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A caminho da santidade

~ Blog Mariano

A caminho da santidade

Arquivos da Tag: amor

O amor é a comunhão das coisas

25 segunda-feira abr 2016

Posted by Darlan Andrade in Catecismo, Lições marianas

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amor, amor compartilhado, amor estudado pelos gregos, amor próprio, uma vida de amor

    Nesses tempos hodiernos o amor vem ganhando diversas formas e contextos muitos diversos dos conhecidos pelos gregos. Não mais só se conhece o amor por uma perspectiva de família, amigos, irmãos ou entre casais, mas uma nova face vem ganhando destaque, qual seja, o amor a si próprio. Grande dúvida gera nesses últimos tempos se se possível falar em um amor de si próprio.

   Para poder falar do amor a si próprio devemos fazer uma breve análise sobre a legitimidade dos demais amores e assim analisar sua existência real. Vejamos.

       Quanto ao amor entre pai e filho não há dúvida que este exista e é bastante construtivo, pode com tranquilidade apontar como a seguinte fala: Olha como essa família se ama. É uma relação bastante comum na humanidade, se não fosse por essa dificilmente o gênero humano teria sobrevivido, pois não haveria uma mãe amorosa que sustentasse seu filho, nem um pai que protegesse seu filho dos perigos da floresta, em  uma ótica “selvagem”, ou dos perigos da civilização, em uma ótica moderna. Enfim, o amor entre pais é mais do que legitimo.

       Não, ipso facto, há dúvidas quando o amor entre amigos e irmãos, uma vez que é esse que faz o homem não morrer de tédio, atolado em seu próprio e monótomo jeito de viver. O amor entre irmãos é visto como uma relação de amigos onde um confia ao outros seus segredos de infância, suas paixões da adolescência e sua estratégias da vida de adulto. Nessa mesma lógica, o amor entre amigos é visto como uma relação de irmãos, visto que é no colo deste companheiro de todas as horas que o homem deposita seus anseios e suas lágrimas.

      Sem receio é aprovado o amor entre casais como algo mais legítimo que a sociedade possui. É por esse amor que a sociedade sobreviveu e sobrevive pelos séculos. É isso que faz o homem e a mulher não permanecer em um só, mas poder ser dois, três, quatro e o infinito que os abraça. Mas do que a reprodução, esse amor que torno possível o homem sair de sua vida solitária e abraçar uma vida a dois.

      Porém, como dito acima, grande dúvida surge se podemos considerar a existe de uma nova espécie de amor: o amor a si próprio. Não devemos tê-lo como verdadeiro se esse amor vive sozinho mergulhado em frente a um computador ou trancado em livros. O amor próprio só existe se é vivido para que os outros amores existam. Se amar é buscar obedecer as regras que amor impõe em suas diferentes facetas.

       Só há amor quando é compartilhado, mesmo sendo um amor a si próprio, pois amamo-nos quando nos amamos para amar os outros. Aquele que gosta de si ama os outros para não se ver destruído.

      Peçamos a Virgem Santíssima que nos ensine nos amar para podermos amor os nosso irmãos.

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Perdão é o elo que fortifica a amizade

02 sábado abr 2016

Posted by Darlan Andrade in Catecismo, Lições marianas

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amizade, amor, comunidade, falicidade, perdão, solidão

       Doces irmãos, no mundo hodierno é comum ouvir dizer que a solidão é a melhor opção, pois vivemos em uma sociedade mundial que não admite erros e como sabemos nos humanos costumamos erras, por ser pobres criaturas. Admitir erros não é algo bom, digo no sentido de não repreender o irmão que erra, uma vez que se não freamos os erros eles crescem e crescem até ficar impossíveis de se suportar. Devemos repreender o irmão que erra, se nós errarmos também devemos nos repreender para que não voltemos a errar.

        Mas, o que o erro tem a ver com a solidão escolhido pela atualidade?

       Quando levamos o não aceitamento do erro para uma dimensão extrema deixamos de suportar o nosso irmão, visto que todos nós erramos, isso é uma verdade já concebida, não devemos compactuar com o erro, isso também é algo bom, porém não podemos não abraçar o nosso irmão só porque ele errou. Digo melhor. Devemos cultivar o perdão, assim conseguiremos suportar os nossos irmãos que pecaram contra nós, isso não quer dizer que estaremos diminuindo seu erro, ou, por pior, fazendo de conta que o erro não existiu, mas estaremos simplesmente fazendo nossa alma avançar para um estágio de santificação. O perdão é a chave que abre a porta de uma longa amizade.

