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Muitos podem se perguntar de onde vem nossa autoridade para anunciar que há um Deus que é salvação, que existe um Deus amoroso que deseja apenas a nossa felicidade. Quem somos nós para querer que todos se voltem para esse Pai amoroso? Devemos sempre dizer: pregamos o amor porque fomos curados e restaurados por esse mesmo amor.
Existirão muitos que estarão contra nós, que tentarão nos desanimar e colocar nossa esperança em descrédito, mas devemos saber quem nos institui. Se Cristo foi desacreditado pelos grandes de sua época, nós também seremos. Claro que encontraremos pessoas de bom coração que nos incentivarão e nos farão mais felizes, mas também haverá pessoas importantes para nós que agirão de forma contrária.
Em nossas orações, devemos sempre pedir que as pessoas más não sejam capazes de superar a bondade daqueles que nos amam e desejam ver-nos progredir em uma vida de santidade. Devemos estar sempre vigilantes — e vigiamos pela oração. Não como Pedro e os outros discípulos, que dormiram na noite em que Jesus foi entregue, mas como Nossa Mãe, que está sempre de prontidão.