Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!

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Como são bonitas as palavras que pedro pronunciou após Nosso Senhor Jesus Cristo fazer o milagre da aparição de peixes, sendo está, “afasta-te de mim, porque sou um pecador!”  (Lc 5,8). Foram estas palavras que certamente fizeram de Pedro o primeiro papa da Igreja, esta sua demonstração de confiança na Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Deus é Deus, é está a mensagem que Pedro trouxe com esta afirmação, haja vista que ele proclama que que o Divino Mestre se afaste da presença dele., visto que ele somente era um pecador imundo, já seu Mestre, um homem que tinha a aparência de Deus, ou um Deus que estava revestido de homem, ou seja, algo extremamente incomum.

Todos nós devemos saber enxergar a divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. e como ele se ,manifesta? Ele se manifesta quando vemos que Deus está nos chamando para a santidade, como? Através das dores, está a principal forma de Deus no purificar. Com efeito, nunca maldiga quando seu Deus está fazendo algo bom por si.

Para isso é que eu fui enviado

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Há uma frase divina que revela toda a realidade do ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo e de quem o segue, qual seja, “para isso é que eu fui enviado” (Lc 4,43). No troche que antecede está frase Jesus diz que Ele deveria anunciar o evangelho ainda em outros cidades. Com efeito, tem a obrigação de pregar o evengelho.

Todos que são chamados ao discipulado, devem pregar o evangelho em todos as cidades, ou seja, não podem fazer predileção a determinadas cidades, mas, devem pregar em todos os cantos, em todos os povos, para todos as etnias, ou seja, não devem escolher determinados grupos.

A mensagem de Deus não escolhe pessoas, mas deve ser dada a todas as pessoas, todos são chamados a pregar, mas também a ouvir. Todos nós devemos anunciar o evangelho, visto que é nosso dever de Cristão. Mas, principalmente, devemos receber em nosso coração a mensagem de Deus sem ressalva.

Que palavra é essa

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Como devia ser extraordinário ouvir Jesus falar, com certeza, deveria encher os corações de quem ouvia, com certeza, curava todas as tristezas que haviam no coração. Porém, mas questionamentos surgem ao pensar como as pessoas que tinham contato com Jesus não se apaixonavam por aqueles palavras.

Devemos nós sermos o contrário dos que eram do tempo de Jesus. Com efeito, devemos amar Nosso Mestre muito mais que os do tempo de Jesus, haja vista que não devemos amá-lo por ter ouvido falar, mas por ter tocado em nosso alma. Nossa alma se apaixona mais que nossos ouvidos. Nossos corações interpretam mais que nossa mente.

Todos os corações devem se voltar para o nosso Deus, não esperando que Ele lhe faça algum favor, ou seja, que lhe dê riquezas, mas que Ele nos dê força para continuar com nossa luta pela santidade. Que nosso Senhor Jesus Cristo nos ensine a trilhar os caminhos de santidade, a fim de que possamos um dia estar com ele na Santa Glória.

“Que palavra é essa? Ele manda nos espíritos impuros, com autoridade e poder, e eles saem” (Lc 4, 36)

Deus é Pai

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Uma das palavras que pronunciamos quando estamos a rezar o Credo é uma frase magnífica, qual seja, Creio em Deus Pai Todo-Poderoso. Como é bom ter um Deus para acreditar, mas, não somente acreditamos em um Deus, mas um Deus que é nosso Pai também, nosso Pai Amado em que podemos colocar toda nossa confiança, isto é o que compraz nosso coração.

Não pode haver outra glória maior em nossa vida que seja maior que poder ter um pai, mas não um pai como o mundo moderno considera: um pai que somente tem um afeto, mas que não deu um pouco de sua vida para nós, que retirou algo de si, de si queremos dizer do seu próprio corpo, para nós pudéssemos existir.

Mas glorioso que ter um pai que retirou algo de si para nós é saber que ele nos ama e que por toda a vida estará ao nosso lado, estará a ver cada passo que iremos dar. Isto é algo tão incrível que não podemos ter um coração que caiba isto tudo. logo quando passamos a ter certeza disto queremos logo ter um pouco do Sagrado Coração de Jesus.

A junção de um Pai afetivo e de um Pai de sangue é algo infinitamente maravilhoso e quando isto se reúne em uma só pessoa é infinitamente esplendoroso. Grite ao mundo: Eu tenho um Deus Pai Todo-Poderoso!

Ele – Como revela Jesus – é o Pai que alimenta os pássaros do céu, sem que eles tenham que semear e colher, e reveste de cores maravilhosas as flores dos campos, com vestes mais belas do que as do rei Salomão (cf. Mt 6,26-32; Lc 12,24-28); quanto a nós – acrescenta Jesus -, valemos muito mais que as flores dos campos e os pássaros do céu! (BENTO XVI; FRANCISCO. Catequeses sobre o Credo. ed. 1º. São Paulo: Paulus, 2018p. 12)

Podemos aproveitar as coisas alheias

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Vemos como algo necessário de se deletar para tomar uma conclusão que seja acertada, visto que estamos diante de um tema caro aos nossos conceitos de bons costumes. Com efeito, podemos aproveitar as coisas que vem do paganismo, ou seja, podemos em algum momento usar um conhecimento que não tenha sua origem no cristianismo?

