Repito, nada temos, devemos sempre agradecer, e uma forma bem simples e eficaz de agradecer é dividir o que temos com os que não têm, um simples gesto de carinho para aqueles que não têm carinho, paz aqueles que não têm paz. Ao dor, a ceder algo de se não se fala simplesmente em valores pecuniários, não, com varias coisas podemos exercer o mais nobre gesto, que é, o de se despojar, não podemos ser mesquinhos o doar é um gesto nobre que só possui as almas que abandonam a maldade e se enche com a caridade.

Mãe, ensina-nos a viver a comunhão, ser desprendido, viver a caridade de forma plena. Muitas vezes, ó mãe, nossa rebeldia nos levara a negar os pedidos de esmola que este mundo nos faz, não só de importâncias onerosas, mas e muitas vezes de sentimentos de amor, esse mundo mendiga em porta e porta amor, que para alguns corações isto se encontra tão escasso. Ó como tu soubestes oferecer aquilo que as pessoas precisavam e tu tinhas de sobra, e se não tinha de sobra dividia o pouco que tinha. Ó como santa tu és. Por teu Rosário temos a esperança de aprender e tomar possa de tais virtudes, virtudes que nos guiaram nos caminho da santidade. Mãe, leva-nos pelas asas da caridade, no ninho do desprendimento queremos morar.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

Os fiéis: hierarquia, leigos, vida consagrada

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177. Quem são os fiéis?

871 – 872

934

Os fiéis são aqueles que, incorporados em Cristo pelo Baptismo, são constituídos membros do povo de Deus. Tornados participantes, segundo a sua condição, da função sacerdotal, profética e real de Cristo, são chamados a exercer a missão confiada por Deus à Igreja. Entre eles subsiste uma verdadeira igualdade, na sua dignidade de filhos de Deus.

178. Como é formado o povo de Deus?

873

Na Igreja, por instituição divina, existem os ministros sagrados que receberam o sacramento da Ordem e formam a hierarquia da Igreja. Os outros são chamados leigos. De uns e de outros, provêm fiéis, que se consagram de modo especial a Deus com a profissão dos conselhos evangélicos: castidade no celibato, pobreza e obediência.

179. Porque é que Cristo instituiu a hierarquia eclesiástica?

874-877

935

Cristo instituiu a hierarquia eclesiástica com a missão de apascentar o povo de Deus em seu nome, e para isso lhe deu autoridade. A hierarquia eclesiástica é formada por ministros sagrados: Bispos, presbíteros e diáconos. Graças ao sacramento da Ordem, os Bispos e os presbíteros agem, no exercício do seu ministério, em nome e na pessoa de Cristo cabeça; os diáconos servem o povo de Deus na diaconia (serviço) da palavra, da liturgia, da caridade.

180. Como se actua a dimensão colegial do ministério eclesial?

878

magisterio sagrado

A exemplo dos doze Apóstolos escolhidos e enviados por Cristo, a união dos membros da hierarquia eclesiástica está ao serviço da comunhão dos fiéis. Cada Bispo exerce o ministério, como membro do colégio episcopal, em comunhão com o Papa, participando com ele na solicitude pela Igreja universal. Os sacerdotes exercem o seu ministério no presbitério da Igreja particular, em comunhão com o próprio Bispo e sob a sua condução.

181. Porque é que o ministério eclesial tem um carácter pessoal?

879 – 880

O ministério eclesial tem também um carácter pessoal, pois, em virtude do sacramento da Ordem, cada um é responsável diante de Cristo, que pessoalmente o chamou, conferindo-lhe a missão.

182. Qual é a missão do Papa?

881- 882

936 – 937

O Papa, Bispo de Roma e Sucessor de S. Pedro, é o perpétuo e visível princípio e fundamento da unidade da Igreja. É o vigário de Cristo, cabeça do colégio dos Bispos e pastor de toda a Igreja, sobre a qual, por instituição divina, tem poder, pleno, supremo, imediato e universal.

183. Qual é a missão do colégio dos Bispos?

883 – 885

O colégio dos Bispos, em comunhão com o Papa e nunca sem ele, exerce também sobre a Igreja supremo e pleno poder.

