
As muitas palavras não têm sentido algum quando não vêm do coração. Podemos ter um discurso bastante eloquente, mas, se as palavras que dizemos não se refletem em nossas obras, são vãs e não possuem efeito algum. Primeiro, façamos as obras; depois, preguemos. Como tudo seria melhor se, antes de falarmos, colocássemos em prática aquilo que dizemos.
As obras são eternas; as palavras vazias são passageiras e podem criar uma situação perigosa, visto que aqueles que pregam e não praticam podem acreditar que estão no caminho certo, quando, porém, estão caindo em um poço muito fundo. Devemos sempre olhar para as nossas obras e ver se elas estão de acordo com aquilo que dizemos ser.
Tenhamos uma vida coerente, e isso basta. Não precisamos fazer coisas gigantescas; devemos fazer aquilo que está ao nosso alcance, mas de modo verdadeiro, em conformidade com o Evangelho. Quando fazemos aquilo que podemos, isso nos fortalece e torna o nosso testemunho verdadeiro e capaz de converter multidões.