Devemos dizer que sim, mas, com todas as ressalvas, uma vez que não devemos nos apropriar daquilo que o mundo acha que é seu grande intento, não devemos ter as coisas do mundo como um ornamento que nos fará mais belos, visto que o que vem do mundo não serve para nos glorificar, mas unicamente a Cristo.

Como devemos fazer? Devemos guardar tudo aquilo que aprendemos da nossa vida inserida no mundo e no momento exato usar para que Deus seja louvado, nunca para que nós sejamos louvados, nunca para servir para nossa própria glória. Temos que ter muito cuidado com as vaidades deste mundo.

Podemos usar as coisas do mundo, mas com uma única finalidade, qual seja, que seja um instrumento de glorificação de nosso Deus.

Na verdade, aqueles que haviam entesourado para si esta riqueza a apresentaram a Moisés quando ele trabalhava na construção da tenda do testemunho, prestando cada um sua contribuição para a preparação das coisas santas. Podemos ver que isto também ocorre hoje. Muitos apresentam à Igreja de Deus, como um dom, a cultura pagã. Assim fez o grande Basílio, que adquiriu formosamente a riqueza egípcia no tempo de sua juventude e a dedicou a Deus, embelezando com esta riqueza o verdadeiro tabernáculo da Igreja. (NISSA, São Gregório de. Vida de Moises. ed. 1º. Dois Irmãos: Minha Biblioteca Católica, 2020. p. 177)

Um casamento diferente

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Muitos tem um casamento perfeito, ou que caminha para a perfeição, aquele em que os esposos vivem até os últimos dias de suas vidas em união de uma ao outro, vivendo os dois em união perfeita e sem casos de desrespeito a sacralidade na família – na verdade, aí está o conceito de uma família santa. Porém, vamos trazer aqui uma história de uma família que foi santa, mas, sem alguns detalhes do modelo apresentado.

Quem foi esta família? Foi o casal Alfrério de Bandino e a Beata Gerardesca de Pisa, os dois se casaram em 1232, tendo a beata 20 anos de vida. O que há de incomum nesta relação é que os dois renunciaram ao casamento e foram viver cada um em mosteiro.

Muitos podem se perguntar: o que tem de santo em uma família que desistiu da vida em comum? Tudo. Os dois renunciaram de comum acordo, ou seja, tiveram o que não existe em muitas famílias, qual seja, o diálogo, e outra coisa também, compreensão, e, o melhor, os dois tinham um amor incessante por Cristo ao ponto de se entregarem a uma vida solidão quando poderiam ter muitos filhos e netos.

Não estamos aqui a fazer um desserviço ao matrimônio, mas estamos alertando aos casos que muitas vezes uma vida feliz se resume a se entregar a vontade de Nosso Senhor Jesus Cristo tem para nós.

O medo é a pior doença

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Neste domingo, 2º. Domingo do Tempo Pascoal, nos deparamos com a situação em que vemos os discípulos trancados com medo dos judeus (Jo 20, 19). Tudo para eles parecem que não tinham mais saída; parecia que tudo estava acabado, que o final teria chegado e, por pior, com cheiro de derrota. Como aquilo era trágico!

O mais angustiante se tratava de que o Divino Mestre tinha morrido, mas, havia notícias de que ele tinha ressuscitado, porém, eles não acreditavam que isto realmente poderia ter acontecido. Era bom demais para que fosse verdade. Como o Mestre poderia ter ressuscitado? Ele era apenas um homem, como venceria a morte: com certeza era assim que pensavam.

Se os discípulos soubessem que seu Mestre era Divino, não somente por estar muito ligado ao nosso Deus, mas por ser ele mesmo nosso Deus, por ser a segunda pessoa da Santíssima Trindade, não estariam com medo dos judeus, não teriam medo da morte física, mas sairiam dali e começariam a pregar por todo a região. Todavia, para que isto acontecesse, o Rabino teria que aparecer para ele de modo esplendorosos e deixar que tocassem suas chegas.

Nós não devemos ter medo da morte, naquele momento era até justificado para os discípulos, pois elas não tinham o espíritos, para eles era até concebível, porém, para nós não é aceito, devemos ir a luta, da forma que melhor encontrarmos: se for pela oração, que seja pela oração, porém, de modo algum devemos nos prender em nossos erros e termos medo de sermos julgados, pois este é a finalidade da morte.

São João Clímaco traz de modo bem sucinto o quão errado é ter medo da morte, senão, vejamos,

Recordar-se da morte é morrer a cada dia; e recorda-se do momento da partida é a cada hora suspirar e murmurar.

O temor da morte é um instinto natural que nasce da desobediência. O terror da morte, por outro lado, é o resultado dos pecados sem arrependimento.

Não devemos ter medo da morte, devemos lutar para que nossos pecados sejam extintos do nosso corpo. Lutemos e vencemos o nosso maior erro, não acreditar que somos capazes, com Deus, de derrotar nossos inimigos.