Eis que uma voz nos convida a segui-la.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

Vinde sobe nós, ó Espirito de sabedoria, guia-nos pelos teus caminhos, em teu descanso queremos repousar, na tua felicidade buscamos nossa riqueza, repousa sobre o nosso coração e põem em nossa boca a tua palavra para que possamos trazer mais irmãos.

Doces irmãos, felizes vivemos, nosso sorriso é uniforme, pois provem da mesmaeis-me aqui fonte, encanta a todos a até mesmo aqueles que não sabem o que é sorrir, os mais ranzinzas se encantam com a nossa felicidade, contida, mas a chamar a todas para uma mesma comunhão, alegria que não exclui, pois é o nosso Deus que nos faz ser feliz, ele chama a todas para essa felicidade, felicidade imperecível. Deus que a todos ama, pois todos, todas as criaturas provem do seu amor, todas criadas boas por ele, por isso que ele ama e chama a todos, pois assim como ele criou a todos ele quer todos em sua volta.

Caríssimos, escutai o grito que vem do horizonte, e, que nos chama a lá também estar, este grito nos convida a pensar no que estar a nossa frente, não nos pede e não quer que sejamos retrógrados, pois não nos convida a voltar para o passado, passado duro, triste, de morte, esse é o passado que este grito nos convida a abandonar, chama-nos ao horizonte de vida e felicidade. Como uma trombeta é esse grito, quer que preparemos o caminho, quer que nos santifiquemos para que possamos dar muitos frutos, frutos de salvação, a felicidade, eis o nosso fruto. Entretanto ela não nos obriga, ela nos aconselha, ela nos chama, depende de nós, responderemos ou nos calaremos, a seguiremos ou daremos as costas e continuaremos em nosso passado, depende de nós, a decisão é tua, dirá sim ou não. Só há duas alternativas, pois somente essas são sinceras, o sim ou o não, somente os que assim responde são sinceros. Amigo, diz sim e tua recompensa será enorme.

Ó Mãe do sim, ensina-nos em tua simplicidade a sempre dizer sim aos chamados de nosso Deus, não permitas, ó mãe, que a nossa rebeldia nos conduza para caminhos tristes, pois somente nossa rebeldia é o que nos fará dizer não, triste não. Ó Mãe, conduzi-nos pelos teus caminhos, caminhos de obediência e submissão, submissão que nos ensina a como bem governar, governar o nosso corpo que nada mais quer que somente ver outrem oprimido pelos nosso caprichos. Ensina-nos, ó Mãe, através de teu Rosário a sempre estar com o sim em nossa boca.

Ficai em paz!

Ficai com Maria

A CONSCIÊNCIA MORAL

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372. O que é a consciência moral?

1776–1780;

1795–1797

   A consciência moral, presente no íntimo da pessoa, é um juízo da razão, que, no momento oportuno, ordena ao homem que pratique o bem e evite o mal. Graças a ela, a pessoa humana percebe a qualidade moral dum acto a realizar ou já realizado, permitindo-lhe assumir a responsabilidade. Quando escuta consciência moral, o homem prudente pode ouvir a voz de Deus que lhe fala.

373. Que implica a dignidade da pessoa perante a consciência moral?

1780 – 1782

1798

   A dignidade da pessoa humana implica rectidão da consciência moral (ou seja, estar de acordo com o que é justo e bom, segundo a razão e a Lei divina). Por causa da sua dignidade pessoal, o homem não deve ser obrigado a agir contra a consciência e, dentro dos limites do bem comum, nem sequer deve ser impedido de agir em conformidade com ela, sobretudo em matéria religiosa.

374. Como formar a recta e verdadeira consciência moral?

1783-1788

1799

1800

   A consciência moral recta e verdadeira forma-se com a educação e com a assimilação da Palavra de Deus e do ensino da Igreja. É amparada com os dons do Espírito Santo e ajudada com os conselhos de pessoas sábias. Além disso, ajudam muito na formação moral a oração e o exame de consciência.