       Como o mundo seria feliz se o perdão reinasse. Ó, que reino glorioso, as portas do amor estariam abertas para todo o sempre. Chuvas de rosas se espalhariam pelas praças. As graças estariam florescentes e revigoradas. Mas o homem quis escolher o rancor e isso afasta a compaixão.

       Por isso que essa geração tanto almeja a solidão porque não é capaz de perdoar, sem o perdão não há amizade que dure, pois não podemos esperar que nossos amigos sejam estátuas que não tenham ação e nunca façam nada que nos possa desagradar. O perdão é o segredo para uma boa amizade.

       Como Nossa Senhora soubera perdoar, por isso que o seu filho tinha a compaixão como estrada, visto que a misericórdia aprendemos em casa. Peçam a nossa mãe amada que nos ensine a ser misericordiosos e saibamos perdoar os nossos irmãos.

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Amarás – o único mandamento

30 sexta-feira maio 2014

Posted by Darlan Andrade in Lições marianas

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amar é ser de Deus, amor, Deus, seguir os mandamentos, ser fiel a Deus

« Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus nele » (1 Jo 4, 16). Estas palavras da I Carta de João exprimem, com singular clareza, o centro da fé cristã: a imagem cristã de Deus e também a consequente imagem do homem e do seu caminho. Além disso, no mesmo versículo, João oferece-nos, por assim dizer, uma fórmula sintética da existência cristã: « Nós conhecemos e cremos no amor que Deus nos tem ».

Nós cremos no amor de Deus — deste modo pode o cristão exprimir a opção fundamental da sua vida. Ao início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. No seu Evangelho, João tinha expressado este acontecimento com as palavras seguintes: « Deus amou de tal modo o mundo que lhe deu o seu Filho único para que todo o que n’Ele crer (…) tenha a vida eterna » (3, 16). Com a centralidade do amor, a fé cristã acolheu o núcleo da fé de Israel e, ao mesmo tempo, deu a este núcleo uma nova profundidade e amplitude. O crente israelita, de facto, reza todos os dias com as palavras do Livro do Deuteronómio, nas quais sabe que está contido o centro da sua existência: « Escuta, ó Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor! Amarás ao Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma e com todas as tuas forças » (6, 4-5). Jesus uniu — fazendo deles um único preceito — o mandamento do amor a Deus com o do amor ao próximo, contido no Livro do Levítico: « Amarás o teu próximo como a ti mesmo » (19, 18; cf. Mc 12, 29-31). Dado que Deus foi o primeiro a amar-nos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um « mandamento », mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro.

Num mundo em que ao nome de Deus se associa às vezes a vingança ou mesmo o dever do ódio e da violência, esta é uma mensagem de grande actualidade e de significado muito concreto. Por isso, na minha primeira Encíclica, desejo falar do amor com que Deus nos cumula e que deve ser comunicado aos outros por nós. Estão assim indicadas as duas grandes partes que compõem esta Carta, profundamente conexas entre elas. A primeira terá uma índole mais especulativa, pois desejo — ao início do meu Pontificado — especificar nela alguns dados essenciais sobre o amor que Deus oferece de modo misterioso e gratuito ao homem, juntamente com o nexo intrínseco daquele Amor com a realidade do amor humano. A segunda parte terá um carácter mais concreto, porque tratará da prática eclesial do mandamento do amor ao próximo. O argumento aparece demasiado amplo; uma longa explanação, porém, não entra no objectivo da presente Encíclica. O meu desejo é insistir sobre alguns elementos fundamentais, para deste modo suscitar no mundo um renovado dinamismo de empenhamento na resposta humana ao amor divino.

Escrito retirado da encíclica DEUS CARITA EST de SS. Bento XVI

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23 sexta-feira maio 2014

Posted by Darlan Andrade in TVDSV MARIA

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amar verdadeiramente, amor, o amor desinteressado, se não é de forma verdadeira não há amor

5. A Verdadeira Devoção é Desinteressada

São Luiz110. Finalmente, a Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem é desinteressada, pois inspira à alma que não se busque a si mesma, mas só a Deus em sua Santa Mãe. O verdadeiro devoto de Maria não serve esta augusta Rainha por espírito de lucro ou de interesse, mas unicamente porque Ela merece ser servida, e Deus n’Ela. Não ama Maria propriamente porque recebe ou espera d’Ela algum bem, mas sim porque Ela é amável. É por isso que a ama e serve tão fielmente nos desgostos e securas como nas doçuras e no fervor sensível. Ama-a tanto no Calvário como nas bodas de Caná. Oh! Como é agradável e preciosa aos olhos de Deus e de sua Santa Mãe uma tal alma, que não se busca a si mesma nos serviços que lhe presta! Mas como é raro encontrá-la presentemente! Foi com o intuito de que não seja tão rara que peguei na pena e escrevi o que tenho ensinado com fruto, em público e em particular, nas minhas missões, durante muitos anos.