184. Como é que os Bispos exercem a sua missão de ensinar?

886-890

939

Os Bispos, em comunhão com o Papa, têm o dever de anunciar o Evangelho a todos, fielmente e com autoridade, como autênticas testemunhas da fé apostólica e revestidos da autoridade de Cristo. Mediante o sentido sobrenatural da fé, o Povo de Deus, adere indefectivelmente à fé, sob a condução do Magistério vivo da Igreja.

185. Quando se exerce a infalibilidade do Magistério?

971

A infalibilidade exerce-se quando o Romano Pontífice, em virtude da sua autoridade de supremo Pastor da Igreja, ou o Colégio Episcopal, em comunhão com o Papa, sobretudo reunido num Concílio Ecuménico, proclamam com um acto definitivo uma doutrina respeitante à fé ou à moral, e também quando o Papa e os Bispos, no seu Magistério ordinário, concordam ao propor uma doutrina como definitiva. A tais ensinamentos cada fiel deve aderir com o obséquio da fé.

186. Como é que os Bispos exercem o ministério de santificar?

971

Os Bispos santificam a Igreja dispensando a graça de Cristo, mediante o ministério da palavra e dos sacramentos, em particular da Eucaristia, e também com a oração e o seu exemplo e trabalho.

187. Como é que os Bispos exercem a função de governar?

894 – 896

Cada Bispo, enquanto membro do colégio episcopal, exerce colegialmente a solicitude por todas as Igrejas particulares e por toda a Igreja, juntamente com os outros Bispos unidos ao Papa. O Bispo, a quem é confiada uma Igreja particular, governa-a com a autoridade do poder sagrado, próprio, ordinário e imediato, exercido em nome de Cristo, bom Pastor, em comunhão com toda a Igreja e sob a condução do sucessor de Pedro.

188. Qual é a vocação dos fiéis leigos?

897-900

940

Os fiéis leigos têm como vocação própria a de procurar o reino de Deus, iluminando e ordenando as realidades temporais segundo Deus. Correspondem assim ao chamamento à santidade e ao apostolado, dirigido a todos os baptizados.

189. Como participam os fiéis leigos na função sacerdotal de Cristo?

901-903

Participam nela oferecendo – como sacrifício espiritual «agradável a Deus por Jesus Cristo» (1 Ped 2,5), sobretudo na Eucaristia – a sua vida com todas as obras, as orações e as iniciativas apostólicas, a vida familiar, o trabalho de cada dia, as agruras da vida suportadas com paciência e os lazeres corporais e espirituais. Deste modo, os leigos, dedicados a Cristo e consagrados pelo Espírito Santo, oferecem a Deus o próprio mundo.

190. Como participam na sua função profética?

904-907

942

Participam nela acolhendo cada vez mais na fé a Palavra de Cristo e anunciando-a ao mundo com o testemunho da vida e da palavra, a acção evangelizadora e a catequese. Esta acção evangelizadora adquire uma particular eficácia pelo facto de ser realizada nas condições ordinárias da vida secular.

191. Como participam na sua função real?

908 – 913

943

Os leigos participam na função real de Cristo, tendo recebido d’Ele o poder de vencer o pecado em si mesmos e no mundo, mediante a abnegação de si e a santidade de vida. Exercem vários ministérios ao serviço da comunidade e impregnam de valor moral as actividades temporais do homem e as instituições da sociedade.

192. O que é a vida consagrada?

914 – 916

944

É um estado de vida reconhecido pela Igreja. É uma resposta livre a um chamamento particular de Cristo, mediante a qual os consagrados se entregam totalmente a Deus e tendem para a perfeição da caridade sob a moção do Espírito Santo. Tal consagração caracteriza-se pela prática dos conselhos evangélicos.

193. O que é que a vida consagrada oferece à missão da Igreja?

931-933

945

A vida consagrada participa na missão da Igreja mediante uma plena dedicação a Cristo e aos irmãos, testemunhando a esperança do Reino celeste.

Oração a São Judas Tadeu

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saojudas

São Judas Tadeu, apóstolo escolhido por Cristo,

eu vos saúdo e louvo pela fidelidade e amor

com que cumpristes vossa missão.

Chamado e enviado por Jesus,

sois uma das doze colunas que sustentam

a verdadeira Igreja, fundada por Cristo.

Inúmeras pessoas, imitando vosso exemplo

e auxiliadas por vossa oração,

encontram o caminho para o Pai,

abrem o coração aos irmãos

e descobrem forças para vencer o pecado

e superar todo o mal.