375. Quais as normas que a consciência deve sempre seguir?

1789

   Há três mais gerais: 1) nunca é permitido fazer o mal porque daí derive um bem; 2) a chamada regra de ouro: «tudo quanto quiserdes que os homens vos façam, fazei-lho vós também» (Mt 7, 12); 3) a caridade passa sempre pelo respeito do próximo e da sua consciência, embora isto não signifique aceitar como um bem aquilo que é objectivamente um mal.

376. A consciência moral pode emitir juízos erróneos?

1790–1794;

1801–1802

   A pessoa deve obedecer sempre ao juízo certo da sua consciência, mas esta também pode emitir juízos erróneos, por causas nem sempre isentas de culpabilidade pessoal. Não é porém imputável à pessoa o mal realizado por ignorância involuntária, mesmo que objectivamente não deixe de ser um mal. É preciso, pois, trabalhar para corrigir os erros da consciência moral.

A MORALIDADE DAS PAIXÕES

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370. O que são as paixões?

1762-1766

1771-1772

   São os afectos, as emoções ou os movimentos da sensibilidade – componentes naturais da psicologia humana – que inclinam a agir ou a não agir em vista do que se percebeu como bom ou como mau. As principais são o amor e o ódio, o desejo e o medo, a alegria, a tristeza e a cólera. A paixão fundamental é o amor, provocado pela atracção do bem. Não se ama se não o bem, verdadeiro ou aparente.

371. As paixões são moralmente boas ou más?

1767-1770;

1773-1775

   Enquanto movimentos da sensibilidade, as paixões não são nem boas nem más em si mesmas: são boas quando contribuem para uma acção boa; são más, no caso contrário. Elas podem ser assumidas pelas virtudes ou pervertidas nos vícios.

Deus chama a todos para a grande festa.

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Salve Maria!

Vamos Jovens!

   Repousa sobre a nossa alma, ó Deus-amor, queremos saciar nossa fome de amor, queremos amar como vós nos ama, queremos sentir no mais profundo de nosso ser que somos todos irmãos. Vinde, vinde, vinde, pois sem a tua presença somos nada.

   Doces irmãos, alegrem-se, cantem conosco, um braço é o que nos fará felizes. Somos irmãos. Tudo podemos ter, tudo, mais se não temos amor um para com osfesta outros somos infelizes por inteiro, não há nada que nos arrasta mais profundamente ao terrível vale do que se sentir abandonado, mesmo estando sós nós sabemos que há um Deus que vela por nossa vida, nós que vivemos essa irmandade nunca nos sentiremos sós. Deus está conosco e isso é a nossa felicidade, ter certeza disto é o que nos deixa felizes. Somos irmãos.

   Caríssimos, todos nós somos chamados a participar desta alegria, todos nós, Deus não exclui ninguém, os que sempre viveram a fidelidade são chamados, e os que nos últimos momentos se converteram também são chamados. Todos nós devemos participar deste jubilo. Não podemos excluir ninguém, pois se nosso Deus que é o único santo, fonte de toda a santidade, onde só seremos santos se estivermos nele, não exclui nem aquele mais miserável. Todos nós somos chamados. Como filhos da graça devemos ir ao encontro daqueles que mais sofrem, daqueles que estão perdidos e chama-los ao encontro da felicidade, devemos chama-los a essa bodas, o Pai do noive só rejubilará mais se ver todos a festejar com seu filho, ele não quer que ninguém falte, seja quem for, abastado ou miserável, douto ou néscio, grande ou pequeno, todos somos chamados. Filhos, sede santos como vosso Pai é santo, vão ao encontro daqueles que imploram vossa companhia e digam a estes que o reino de Deus que a grande festa está perto deles que eles também são chamados.