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O Amém do amor

06 quinta-feira mar 2014

Posted by Darlan Andrade in Deuteronômio

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a pedrificação da lei, amem, amor, Deuteronômio 27. 1 26, lie edificada sobre rochas

   Bendigamos o Senhor porque ele é bom! Não haverá aquele que possa destruir a lei do Senhor, pois esta foi edificada sobre a rocha, ninguém a descumprirá e passará impune. Não que nosso Bondoso Mestre se compraz com a vingança, não que seja vingança, mas por sua pura bondade se utiliza de meios que façam os cegos enxergarem. Somente se caracterizaria como perversos se não os punisse, pois os deixaria perdem-se nossos maldosos sonhos.

   O amém para o amor, não é dizer sim para todos os tipos de atos, mas sim reconhecer a bondade que há nas palavras do nosso Senhor, elas foram e são edificadas sobre a mais forte rocha, que é, a verdade, não há nada que fique acima do seus olhos, tudo está aos seus pés, em baixo dos seus olhos. Somos benditos quando em tudo obedecemos a sua verdade. Não será digno de louvor àquele que se põe contra a suas leis, muitos já fizeram isso e amargaram as duras correntes da derrota que nos arrasta para a fria cela da ilusão, no calor dos nossos pensamentos acedamos mais a chama da fé que aquece a nossa alma.

   Modelos de fidelidade, devemo-los ter como grandes ícones de nossa vida, não os buscando em filmes ou outros meios de formação de ídolos – não que tenhamos os modelos de santidade como ídolos -, pois nestes meios eles não se encontram, eles se encontram na via do Senhor, que é lugar onde os mares e os vento são mais calmos, Santa Via de Maria.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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Obediência, standard do amor.

23 sexta-feira ago 2013

Posted by Darlan Andrade in Números

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amar o próximo, amor, amor obediente, Números 17. 1 28, obediência por amar, obediencia

Salve Maria!

Vamos Jovens!

   Vinde sobre nós, ó Espirito Criador, fonte de sabedoria, esplendor da Justiça. Enche-nos com os teus dons.

   Doces irmãos, vede, vede, olhai para o horizonte, vede, as luzes que te esperam,oraçaõ as luzes da vitória que te ilumina em meio as trevas, vitória, vitória é poder ver, não estar impendido de olhar para o horizonte. As luzes, luzes de Deus, que nos enche de paz, a verdadeira paz, paz é poder ver o que há no mais intimo de nossa alma, ver o que os réprobos não podem ver. Dai graças, pois Deus te conduz até a luz, luz que é Deus, Deus que é luz.

  Caríssimos, de que poderíamos falar, o que é mais importante na vida de um servo. Em que pautaremos nossa vida, será na busca desenfreada por riquezas? Será nos prazeres mundanos? Numa vida normal, imitando o que outrem faz? Não, não irmãos, devemos pautar nossa vida na obediência, obediência aos mandamentos sagrados. Devemos, em tudo, ser obedientes, obediência é a maior virtude do cristão, é-nos dado por Deus, no-la deu para que possamos amar, sim, só os obedientes amam, e, não se permitem desobedecer, pois desobedecer é demonstrar desamor para com aquele que imite a ordem, e as ordem que devemos obedecer procedem de Deus. Aquele que ousar não amar, aquele que negar ao amor, aquele que em tudo ser desobediente, terá, o triste fim, de vê-se totalmente perdido e, por triste fim, condenado a perdição, separado para sempre da face de Deus.

  Ó Mãe, conduze-nos pelos caminhos da verdade, não permita que os nossos ouvidos ouçam os perversos conselhos deste mundo, não permita que o desamor sufoque o santo amor que há em nosso peito. Tu que és o amor do coração fértil, faz que nesse solo infértil a chuva lave-o e, por tua intercessão, flores do mais lindo amor brotem e façam do que era infértil fértil. Com teu terço na mão, diante de toda a escuridão vamos andando, confiantes, que no final estaremos com o teu o filho. Dai-nos a tua beleza, para podermos oferecer aquele que em tudo é belo a mais pura obediência.