Quero imitar-vos, comprometendo- me

com Cristo e com sua Igreja,

por uma decidida conversão a Deus e ao próximo,

especialmente o mais pobre.

E, assim convertido, assumirei a missão de viver

e anunciar o Evangelho,

como membro ativo de minha comunidade.

Espero, então, alcançar de Deus a graça que imploro

confiando na vossa poderosa intercessão.

(Faça o pedido da graça a ser alcançada…)

São Judas Tadeu, rogai por nós!

Amém!

Estar diante de Deus, eis a nossa felicidade.

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Salve Maria!

Vamos Jovens

Doces irmãos, como sofre a alma daquele que somente ama seu Deus, nossostudo irmãos ficam se prostituindo com os falsos deuses, isto ofende imensamente o nosso Deus, não conseguimos suportar calados tamanha afronta, nossa voz anseia em sair de nossos lábios e pregar a boa nova para os pagãos. Neste mundo o materialismos muitas vezes ousa em possuir as criaturas do divino, todos nós fomos criados por Deus e para Deus. Não podemos nos asfixiar com o bafo horrendo da corrupção dos iníquos, mas dia e noite, hora por hora, devemos incessantemente orar pedindo a complacência de nosso Deus amado. Nossa ignorância nos leva a praticar atrocidades, atrocidades que somem a nós fará mal. Nossa infidelidade nos trará grandes prejuízos, grandes sofrimentos, dentre eles, o mais terrível e agonizante, que é, ser privado de poder comtemplar a Deus.

Caríssimos, como criaturas nosso desejo mais intimo é do estar perto de nosso Criador, estar sobre suas asas é o nosso desejo, algo natural, alguns ainda não tomaram conhecimento disto, mas é isso que procuramos por toda a nossa vida, nossa felicidade é estar estar ao lado comtemplado, amado e adorando o nosso Deus, Mestre e Criador. Quantos corações perdidos desolados, sem rumo nenhum, procuram em prazeres mundanos – as drogas refugio comum destes – nos bens perecíveis procuram sua felicidade, e isso lhes fazem sofrer mais, pois lá eles não encontram o seu abrigo seguro, o caos toma a sua paz, sua vida vira um mar de desespero. Quão triste é ver uma alma sufocado pelo um corpo desnorteado. Irmãos, Deus nos convida a afirmar uma aliança com ele, nós seremos o seu povo e ele será nosso Deus, isto é o que nosso alma, nossa essência pede, esta união estreita com nosso criador, é isto que nos trará a felicidade, o complemento, aquela peça que faltava para completar, para fechar a lacuna que escurecia nosso ser. Não podemos negar e nem mentir para nós mesmo, o que sonhamos dia e noite é estar ao lado daquele que nos criou, sem isto nunca encontraremos a felicidade, sem isto a depressão será nossa companhia. Este desejo não é fungível, ele é infungível, só a união estreita com nosso Deus nos fará felizes.

Ó como tu fostes fiel, sempre obediente aos mandamentos sagrados, não violastes nem um, nem o menor dos mandamentos, todos foram perfeitamente cumprindo. Como fostes feliz, a mais feliz, tua alma cantou e canta hinos de louvores, como doce é tua alegria, incomparável é o brilho do teu rosto, resplandece de forma maravilhosa. A felicidade andava contigo, nada te tirastes o brilho daquele sorriso inefável. Ó Mãe Bondosa, leva-nos pelos caminhos da fidelidade. Pela recitação de teu Rosário confiamos estar no caminho do amor, amor que nos encherá de amor pela fidelidade aos mandamentos sagrados. Tu fostes a mais fiel de todas as criaturas, com isso alcançastes a felicidade que é estar ao lado de nosso Deus, comtemplando a sua santa face. Queremos contigo também sempre contemplar a santa face de Nosso Deus.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

 

Eles andam conosco?

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Finalmente, aqueles que ainda não receberam o Evangelho estão, de uma forma ou de outra, orientados para o Povo de Deus. Em primeiro lugar, aquele povo que recebeu a aliança e as promessas, e do qual nasceu Cristo segundo a carne (cf Rom 9,4-5), povo muito amado segundo a eleição «por causa dos Patriarcas, já que os dons e o chamamento de Deus são irrevogáveis» (cf Rom 11,28-29). Mas o desígnio da salvação estende-se também àqueles que reconhecem o Criador, entre os quais vêm em primeiro lugar os muçulmanos, que professam seguir a fé de Abraão e connosco adoram o Deus único e misericordioso, que há-de julgar os homens no último dia.