   Ó Mãe da santidade, Mãe caridosa, Mãe que não exclui, mas que acolhe. Ó Mãe, ensina-nos a viver os teus méritos, queremos imitar-vos, queremos agradar o nosso Deus como tu agradaste, queremos ser como a ti, santa, como o teu Deus é santo. Com o teu terço, a cada dia, a cada minuto que a ele estamos apegados, vamos nos deliciando com os vossos ensinamentos, e vamos aprendendo a amar os nosso irmãos, ama-los como Deus nos ama.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

 

A LIBERDADE DO HOMEM

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363. O que é a liberdade?

1730-1733

1743-1744

    É o poder, dado por Deus ao homem, de agir e não agir, de fazer isto ou aquilo, praticando assim por si mesmo acções deliberadas. A liberdade caracteriza os actos propriamente humanos. Quanto mais faz o bem, mais alguém se torna livre. A liberdade atinge a perfeição quando é ordenada para Deus, sumo Bem e nossa Bem-aventurança. A liberdade implica também a possibilidade de escolher entre o bem e o mal. A escolha do mal é um abuso da liberdade, que conduz à escravatura do pecado.

364. Que relação existe entre liberdade e responsabilidade?

1734 –1737

1745-1746

    A liberdade torna o homem responsável pelos seus actos, na medida em que são voluntários, embora a imputabilidade e a responsabilidade de um acto possam ser diminuídas, e até anuladas, pela ignorância, a inadvertência, a violência suportada, o medo, as afeições desordenadas e os hábitos.

365. Porque é que o homem tem direito ao exercício da liberdade?

1738

1747

   O direito ao exercício da liberdade é próprio de cada homem enquanto é inseparável da sua dignidade de pessoa humana. Portanto, tal direito deve ser sempre respeitado, principalmente em matéria moral e religiosa, e deve ser reconhecido civilmente, e tutelado nos termos do bem comum e da justa ordem pública.

366. Qual é o lugar da liberdade humana na ordem da salvação?

1739-1742

1748

   O primeiro pecado enfraqueceu a liberdade humana. Os pecados sucessivos vieram acentuar esta debilidade. Mas «foi para a liberdade que Cristo nos libertou» (Gal 5,1). Com a sua graça, o Espírito Santo conduz-nos para a liberdade espiritual, para fazer de nós colaboradores livres da sua obra na Igreja e no mundo.

367. Quais são as fontes da moralidade dos actos humanos?

1749-1754

1757-1758

    A moralidade dos actos humanos depende de três fontes: do objecto escolhido, ou seja, dum bem verdadeiro ou aparente; da intenção do sujeito que age, isto é, do fim que ele tem em vista ao fazer a acção; das circunstâncias da acção, onde se incluem as suas consequências.

368. Quando é que o acto é moralmente bom?

1755-1756

1759-1760

   O acto é moralmente bom quando supõe, ao mesmo tempo, a bondade do objecto, do [N63] fim em vista e das circunstâncias. O objecto escolhido pode, por si só, viciar toda a acção, mesmo se a sua intenção for boa. Não é lícito fazer o mal para que dele derive um bem. Um fim mau pode corromper a acção, mesmo que, em si, o seu objecto seja bom. Pelo contrário, um fim bom não torna bom um comportamento que for mau pelo seu objecto, uma vez que o fim não justifica os meios. As circunstâncias podem atenuar ou aumentar a responsabilidade de quem age, mas não podem modificar a qualidade moral dos próprios actos, não tornam nunca boa uma acção que, em si, é má.

369. Há actos que são sempre ilícitos?

1756

1761

   Há actos, cuja escolha é sempre ilícita, por causa do seu objecto (por exemplo, a blasfémia, o homicídio, o adultério). A sua escolha comporta uma desordem da vontade, isto é, um mal moral, que não pode ser justificado com os bens que eventualmente daí pudessem derivar.

Só o amor a Deus nos tornará santos.

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   Salve Maria!

   Vamos Jovens!