Ficai em paz!

Ficai com Maria!

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AS VIRTUDES

08 quinta-feira ago 2013

Posted by Darlan Andrade in Catecismo

≈ 1 comentário

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alegria, amor, AS VIRTUDES, benignidade, bondade, castidade, continência, Fidelidade, fortaleza e temperança, justiça, longanimidade, mansidão, modéstia, paciência, paz, prudência, temperança, virtudes teologais

377. O que é a virtude?

1803, 1833

   A virtude é uma disposição habitual e firme para fazer o bem. «O fim de uma vida virtuosa é tornar-se semelhante a Deus» (S. Gregório de Nissa). Há virtudes humanas e virtudes teologais.

378. O que são as virtudes humanas?

1804;

1810-1811:

1834, 1839

   As virtudes humanas são perfeições habituais e estáveis da inteligência e da vontade, que regulam os nossos actos, ordenam as nossas paixões e guiam a nossa conduta segundo a razão e a fé. Adquiridas e reforçadas por actos moralmente bons e repetidos, são purificadas e elevadas pela graça divina.

379. Quais são as virtudes humanas principais?

1805;1834

   São as virtudes, chamadas cardeais, que reagrupam todas as outras e que constituem a charneira da vida virtuosa. São elas: prudência, justiça, fortaleza e temperança.

380. O que é a prudência?

1806

1835

   A prudência dispõe a razão para discernir em todas as circunstâncias o nosso verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o atingir. Ela conduz as outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida.

381. O que é a justiça?

1807

1836

  A justiça consiste na constante e firme vontade de dar aos outros o que lhes é devido. A justiça para com Deus é chamada «virtude da religião».

382. O que é a fortaleza?

1808; 1837

   A fortaleza assegura a firmeza nas dificuldades e a constância na procura do bem, chegando até à capacidade do eventual sacrifício da própria vida por uma causa justa.

383. O que é a temperança?

1809

1838

   A temperança modera a atracção dos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos e proporciona o equilíbrio no uso dos bens criados.

384. O que são as virtudes teologais?

1812-1813

1840-1841

   São as virtudes que têm como origem, motivo e objecto imediato o próprio Deus. São infundidas no homem com a graça santificante, tornam-nos capazes de viver em relação com a Trindade e fundamentam e animam o agir moral do cristão, vivificando as virtudes humanas. Elas são o penhor da presença e da acção do Espírito Santo nas faculdades do ser humano.

385. Quais são as virtudes teologais?

1813

   As virtudes teologais são: fé, esperança e caridade.

386. O que é a fé?

1814-1816

1842

   A fé é a virtude teologal pela qual cremos em Deus e em tudo o que Ele nos revelou e que a Igreja nos propõe para acreditarmos, porque Ele é a própria Verdade. Pela fé, o homem entrega-se a Deus livremente. Por isso, o crente procura conhecer e fazer a vontade de Deus, porque «a fé opera pela caridade» (Gal 5,6).

387. O que é a esperança?

1817-1821;

1843

   A esperança é a virtude teologal por meio da qual desejamos e esperamos de Deus a vida eterna como nossa felicidade, colocando a nossa confiança nas promessas de Cristo e apoiando-nos na ajuda da graça do Espírito Santo para merecê-la e perseverar até ao fim da vida terrena.

388. O que é a caridade?

1822-1829

1844

   A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos por amor de Deus. Jesus faz dela o mandamento novo, a plenitude da lei. A caridade é «o vínculo da perfeição» (Col 3,14) e o fundamento das outras virtudes, que ela anima, inspira e ordena: sem ela «não sou nada» e «nada me aproveita» (1 Cor 13,1-3).

389. O que são os dons do Espírito Santo?

1830 – 1831

1845

   Os dons do Espírito Santo são disposições permanentes que tornam o homem dócil para seguir as inspirações divinas. São sete: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.

390. O que são os frutos do Espírito Santo?

1832

  Os frutos do Espírito Santo são perfeições plasmadas por Ele em nós como primícias da glória eterna. A tradição da Igreja enumera doze: «Amor, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência, castidade» (Gal 5,22-23 vulgata).

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