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minutos, o fim do fim para os que creem, o tempo, o tempo que se passa, Relógio, vamos caminhando para o último minuto
Não há nada que nos gere mais preocupação e incomodo do que o passar das horas, ele gera uma grande preocupação mormente aos mais velhos. Os jovens fingem que não o vê, porem lá ele está, em suas vidas, e gera um incomodo contido nesses. O tédio é sua resposta mais comum, passa de forma vagarosa, ou rápida, onde os minutos vão se escorrendo como uma torneira que nunca cessa de despejar água sobre o “tanque” da vida. Seu transcorrer é sinal de diminuição.
Será que os dias cessarão de se utilizar do tempo para se exaurir? É o dia ou somos nós que este escolhemos? Muitas afirmações surgiram, todavia vemos com os nossos próprios olhos que há muitos que estão inseridos na mesma situação que nós e eles não sentem este terrível vento que ousa a não querer deixa de ressoar em nossa janela. Não sabemos como, mas isto se dá.
Vemos esta boa forma de viver, totalmente despreocupada com o transcorrer das horas, nos belos sorrisos daqueles que cantando se fazem presente nos campos da felicidade. Cantam de forma angelical uma saudação à sua mãe, tão belo canto que até mesmo o canto parece se deliciar com sua melodia. É inefável vê-los, porem não sabemos como isso se dá
Enquanto os vemos de fora as nossas horas vão se exaurindo ao ponto de já pudermos escutarmos o último grão de areia que vai caindo, triste, triste, tristemente vamos com esse último grão escrevendo o fim de nossa que nunca começou, pois se perdera em nosso medo de perder tempo em querela escrever.