   Acalma-nos, ó Brisa suave, diante da tempestade enche-nos com tua força, acalmar-nos-emos se vós estiverdes entre nós, dentro de nós, e, aclamá-los-emos, ó Deus trindade. Como agradável é a presença de teu Espirito, nutri-nos, conforta-nos e inunda-nos com a vossa sabedoria, sabedoria infinita, grandiosa, somente a ti serviremos, confortar-nos-emos com a força que no-la colocastes em nosso peito, santo seremos se contigo estivermos, poder-se-á sobrevir qualquer tormenta e nós a venceremos, pois tua presença nos dá a certeza da vitória, da santa vitória. Vinde sobre nós, ó Deus Espirito Santo, e coloca em nossa boca palavras de salvação e em nossa peito o desejo de servi-te por todo sempre. Amém!

   Doces irmãos, podemos por mil anos cantar as glorias, a bondade e misericórdia de nosso Deus e não conseguiremos em um só canto dizer todas, são infinitas, mesmo que passássemos toda a nossa vida tentando meditar qual é o tamanho da misericórdia de Deus não conseguiríamos chegar a tal resultado, pois a sua imensidão é maior que toda a imensidão. Dai graças. Deu-nos tudo o que pertence. Como não ama-lo? Tudo que o pertencia ele nos entregou, mesmo em nossa rebeldia ele nos perdoou. Como não ama-lo?

   Caríssimos, tomem posse comigo das próximas palavras: Ó Deus trindade, como vós sois grande, não há limites para vossa bondade, perdoa o miserável, reconduz a ovelha perdida, acolhe o pecador, como sois grande. Tu que sois santo nós chama a tua santidade, quer que nós, pequenos vermes, contigo estejamos, tu queres que nos deliciemos de tua gloria, por isso cantamos jubilosos, sempre te amaremos, mesmo que a dor sobrevenha amá-lo-emos, mesmo que tudo que sonhamos seja destruído sempre te amaremos. Tu nos chama ao santo serviço, mas tu queres que antes de nos prontificar, por primeiro, nos purifiquemos para que não morramos ao chegar perto de tua grandeza. Para isto seguimos o santo exemplo da tua mais fiel serva, aquela, a única onde tu encontraste graça, aquela de bela grandiosa, fiel, sempre fiel. É isto que nos ensina nossa mãe amada, fiel exemplo de santidade, sedes sempre, em tudo, não importa as dificuldades, sejam fies.

   Oh, como belas são as tuas vestes, vestes de pureza, digna de uma Rainha, Rainha celeste, veste nobre de acordo com o jubilo que nos encontramos. Quem contigo anda não estará mais vestido, suas vestes serão de acordo com o evento, mas haverá aqueles que não estarão com as vestes de acordo, por rebeldia não quiseram teus conselhos e acabaram sendo jogados entre os seres do não ser. Com teu terço, na mais sublime alegria, contigo adoramos e aprendemos fazer de nossa vida uma perfeita oblação ao nosso Deus.

   Ficai em paz!

   Ficai com Maria!

Ó Mãe, ensina-nos a andar pelos caminhos da caridade.

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Ó Virgem Bendita, Virgem amável, Virgem puríssima.

Ó Como admirável são tuas virtudes,

Teus méritos são infinitos,

Tua bondade encontrou graça diante de Deus, pois tu és humilde e caridosa.

Tudo que tu fizestes foi simplesmente por amar o teu Deus,

Não esperastes recompensa,

Para vós a única recompensa agradável era fazer a vontade de teu Deus.

Como te amamos, em vós confiamos nossa vida, vela por nós.

Ensina-nos os caminhos verdadeiros para chegar à paz.

Ilumina a mente dos homens para que eles, seduzidos por tuas virtudes,

Possam e amem mais seus irmãos.

Ensina-nos, Ó Mãe, a como nos amar mais.

Queremos que nossa vida seja como a tua,

Reflexos verdadeiro e nítido da caridade,

Da caridade de Deus,

Caridade não fingida,

Caridade verdadeira.

Concede-nos o que vos pedimos,

Ó Mãe celeste.

Amém!