E o mesmo Senhor nem sequer está longe daqueles que buscam, na sombra e em imagens, o Deus que ainda desconhecem; já que é Ele Quem a todos dá vida, respiração e tudo o mais (cf Act 17,25-28) e, como Salvador, quer que todos os homens se salvem (cf 1Tim 2,4). Com efeito, aqueles que, ignorando sem culpa o Evangelho de Cristo e a Sua Igreja, procuram, contudo, a Deus com coração sincero, e se esforçam, sob o influxo da graça, por cumprir a Sua vontade, manifestada pelo ditame da consciência, também esses podem alcançar a salvação eterna. Nem a Divina Providência nega os auxílios necessários à salvação àqueles que, sem culpa, não chegaram ainda ao conhecimento explícito de Deus e se esforçam, não sem o auxílio da graça, por levar uma vida recta. Tudo o que de bom e verdadeiro neles há é considerado pela Igreja como preparação para receberem o Evangelho, dado por Aquele que ilumina todos os homens, para que possuam finalmente a vida.

Comentário do dia Concílio Vaticano II Constituição dogmática sobre a Igreja «Lumen gentium», § 16 (rev)

A Igreja é una, santa, católica e apostólica.

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161. Porque é que a Igreja é una?

813-815

866

A Igreja é una porque tem como origem e modelo a unidade na Trindade das Pessoas de um só Deus; porque tem como fundador e cabeça Jesus Cristo, que restabelece a unidade de todos os povos num só corpo; e porque tem como alma o Espírito Santo, que une todos os fiéis na comunhão em Cristo. Ela tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança e a mesma caridade.

162. Onde subsiste a única Igreja de Cristo?

816

870

A única Igreja de Cristo, como sociedade constituída e organizada no mundo, subsiste (subsistit in) na Igreja católica, governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele. Só por meio dela se pode obter toda a plenitude dos meios de salvação, pois o Senhor confiou todos os bens da Nova Aliança ao único colégio apostólico, cuja cabeça é Pedro.

163. Como considerar os cristãos não católicos?

817-819

Nas Igrejas e comunidades eclesiais, que se desligaram da plena comunhão da Igreja católica, encontram-se muitos elementos de santificação e de verdade. Todos estes bens provêm de Cristo e conduzem para a unidade católica. Os membros destas Igrejas e comunidades são incorporados em Cristo pelo Baptismo: por isso, nós reconhecemo-los como irmãos.

164. Como empenhar-se em favor da unidade dos cristãos?

820-822

866

O desejo de restabelecer a união de todos os cristãos é um dom de Cristo e um apelo do Espírito. Ele diz respeito a toda a Igreja e realiza-se mediante a conversão do coração, a oração, o recíproco conhecimento fraterno, o diálogo teológico.

165. Em que sentido a Igreja é santa?

823-829

867

A Igreja é santa, porque Deus Santíssimo é o seu autor; Cristo entregou-se por ela, para a santificar e fazer dela santificadora; e o Espírito Santo vivifica-a com a caridade. Nela se encontra a plenitude dos meios de salvação. A santidade é a vocação de cada um dos seus membros e o fim de cada uma das suas actividades. A Igreja inclui no seu interior a Virgem Maria e inumeráveis Santos, como modelos e intercessores. A santidade da Igreja é a fonte da santificação dos seus filhos, que, aqui, na terra, se reconhecem todos pecadores, sempre necessitados de conversão e de purificação.

166. Porque é que a Igreja se chama católica?

830-831

868

A Igreja é católica, isto é, universal, porque nela está presente Cristo: «Onde está Cristo Jesus, aí está a Igreja católica» (S. Inácio de Antioquia). Ela anuncia a totalidade e a integridade da fé; leva e administra a plenitude dos meios de salvação; é enviada em missão a todos os povos, em todos os tempos e qualquer que seja a cultura a que eles pertençam.

167. É também católica a Igreja particular?

832-835

É católica toda a Igreja particular (isto é, a diocese e a eparquia), formada pela comunidade de fiéis cristãos que estão em comunhão de fé e de sacramentos seja com o seu Bispo, ordenado na sucessão apostólica, seja com a Igreja de Roma, que «preside à caridade» (S. Inácio de Antioquia).

