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Foto por Emilio Su00e1nchez Hernu00e1ndez em Pexels.com

Como eram alegres os discípulos enquanto estavam com o seu Mestre! Ele lhes falava abertamente; sua voz era doce e acalmava a alma; seus passos faziam com que eles acreditassem que aquela missão iria mais adiante. Tudo era paz e regozijo. Mas o Mestre lhes foi tirado por desígnio divino. Agora, a missão pertence a eles, e eles têm que demonstrar que possuem bravura.

Nós, que estamos a dois mil anos do nascimento de Cristo, também podemos estar em sua presença quando estamos diante do sacrário. Ali, temos contato com toda a paz que Cristo revela. Porém, não podemos ficar ali por muito tempo: temos que ir para a messe e provar que podemos ser bons trabalhadores, que não se importam com o sol forte.

Estar na presença de Cristo é algo inexplicável; participar de uma celebração litúrgica é algo que enriquece a alma; estar em uma festa de padroeiro é algo que nos revigora. Mas temos que ir ao trabalho. Precisamos viver esses momentos para nos tornarmos mais fortes. Porém, não podemos esquecer que nosso trabalho é lá fora; lá temos que desempenhá-lo de modo honroso.