168. Quem pertence à Igreja católica?

836-838

Todos os homens, de diferentes modos, pertencem ou estão ordenados à unidade católica do povo de Deus. Estão plenamente incorporados na Igreja católica aqueles que, tendo o Espírito de Cristo, se encontram unidos a ela pelos vínculos da profissão de fé, dos sacramentos, do governo eclesiástico e da comunhão. Os baptizados que não se encontram plenamente nesta unidade católica estão numa certa comunhão, ainda que imperfeita, com a Igreja Católica.

169. Qual a relação da Igreja católica com o povo judeu?

839-840

A Igreja católica reconhece a sua relação com o povo judeu no facto de Deus ter escolhido este povo entre todos, para primeiro acolher a sua Palavra. É ao povo judeu que pertencem «a adopção a filhos, a glória, as alianças, a legislação, o culto, as promessas, os patriarcas; dele provém Cristo segundo a carne» (Rm 9,5). Diferentemente das outras religiões não cristãs, a fé judaica é já resposta à Revelação de Deus na Antiga Aliança.

170. Que ligação há entre a Igreja católica e as religiões não cristãs?

846-848

Antes de mais, há o laço comum da origem e fim de todo o género humano. A Igreja católica reconhece que tudo o que de bom e de verdadeiro existe nas outras religiões vem de Deus, é reflexo da sua verdade, pode preparar para acolher o Evangelho e mover em direcção à unidade da humanidade na Igreja de Cristo.

171. Que significa a afirmação: «Fora da Igreja não há salvação»?

846-848

Significa que toda a salvação vem de Cristo-Cabeça por meio da Igreja, que é o seu corpo. Portanto não poderiam ser salvos os que, conhecendo a Igreja como fundada por Cristo e necessária à salvação, nela não entrassem e nela não perseverassem. Ao mesmo tempo, graças a Cristo e à sua Igreja, podem conseguir a salvação eterna todos os que, sem culpa própria, ignoram o Evangelho de Cristo e a sua Igreja, mas procuram sinceramente Deus e, sob o influxo da graça, se esforçam por cumprir a sua vontade, conhecida através do que a consciência lhesICAR dita.

172. Porque é que a Igreja deve anunciar o Evangelho a todo o mundo?

849-851

Porque Cristo ordenou: «ide e ensinai todas as nações, baptizando-as no nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo» (Mt 28,19). Este mandato missionário do Senhor tem a sua fonte no amor eterno de Deus, que enviou o seu Filho e o seu Espírito porque «quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade» (1 Tim 2, 4).

173. Como é que a Igreja é missionária?

852-856

Guiada pelo Espírito Santo, a Igreja continua no curso da história a missão do próprio Cristo. Os cristãos portanto devem anunciar a todos a Boa Nova trazida por Cristo, seguindo o seu caminho, dispostos também ao sacrifício de si mesmos até ao martírio.

174. Porque é que a Igreja é apostólica?

857-869

A Igreja é apostólica pela sua origem, sendo construída sobre o «fundamento dos Apóstolos» (Ef 2,20); pelo ensino, que é o mesmo dos Apóstolos; pela sua estrutura, enquanto instruída, santificada e governada, até ao regresso de Cristo, pelos Apóstolos, graças aos seus sucessores, os Bispos em comunhão, com o sucessor de Pedro.

175. Em que consiste a missão dos Apóstolos?

858 – 861

A palavra Apóstolo significa enviado. Jesus, o Enviado do Pai, chamou a Si doze entre os Seus discípulos e constituiu-os como seus Apóstolos, fazendo deles testemunhas escolhidas da sua ressurreição e fundamentos da sua Igreja. Deu-lhes o mandato de continuarem a sua missão, dizendo: «Como o Pai me enviou, assim também Eu vos envio a vós» (Jo 20,21). E prometeu estar com eles até ao fim do mundo.

176. O que é a sucessão apostólica?

861- 865

A sucessão apostólica é a transmissão, mediante o sacramento da Ordem, da missão e do poder dos Apóstolos aos seus sucessores, os Bispos. Graças a esta transmissão, a Igreja permanece em comunhão de fé e de vida com a sua origem, enquanto ao longo dos séculos orienta todo o seu apostolado para a difusão do Reino de Cristo na terra.